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quinta-feira, 6 de março de 2008

Toda a verdade sobre a morte do Cmte Raúl Reyes







As investigações que estão sendo realizadas por parte das autoridades equatorianas demonstram que nunca houve combate por parte do comando atacado das FARC. Excetuando três deles, que desempenhavam funções de vigilância, os 18 mortos estavam dormindo e não tiveram oportunidade de entrar em combate ou se render.

As investigações realizadas pelas autoridades equatorianas estão lançando alguma luz sobre o que realmente aconteceu na madrugada do passado dia 1º de março, quando as forças armadas colombianas eliminaram entre 20 e 22 guerrilheiros em território equatoriano, em uma emboscada em que foi morto o comandante Raúl Reyes, número 2 na estrutura de mando das FARC.


As imagens, os testemunhos dos colonos da zona, as declarações de três guerrilheiras que foram encontradas ainda com vida, os relatórios de balística e da inteligência militar equatoriana, estão demostrando o monte de mentiras declaradas pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, tanto ao presidente Rafael Correa, do Equador, como ao conjunto da comunidade internacional e dos meios de comunicação.


A versão colombiana
Segundo a versão colombiana, a frente 48 das FARC estava sendo perseguida com base em uma informação que indicava que o líder guerrilheiro Raúl Reyes estaria presente em um povoado denominado Granada, próximo aos limites fronteiriços com o Equador, mas ainda em território colombiano.

O ministro de Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, indicou que durante essa operação, as forças armadas colombianas foram atacadas a partir de um acampamento das FARC situado a 1.800 metros da fronteira, dentro de território equatoriano.

Então se diz que a força aérea colombiana procedeu a localizar e atacar o acampamento guerrilheiro, tendo sempre presente a ordem de não violar o espaço aéreo equatoriano; indicando que, depois, a força armada colombiana entrou para assegurar a zona e deixando a polícia colombiana encarregada do acampamento atacado, até a chegada do exército equatoriano.

A verdade dos fatos
As investigações que estão sendo realizadas por parte das autoridades equatorianas demonstram que nunca houve combate por parte do comando atacado das FARC. Excetuando três deles, que desempenhavam funções de vigilância, os 18 falecidos estavam dormindo com roupas interiores, ninguém do comando guerrilheiro teve ocasião de entrar em combate ou de se render. O armamento existente no acampamento estava empilhado, não tiveram ocasião sequer de chegar até seus fuzis e granadas, foram massacrados enquanto dormiam.

Os testemunhos dos colonos da zona, assim como os buracos encontrados sobre o piso de terra do acampamento, demonstram que foram lançadas quatro bombas desde aviões colombianos que voaram sobre território equatoriano. Segundo as investigações da inteligência militar, elas foram lançadas do sul do acampamento, o que quer dizer que os aviões haviam se adentrado mais de 10 quilômetros em território equatoriano quando procederam ao ataque.

Após o lançamento de bombas desde estes aviões, sobrevoaram vários helicópteros “Supertucanes”, pertencentes à força aérea colombiana. A partir deles prosseguiram atacando o acampamento das FARC em território equatoriano. Desses helicópteros desceram comandos especiais que deram o tiro de misericórdia nos guerrilheiros que estavam feridos no acampamento, segundo fica demonstrado pelas balas nos corpos de grande parte dos guerrilheiros, muitos deles amontoados em uma zona determinada do acampamento e assassinados pelas costas. Inclusive, as fotografias apresentadas pelo governo colombiano do cadáver do comandante Raúl Reyes, mostram como ele tem um disparo na parte esquerda de sua cara.

As informações provenientes da inteligência militar equatoriana, indicam que o espaço aéreo do Equador não foi violado apenas na madrugada do dia 1º de março, mas também na madrugada do dia 2, quando ocorre uma nova incursão de helicópteros com visores noturnos para retirar membros das forças armadas e da polícia colombiana que ainda estavam em território equatoriano.

A posição das árvores derrubadas durante o bombardeio, os múltiplos impactos de disparos nas árvores, além da posição dos cadáveres, demonstra que enquanto as FARC vigiavam o acampamento em sua posição norte, que era a que fazia fronteira com a Colômbia, a incursão aérea veio do sul, o que indica que a força aérea colombiana invadiu sem permissão, sem notificar e violando todo tipo de normativa internacional o espaço aéreo equatoriano. Os testemunhos dos moradores da zona, indicam que o ataque se prolongou desde aproximadamente a meia noite até as seis da manhã do dia 1º de março.

