segunda-feira, 3 de agosto de 2009

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO - Acompanhou o Cmte. Che Guevara em todas as campanhas militares

autorizada publicação: jornalista Paulo Roberto Tiecher de Jesus, do jornal A VERDADE.

Entrevista realizada na XVII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba - Florianópolis-SC/Brasil

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO: É General de Brigada e Herói Nacional de Cuba. Membro da Associação Nacional de Combatentes, do Comitê Central do PCC (Partido Comunista de Cuba) e deputado da Assembléia Nacional do Poder Popular (ANPP) de Cuba. Foi o único que acompanhou Che Guevara em todas as campanhas militares: em Sierra Maestra, na Campanha de Las Villas, na África e na Bolívia, Ele publicou seu diário "Pombo: um homem da Guerrilha de Che".
A VERDADE: Que papel representou Sierra Maestra para a vitória da Revolução?

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO: Sierra Maestra tem um lugar onde se concentra toda a luta que abriu caminho para a tomada do poder pela Revolução, embora não se possa falar da Revolução pela luta insurrecional em Sierra Maestra. Nela se desenvolveu a luta insurrecional, foi o berço da Revolução, porque dela emana a possibilidade de que surja o exército rebelde, se derrote a tirania batistiana. Portanto, quando se chega ao governo, se pode fazer todas as mudanças, políticas, sociais, culturais. Isso dá origem ao nascimento e desenvolvimento da Revolução. Como toda Revolução que nasce, há que lutar pela democracia.

A VERDADE: Como o Che conseguiu conciliar a luta com a asma?

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO: Eu diria que ele não conciliou. A conciliação é um acordo, e o Che resistiu com uma vontade tenaz. O Che construiu sua mente com deleite, dignificou a si mesmo, desde criança teve como norma fazer exercícios, esportes, natação. Nas condições propícias da Sierra Maestra, tinha algum medicamento, mas padeceu muitos ataques de asma, por vezes nem podia caminhar, mas resistia pela força da vontade.

A VERDADE: Como foi a batalha de Santa Clara?

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO:A batalha de Santa Clara acelera a derrota da tirania batistiana, porque a guerra havia começado no Oriente, onde se concentraram as grandes forças e já Fidel Castro se encontrava às portas de Santiago de Cuba, que é a segunda cidade. Ao aparecer um movimento, uma guerrilha no centro do país, e ao se derrubar El Guindado, que Batista havia construído com a esperança de levar reforços ao Oriente, e perder esse posto, se sentiu realmente perdido. Isso acelerou a queda de Batista. Fidel Castro disse que na Batalha de Santa Clara, o Che havia demonstrado sua maestria, pois nunca havia estudado arte militar e mesmo assim, na organização do combate se graduou como estrategista. Com muito poucas forças, havia derrotado um adversário que estava na defesa com um número de soldados superior. Normalmente, na correlação de forças entre a defesa e a ofensiva, militarmente quem está na ofensiva, deve ter no mínimo uma superioridade de 3 a 1, e em Santa Clara foi de 10 a 1 a favor do exército de Batista. Na União Soviética, na Grande Guerra Pátria, quando partiram para a contra-ofensiva, a correlação de forças favoráveis era de 200 a 1. Isso deixa clara a importância da correlação de forças. Como o Che demonstrou sua maestria? A decisão de não atacar todos os pontos ao mesmo tempo, mas sitiando cada lugar e aniquilando os pontos de resistência de forma gradual e movendo magistralmente as forças, e isso o diz quem participou de quase todos os combates.

A VERDADE: A Comissão de Direitos Humanos da OEA aprovou um relatório afirmando que Cuba desrespeita os direitos humanos. Como o governo cubano vê essa resolução?