A precisão do ataque demonstra, também, a utilização de uma importante tecnologia militar, que também deixa aberta a possibilidade de participação dos Estados Unidos no massacre, pelo menos em tarefas de informação e localização do comando guerrilheiro.

Os testemunhos dos moradores falam da possibilidade de que os helicópteros colombianos tenham levado quatro cadáveres e não dois, os correspondentes a Raúl Reyes e Julián Conrado, como indicam as autoridades do país agressor. Por sua vez, o exército equatoriano não descarta a possibilidade de localizar mais algum cadáver na espessa zona selvática onde ocorreu a matança.

A reação do presidente Correa
Em um ato de soberania e dignidade, o governo da República do Equador retirou seu embaixador em Bogotá, expulsou o embaixador da Colômbia em Quito e mobilizou as tropas em direção à fronteira, ao mesmo tempo que solicitou reunião extraordinária da Assembléia Geral da OEA, da CAN e do MERCOSUL.

Rafael Correa chamou o presidente Uribe de mentiroso, denunciando que tinha sido notificado por ele, por volta das 8:30 horas, e que havia sido enganado por seu homólogo colombiano, que justificou a incursão em território equatoriano "pelo calor do combate".

Acusações da Colômbia
Que as FARC operam no Equador é uma denúncia que tem sido permanente a partir da chancelaria e da presidência da Colômbia, versão que foi agravada após a libertação, em 27 de fevereiro, de quatro ex-congressistas colombianos por parte das FARC. Um deles, Luis Eladio Pérez, declarou para Radio Caracol que no início do seu cativeiro esteve retido em território equatoriano, acrescentando que as FARC se abastecem com produtos provenientes do Equador, Brasil e Venezuela. “Eu dormi no Equador: com isso digo tudo. Usávamos botas de marca equatoriana, desodorantes e drogas brasileiras e sabonetes venezuelanos”, declara no dia seguinte à sua libertação Luís Eladio Pérez.

Por sua vez, o exército equatoriano, no transcurso do ano passado, descobriu vários acampamentos de provisões e descanso das FARC em território do Equador, sempre próximos à fronteira e em território muito difícil de controlar, devido à espessura e extensão desta zona da selva, que abrange ambos os países.

Antecedentes nas relações entre Equador e Colômbia
As relações entre o Equador e a Colômbia tinham se caracterizado, até agora, por um baixo nível de conflito, desde que assumiu a presidência do Equador o economista Rafael Correa Delgado, em 15 de janeiro do ano passado.

Esta realidade não foi sempre assim, com a ocorrência de situações muito tensas durante governos anteriores ao de Correa. Assim, no ano 2005 houve um conjunto de situações que questionaram a soberania do Equador. Em julho desse ano, durante o mandato de Alfredo Palacios, Parra Gil, então chanceler do Equador, após uma reunião com Carolina Barco, na época chanceler da Colômbia, questionou as fumigações das plantações de coca ordenadas desde Bogotá na linha fronteiriça comum. Apesar desse questionamento, e sem obter resposta positiva da Colômbia, o Equador votou a favor do colombiano Luís Moreno como presidente do BID, atendendo solicitação do governo colombiano e dos Estados Unidos. Luís Moreno havia sido embaixador da Colômbia em Washington e foi questionado por participar da gestação do Plano Colômbia.

Outro fato que evidenciou uma postura de ambigüidade na relação histórica do Equador com a Colômbia ocorre quando, no dia 31 de julho de 2005, um repórter equatoriano denuncia que “…o exército do Equador se uniu à operação contra as frentes 21, 13 e 48 das FARC, que estariam escoltando o guerrilheiro Raúl Reyes e que mantêm bloqueado o departamento de Putumayo”. Esta informação foi confirmada pelo Major General equatoriano Reinaldo Castellanos Trujillos.

Contudo, a violação mais grave realizada pelo anterior governo de Alfredo Palacios com respeito à histórica neutralidade do Equador diante do conflito armado no país irmão ocorreu quando, nesse mesmo ano, uma operação coordenada de inteligência das polícias do Equador e da Colômbia localizam e capturam em Quito supostos guerrilheiros das FARC que estavam internados em uma clínica. Essa coordenação existe e o fato mais significativo desta realidade acontece quando, durante a presidência de Lucio Gutiérrez, no ano 2004, uma operação conjunta entre forças de ordem colombianas, equatorianas e norte-americanas, permitiu a captura em Quito de Ricardo Palmero, mais conhecido como Simón Trinidad, agora processado e preso, com uma condenação de 60 anos, nos Estados Unidos, graças à extradição facilitada pelo governo de Uribe.

Crise regional
A pretensão de Álvaro Uribe de aplicar na luta contra o que define como “terrorismo” a mesma estratégia utilizada por Israel em seu combate contra o mundo árabe, pode ter repercussões imprevisíveis no continente latino-americano.

O presidente da República Bolivariana da Venezuela, comandante Hugo Chávez, perante a possibilidade de que o governo da Colômbia faça incursões e viole a soberania da Venezuela, tal e como fez com o Equador, ordenou o fechamento definitivo de sua embaixada em Bogotá, além de reforçar a presença militar em toda a zona fronteiriça com a Colômbia. Para as próximas horas se espera a expulsão do embaixador colombiano em Caracas.

“Senhor ministro de Defesa, mobilize 10 batalhões em direção à fronteira com a Colômbia imediatamente. Batalhões de tanques. A aviação militar que se mobilize. Nós não queremos guerra, mas não vamos permitir ao império norte-americano, que é o amo, nem ao seu cachorro, o presidente Uribe e a oligarquia colombiana, que venham nos dividir, que venham nos debilitar, não vamos permitir”, ordenou o mandatário venezuelano.

Chávez ofereceu todo o respaldo necessário, em seu conflito diplomático com a Colômbia, ao Equador, indicando: “Ponho a Venezuela em alerta e vamos apoiar o Equador em qualquer circunstância”.

Por sua vez, o presidente Correa entrou em contato, durante o domingo 2 de março, com uma dezena de países com a finalidade de conseguir apoio e informá-los da gravidade dos fatos ocorridos na incursão e massacre colombiana em território do Equador.

A resposta do executivo colombiano não se fez esperar, e na própria noite do dia de março, o diretor da Polícia, general Óscar Naranjo, revelou documentos preliminares por meio dos quais se pretende demostrar que Raúl Reyes mantinha contatos com o Ministro Coordenador de Defesa Interna e Externa do Equador, Gustavo Larrea. Estes documentos supostamente foram encontrados em três computadores encontrados pelo exército colombiano no acampamento onde Reyes foi assassinado.

Os objetivos de Uribe
Apesar de que as FARC tornaram público um comunicado em que indicam que o assassinato de Raúl Reyes não vai afetar as negociações pelo acordo humanitário, a verdade é que os objetivos do presidente Uribe são claros: bloquear o processo de entrega de reféns de tal maneira que fique bloqueada a possibilidade de libertação, por parte das FARC, de Ingrid Betancourt.

Se bem a vontade do executivo colombiano de que Betancourt não retorne viva é uma realidade dificilmente questionável, a verdade é que as declarações dos quatro ex-congressistas libertados no passado dia 27 de fevereiro, nas quais indicaram o desejo da seqüestrada de apresentar-se nas eleições presidenciais da Colômbia com um programa de paz para esse país, deixaram Uribe muito nervoso.

Paralelamente a isto, a intervenção colombiana no Equador pretende claramente transformar o país vizinho em uma espécie de Camboja, com respeito ao conflito militar colombiano.

O fim do acordo subscrito por 10 anos entre os governos do Equador e dos Estados Unidos para a utilização por parte das forças armadas norte-americanas da base de Manta, que deve expirar no fim deste ano e sobre o qual o presidente Correa já se posicionou, expressando sua decisão de não renová-lo, também é um elemento a ser levado em consideração na escalada da crise diplomática na área andina.

A base de Manta é uma ferramenta fundamental dentro da estrutura e estratégia do Plano Colômbia e mesmo que o governo norte-americano não tenha feito declarações objetivas sobre sua saída da base no final de 2008, é evidente que faz parte de sua agenda de preocupações com respeito à nova política desenvolvida no Equador a partir da chegada ao poder da chamada “Revolução Cidadã”.

Tradução: Naila Freitas / Verso Tradutores

Entenda o que está por trás de Colômbia x Equador






Texto do
jornalista Cláudio Tognolli:



Entenda o que está por trás da invasão do Equador pelo exército colombiano, liderado pelos norte-americanos e o serviço secreto de Israel o Mossad, que matou mais de vinte pessoas entre elas o porta-voz das Farc que negociava a libertação de reféns.

1 - Não é a primeira vez que O governo colombiano entra em conflito com as Farc.