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO: A resolução é positiva, porque se estava cometendo contra Cuba uma grande injustiça. Éramos acusados de violadores dos direitos humanos e não dos direitos civis. Há uma diferença entre direitos humanos e direitos civis. Os direitos civis formam parte dos direitos humanos. O primeiro direito humano é o direito a vida. O direito a educação, a saúde, são os primeiros direitos, porque definem a vida do ser humano, definem a qualidade do ser humano. Depois vem os direitos civis, que tem que ver com o desenvolvimento. Não há na América, e possivelmente no mundo, ninguém que tenha direitos humanos mais justos que em Cuba. Não há quem tenha feito mais, pela educação de todo um povo, e que todo um povo possa ser profissional, e que todo um povo possa escolher o que quer estudar, não há quem tenha feito mais pela saúde do ser humano do que Cuba, onde todos os serviços são gratuitos. O que não temos é porque não nos permitem comprar a tecnologia, não nos permitem ter acesso a ela. Quer coisa mais desumana do que se passou no Chile? Querem dominar-nos pela fome, pela subversão. Os direitos políticos em Cuba tem todo um sistema institucional dos direitos jurídicos, que estão dados pela existência de uma promotoria que defende os interesses do estado. Estão dados por um conjunto de leis, está tudo institucionalizado e cada cubano tem acesso. Agora, há a questão dos delinqüentes. Em Cuba 70% das sanções impostas se cumpre na cadeia. Há limitações domiciliares. Quem comete um delito pode cumprir pena num campo de trabalho. Não se pode confundir a situação humana com a dos 5, foram presos por 17 meses numa cela, sem razão a não ser as políticas. Meteram-nos num buraco sem ver suas famílias. Em Cuba quando alguém vai preso se submete aos tribunais em 48 horas, não se viola nenhum direito. Em Cuba, diz-se, há manifestações como a dos Estados Unidos, em que a polícia bate nas pessoas. Isso quem o diz é a CNN...

A VERDADE: A última questão é a volta de Cuba para a OEA?

HARRY ANTONIO VILLEGAS TAMAYO: A América está mudando, e tomaram consciência de que o mais justo é estabelecer justiça para os cubanos, porque nos expulsaram injustamente. Os Estados Unidos impuseram nosso afastamento, porque mudamos nosso sistema social, porque havíamos dado alguns passos para nos acercarmos da União Soviética. E porque nos aproximamos da União Soviética? Porque não quiseram mais comprar-nos açúcar, e a União Soviética sim. Tiraram-nos o petróleo e a União Soviética nos forneceu. Os Estados Unidos consideraram que nós havíamos criado um sistema marxista-leninista, quando nós ainda não o havíamos criado. Nós queríamos criá-lo, o tínhamos em mente, mas ainda não se havia manifestado. Fomos sancionados e nos isolaram. Agora reconheceram o crime que cometeram conosco , nos pediram desculpas e suspenderam a sanção. Suspender a sanção não resolve o problema. Querem obrigar-nos para voltar à OEA, que organizemos partidos como os que há nos Estados Unidos. Em Cuba há milhões de partidos, pois qual a função de um partido? Eleger seu candidato. Em Cuba se seleciona o candidato, por povoado, por bairro. Todo cubano pode participar nas eleições. Querem que renunciemos a nossa democracia, que adotemos a deles. Quem pode ser senador nos Estados Unidos? Quanto gastou Obama para chegar à presidência? Quem pode ser representante dos Estados Unidos? Só os deputados. Em Cuba toda a sociedade participa do processo. Em Cuba são os operários, são os camponeses, são os estudantes, são os militares. Tem processo de revocação, nos Estados Unidos não, no Chile não. Isso é mais democrático. Temos que ir a OEA? Temos que pensar como pensou Hatuey, um índio que veio da República Dominicana e os espanhóis o ataram num poste para queimá-lo. Os espanhóis lhe perguntaram se queria batizar-se cristão e assim ir para o Céu. Ele respondeu, perguntando se os espanhóis também iriam para o Céu. Ao ouvir deles que sim, lhes disse: Então eu não quero ir, quero distância de vocês... Então se os Estados Unidos estão na OEA, não queremos entrar nela. Queremos uma organização de estados da América Latina. Os europeus são melhor do que nós? Tem mais diferenças que nós. Nem falam a mesma língua, nem tem os mesmos interesses, tiveram milhões de guerras entre eles, mas chegaram a conclusão de que a única forma de resistir aos Estados Unidos é unir-se. E os latino-americanos? Quando vamos nos convencer de que a única forma de resistir é unidos?

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Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



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  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
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