2 - Não é a primeira vez que UM governo colombiano entra em conflito com as Farc.

3 - Não é a primeira vez que as Farc entram em território do Equador, Brasil e Venezuela para se proteger e/ou abastecer, sem o conhecimento e o consentimento de seus respectivos governos.

4 - MAS É a primeira vez que o governo colombiano invade território estrangeiro para eliminar tropas das Farc.

5 - Por que agora? Qual a urgência? Por que justamente o líder das Farc mais favorável ao diálogo e aquele que dialogava com a França e com Chávez para a libertação dos reféns?

6 - Até agora, quem mentiu foi o governo colombiano. Disse que havia entrado no Equador em perseguição a uma coluna das Farc em fuga e reagido a tiros daquela. O que se viu no sítio foram sinais de execução de guerrilheiros que dormiam (todos estavam usando pijamas) e foram surpreendidos por tropas bem equipadas, inclusive por ataque aéreo, e treinadas para tal. ....

7 - A operação foi ato pensado e refletido e com retaguarda política de peso. Não havia justificativa para este extremo. As Farc de longe não têm poder para desafiar o governo. O governo não fazia operação para libertar reféns ou ganhar território. Era para eliminar liderança.

8 - Uribe vinha sendo seguidamente colocado contra a parede com as negociações entre Chávez, as Farc e o governo francês. Tinha que engolir o que não queria fazer. Encontrou um meio de acabar com isto em alto estilo. E os EUA? Mantêm Uribe sob proteção.

9 - Além de acabar com sua principal fonte de preocupação ultimamente, as conversações entre as Farc e Chávez, Uribe consegue unir o país em torno de si em momento de crise e retoma sua principal plataforma política, que é a solução militar contra as Farc.

10 - De quebra, pode eliminar também uma futura concorrente política, Ingrid betancourt, que poderia ser libertada e lhe fazer frente, com legitimidade para apresentar-se capaz de bancar um acordo político com as Farc, anulando a principal plataforma de campanha de Uribe.

11 - Os EUA têm na Colômbia de Uribe seu único porto seguro na América do Sul. Ver o aliado enfraquecido não é bom. Um acordo de paz com as Farc também não é bom. Retira dos EUA sua desculpa para permanecer na Colômbia...

12 - A crise política entre as nações é uma mão na roda para os EUA. Provoca instabilidade, torna Uribe ainda mais dependente dos americanos e é desculpa para reforçar sua presença no continente.

13 - O alvo principal dos americanos é a Venezuela. Os americanos não dão a mínima para a coca da Colômbia. Dependendo do desenrolar da crise, os americanos podem achar o que procuravam há muito para eliminar Chávez.

14 - Cabe ao governo brasileiro diagnosticar bem a situação e posicionar-se como mediador e tentar anular o passo americano. É uma grande oportunidade de exercer liderança. Nada de declarações apressadas. O momento é de conversa de bastidor...

Veja abaixo um trecho de texto de uma matéria da conceituada revista norte-americana Newsweek onde fala sobre um relatório da inteligência do Departamento de Defesa dos USA que diz que o Uribe, presidente da Colômbia, tinha e tem envolvimento com os narcotraficantes...continua...

As mídias do Brasil tentam fazer a gente aceitar que as Farc é que são ligadas aos traficantes da Colômbia. (quem for alienado que acredite)


"Da lista negra para uma lista

Uma vez julgado como mau garoto, Uribe é agora um aliado superior.

por Joseph Contreras e Steven Ambrus | Newsweek

Edição de 9 de agosto de 2004

Um relatório da inteligência do Departamento de Defesa, datado setembro 1991, que era secreto, mas foi liberado para o público, indica quem é quem no comércio da cocaína da Colômbia.

A lista inclui o mestre do cartel de Medellin, Pablo Escobar, e mais de outros 100 entre assassinos, traficantes e advogados contratados pelo tráfico. No documento na página 82 diz: "Alvaro Uribe Vélez -- um político e senador colombiano se dedicou à colaboração com o cartel de Medellin em níveis elevados do governo.

Uribe foi ligado a um negócio envolvido em atividades do narcotráfico nos Estados Unidos.…. Uribe trabalhou para o cartel de Medellin e é um amigo pessoal próximo de Pablo Escobar Gaviria. "Escobar morreu em uma invasão pela polícia em 1993 . Dois anos atrás nesta semana, Uribe se tornou presidente da Colômbia...

Washington o ama. (The list was obtained by the National Security Archive, an independent U.S. research group.) (…)"

Os USA estão pouco se lixando para o narcotráfico e para as Farc. O objetivo deles é matar o Chávez para botar as mãos no petróleo venezuelano. As reservas de petróleo dos USA só duram por mais 8 anos.

Os jornais O Globo, Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, revista Veja, TV Band, TV Globo, SBT rádio CBN, apóiam a invasão colombiana.

Quase todas essas mídias que citei acima trazem hoje como manchete o " suposto" e inverossímil envio para as Farc pelo Chávez de U$ 300 milhões de dólares, (INVENCIONICE) TUDO NÃO PASSA DE uma tentativa de desviar o foco dos leitores da questão principal que é a invasão de um país por outro o que é gravíssimo.

Tudo o que está escrito aqui, legitima tudo o que o Chávez vem fazendo para proteger a Venezuela, seu povo, se proteger e proteger a América do Sul dos USA...
http://www.newsweek.com/id/54793

Pergunto:
Se a Venezuela não tivesse petróleo será que os USA estariam de briga com o Chávez? NÃO.

Será que se o Afeganistão, Iraque e Irã não tivessem jazidas de petróleo e gás os USA, mesmo assim, teriam arrumado encrenca com esses países? NÃO.

A Arábia Saudita, que tem a maior jazida de petróleo fino do mundo e que é um dos aliados dos USA, e que é uma ditadura deveria também ser invadida pelos USA? Pela lógica acima = SIM.

Ultimamente os USA têm se relacionado como aliado ou inimigo de países que têm jazidas de petróleo e gás? Como aliado, lógico. Será coincidência?

Será que os interesses dos USA são os mesmos da Colômbia e da América do Sul?

Vejam abaixo, trecho do livro da biografia não autorizada do Uribe, feita pelo mesmo jornalista da Newsweek da matéria acima:

Uribe, o narcotraficante

O pai de Álvaro Uribe Velez, Alberto Uribe Sierra, foi narcotraficante detido com o objectivo de o extraditar para os Estados Unidos em 1982 mas, graças às manipulações de Álvaro Uribe filho, foi posto em liberdade, sendo depois, como o declara o mesmo Álvaro Uribe, morto pelas FARC-EP, assim o dizem, pelas suas acções narcoparamilitares.

O jornalista Joseph Contreras, no seu livro "O Senhor das Sombras", "Biografia de Álvaro Uribe", disse que é bem conhecido que o helicóptero que trasladou o cadáver de Alberto Uribe, pai do actual Presidente da oligarquia colombiana, da herdade familiar até Medellin era um aparelho que do Cartel de Medellin, de Pedro Escobar", especificamente.

Ao enterro do fazendeiro, segundo o jornalista Fábio Castillo, assistiu o então Presidente da Republica, Belisário Betancourt Cuartas e uma boa parte da nata da sociedade antioquenha, no meio de velados protestos dos que conheciam os vínculos de Uribe Sierra com a cocaína.

Algum tempo depois o helicóptero Huges 500 de matrícula colombiana HK2704X, propriedade da família de Álvaro Uribe, foi encontrado no maior laboratório de cocaína descoberto na Colômbia, chamado "Traquilandia". Ao ser interrogado sobre o assunto, Uribe, visivelmente acabrunhado, respondeu com a desculpa infantil, que tinham perdido o aparelhito e que se tinham esquecido de participar o desaparecimento.

O mais espantoso (e perigoso) para nós brasileiros é ver grande parte da mídia (GLOBO - SBT - BAND - ESTADÃO - VEJA - FOLHA) apoiarem essa invasão. Prova de que essas "organizações midiáticas" estão atreladas de forma "UNDERSECRET" ao Governo dos Estados Unidos.

Se quiser mais informação deste "narcotraficante e pelego do governo do Her Bush" leia a biografia não autorizada com 260 páginas, que é o resultado do trabalho de investigação de Joseph Contreras, correspondente da revista. Newsweek. Clicando

http://canal100.blogspot.com/2008/01/uribe-o-narcotraficante.html


terça-feira, 4 de março de 2008

A última entrevista do Comandante Raúl Reyes

por Aníbal Garzón & Ingrid Storgen [*]




O Comandante Raúl Reyes tombou no dia 1 de Março de 2008, juntamente com 17 guerilheiros das FARC-EP. Caíram vítimas do bombardeamento da Força Aérea Colombiana que destruiu o seu acampamento, ao Sul do Rio Putumayo. Esta ação confirma a criminalidade do governo fascista de Uribe, que tudo faz para sabotar saídas pacíficas para a situação colombiana. Ao recusar todas as gestões para a troca de prisioneiros de guerra e apostar tudo na solução militar o governo uribista põe em risco a vida dos prisioneiros e agrava a situação. O humanismo das FARC demonstrou-se no facto de – para libertarem prisioneiros e cumprirem a promessa feita ao Presidente Chávez – se terem arriscado a que os seus acampamentos fossem localizados através da espionagem electrónica das suas comunicações e dos satélites-sensores do imperialismo. Este risco foi excessivo, como agora se viu.
A entrevista que se segue foi a última concedida pelo Cmte. Raúl Reyes, na ante-véspera da sua queda em combate. Resistir.info presta homenagem a esta grande figura histórica de dimensão internacional.

Raul Reyes durante uma visita à Europa. Aníbal Garzón e Ingrid Storgen: Quando se pôs em andamento a famosa "Operação Emmanuel" acabou por ser preciso atrasá-la devido a operações militares estatais realizada próximo do lugar onde iam ser feitas as libertações. Que objectivo acreditam as FARC que poderia existir por trás da táctica militarista de Uribe ao realizar tais actividades em pleno lugar da operação (no Departamento de Meta) ponde em perigo a vida dos reféns?


Raúl Reyes: Por trás da táctica militarista de Uribe de impedir a libertação destes prisioneiros, sãos e salvos, está a absoluta recusa deste governo à troca e às saídas concertadas. Em nada lhe importa por em grave risco a vida dos prisioneiros. Finalmente, são mais de cinco anos sem que este governo se tenha interessado em facilitar a libertação desta gente. A assinatura do acordo humanitário requer a evacuação (despeje) dos municípios de Pradera e Florida, garantia negada pelo presidente Uribe e sem a qual as FARC não aceitam entrevistas com funcionários do governo actual em nenhum lugar.

A.G e I.S: Que mudança produziria nas FARC, e no contexto colombiano em geral, se se cumprisse a proposta de Chávez de conceder o status de actor beligente num conflito armado nacional e de repercussão internacional.

R.R: O reconhecimento de beligerância proposto pelo Presidente Hugo Chávez exprime o conhecimento cabal do conflito interno colombiano. Cuja solução definitória requer saídas políticas e reconhecer a existência de dois exército enfrentados por interesses políticos, sociais e económicos muito diferentes. O exército oficial, apoiado no paramilitarismo de Estado, e do outro lado o exército formado pelas guerrilhas revolucionárias das FARC e do ELN. A troca, ou intercâmbio de prisioneiros, será feita entre o governo e as FARC. Um dos entraves interpostos pelo governo colombiano para firmar acordos com a insurgência revolucionária é negar a sua existência histórica na vida política da Colômbia. Obstina-se em fechar os olhos perante uma realidade que o presidente Chávez, sim, observa com critério bolivariano e com o seu empenho generoso de trazer a paz aos colombianos. Em lugar algum do mundo é possível conseguir a reconciliação e a paz entre os contendores sem reconhecer a existência do adversário político.

A.G e I.S: Que opinião tem quanto ao movimento havido, a nível nacional e com internacionais, no passado 4 de Fevereiro de recusa às FARC. Que comparação se pode fazer a resposta a esse movimento anunciada para 6 de Março (Movimento Vítimas de Crimes de Estado)?

R.R.: A marcha de 4 de Fevereiro último foi organizada, promovida e financiada pelo governo de Álvaro Uribe. Ela contou com a contribuição dos meios de comunicação, os paramilitares conclamaram a dela participar. Os funcionários e empregados oficiais estatais foram forçados a vincular-se à mesma. As embaixadas e os consulados receberam instruções do Ministério dos Negócios Estrangeiros para participar na marcha e solicitar aos seus amigos apoios em cada país. É a marcha do governo da para-política contra a troca ou intercâmbio de prisioneiros e contra a busca da paz. Com o propósito de gerar ambiente nacional e internacional para promover a segunda reeleição de Álvaro Uribe.

A.G e I.S.: Foi divulgado que as FARC vão elaborar uma nova libertação de três ou quatro presos políticos[1]. Que objectivo se procura com isso, tanto a nível nacional como internacional? Acredita-se que haverá alguma resposta de Uribe?

R.R.: A libertação dos ex-congressistas Luis Eladio Pérez, Gloria Polanco, Orlando Beltrán e Jorge Eduardo Gechen Turbay e anteriormente de Consuelo González e de Clara Rojas é o resultado da persistência humanitária e da sincera preocupação pela paz na Colômbia do Presidente Hugo Chávez e da Senadora Piedade Córdoba. Também é a mais contundente manifestação da vontade troca das FARC, a qual exige a evacuação militar de Pradera e Florida por 45 dias, com presença guerrilheira e comunidade internacional como garantes, para pactuar com o governo nesse espaço a libertação dos guerrilheiros e dos prisioneiros de guerra em poder das FARC.

Internacionalismo

A.G e I.S: Quanto a uma visão mais internacionalista, a queda da URSS afectou negativamente o comunismo internacional. Acreditam as FARC que a retirada de Fidel como presidente do governo cubano afectará o socialismo cubano e em consequência o auge dos movimentos sociais latino-americanos e os governos de esquerda?

R.R.: A inesperada queda da URSS afectou negativamente boa parte dos Partidos Comunistas e sobretudo a construção socialista nos países da Europa teve um sério e longo retrocesso. O derrube do socialismo russo mostrou, sem lugar a equívocos, grandes falências ideológicas, políticas e estruturais desse modelo. Ao mesmo tempo que debilitou os partidos, também produziu no seu interior a depuração dos elementos farsantes e traidores que regressaram ao sistema capitalista sem vergonha alguma. Os Partidos e os seus militares de convicções sólidas mantiveram-se fieis ao acervo dos clássicos do Marxismo-Leninismo. Sem se deixarem confundir pela tormenta do capitalismo, que proclamava o fim socialismo, manteve-se Cuba, conduzida pelo seu Partido e o Comandante em Chefe dessa revolução triunfante. As FARC, representadas pelo Comandante Jacobo Arenas (falecido em Outubro de 1990) exprimiram com contundência a traição cozinhada na Rússia por Gorbachov após a enteléquia da perestroika e da glasnot. Dissemos naquela época, com a queda do muro de Berlim e do Socialismo, nem a fome, nem a pobreza, nem a miséria desapareceram entre os pobres, por isso a luta pela libertação dos povos e a construção socialista conserva plena vigência...

Hoje, tal como nesses temos, confirmamos mais uma vez que a opção da humanidade é o socialismo.

O Comandante Fidel Castro continua a iluminar, com luz própria e experimentada, a edificação do socialismo. O partido, seu povo e o novo chefe de Estado e de Governo de Cuba, avançam sem cessar pelo caminho traçado por Fidel e seus heróicos camaradas de luta.

História e conflito com o ELN

A.G e I.S: Há vários anos iniciaram-se diversos enfrentamentos entre o ELN e as FARC, em departamentos como Arauca, Nariño, Valle del Cauca e Cauca. Como sucedeu isso? Que repercussão teve quanto ao conflito contra o Estado uribista? E que solução vê as FARC?

R.R.: Na realidade, nada justifica os enfrentamentos armados entre o ELN e as FARC, por se tratarem de duas organizações revolucionárias comprometidas com a criação das premissas da luta pela conquista do poder político a fim de dar início à construção da sociedade livre de exploradores e sem explorados. Explicar os factores históricos de confrontação entre as duas forças é sumamente complicado neste espaço e de modo algum considero prudente atribuir toda a responsabilidade a uma das partes. No meu entender existe alguma culpa de parte a parte. O mais importante por agora é parar a confrontação entre revolucionários, assumindo em ambos os lados o compromisso de localizar os elementos infiltrados que alimentam o cizânia, a desqualificação, a falta de respeito a combatentes e massas, além de propalar rumores para aumentar hostilidades ou criá-las onde não existem. Estamos em vias de efectuar uma entrevista entre as duas chefias, para por fim a esta situação e fortalecer a unidade de acção, tendo em vista consolidar a luta contra o imperialismo e a oligarquia, pela nova Colômbia, a Pátria Grande e o Socialismo.

A.G e I.S: Em Setembro de 1987 criou-se a Coordenadora Guerrilheira Simón Bolívar, uma coligação entre diferentes grupos insurgentes (ELN, FARC, M-19, EPL, Frente Quintín Lame, MIR, PRT). Na actualidade, as FARC acreditam que seria positivo e possível realizar a re-criação da Coordenadora para unir o projecto revolucionário contra o governo de Uribe?

R.R.: A unidade da esquerda revolucionária, onde estão as guerrihas do EPL, ELN e das FARC, é uma necessidade de ordem estratégica. O nome de Coodenadora Guerrilheira Simón Bolívar insere-se exactamente dentro da nossa covicção bolivariana. Entretanto, o mais importante é superar a forma fatal de solucionar as diferenças.

A.G e I.S: As FARC fundaram-se como auto-defesas camponesas, mais tarde o seu objectivo foi a conquista do poder estatal para fazer a revolução socialista. Actualmente a táctica-estratégia parlamentar foi a mais utilizada na esquerda latino-americana desde a vitória de Hugo Chávez em 1999. Diante disto, as FARC continuam a defender a possibilidade de chegar ao poder mediante a luta armada-ataque ou só utilizam esta táctica como defesa da repressão, com possibilidade de futuras reformas de esquerda com um governo mais social-democrata?

R.R.: As FARC são uma organização político-militar que aplica a combinação de todas as formas de luta revolucionária para a conquista do poder. Coerente com esta definição de princípio, não subestimam a via eleitoral mediante uma grande coligação de forças anti-imperialistas bolivarianas, progressistas, revolucionárias, que mediante um programa de governo garanta a superação da crise, comprometa-se com a troca de prisioneiros e as saídas políticas para o conflito interno dos colombianos. Esta ideia está explícita na nossa Plataforma Bolivariana e no Manifesto firmado pelo nosso Secretariado, para um novo governo que garanta a paz com democracia e justiça social.

A.G e I.S: Nos anos 80, após as negociações de paz com Belisario Betancourt, fundou-se a União Patriótica como referente político da esquerda e a possibilidade de uma futura negociação de paz. Com a alta repressão e os milhares de assassinatos sofridos nas fileiras da UP, será que as FARC repensam a possibilidade de voltar a realizar a mesma estratégia como processo de paz?

R.R.: O genocídio a cargo do terrorismo de Estado contra a União Patriótica e parte considerável do Partido Comunista Colombiano demonstrou perante o mundo a intolerância e a criminalidade da classe governante do meu país, que além disso empurra os revolucionários a engrossarem as fileiras guerrilheiras para salvarem as suas vidas e manterem a luta política com as armas na mão. A UP foi liquidada a tiros pelos inimigos das saídas políticas. Facto que obriga a privilegiar o trabalho clandestino, como o Partido Comunista Clandestino e o Movimento Bolivariano pela Nova Colômbia, cuja militância para subsistir e crescer mantém-se na clandestinidade.

Regionalismo revolucionário latino-americano

A.G e I.S: Como vêm a situação da América Latina, a partir da onda de governos progressistas na região, juntamente com outros directamente revolucionários?

R.R.: Observa-se na América Latina uma viragem positivo para a esquerda revolucionária com a liderança de governos anti-imperialistas, progressistas, independentes, bolivarianos, a caminho do socialismo, com o compromisso de cumprir o mandato do Libertador de proporcionar a maior soma de felicidade possível aos seus povos. A Colômbia não será a excepção. Como bolivarianos, em meio à confrontação com governo da ultra-direita fascista e paramilitar, vamos pelo mesmo caminho sem que ninguém nem nada o impeça.

A.G e I.S: Qual é o papel que deve cumprir a solidariedade internacionalista como muro de contenção frente à terrível problemática que vivem os povos da América Latina, os colapsos financeiros e as guerras, em momentos nos quais o império agrava os planos de desestabilização e a conhecida estratégia da CIDA e do Estado de Israel como factores de extrema periculosidade?

R.R.: O caminho está no fortalecimento da unidade anti-imperialista, progressista e da esquerda revolucionária com a finalidade de unir esforços, aprender com as experiências de cada lugar, para cerrar fileiras contra os sinistros planos dos impérios e das oligarquias crioulas, empenhadas em perpetuar-se no poder à custa da destruição das organizações e projectos políticos contrários às suas políticas de exploração, espoliação, enriquecimento ilícito, narcotráfico, corrupção, opressão, pobreza e miséria, vertidas sobre os povos do continente. Impõe-se incrementar o internacionalismo, como expressão de solidariedade de classe.

Muito obrigado,
Raúl Reyes

Montanhas da Colômbia, 28 de Fevereiro de 2008

[*] Colaboradores do sítio web Kaos en la Red .

O original encontra-se em kaosenlared.net e em http://www.resumenlatinoamericano.org , nº 993


Esta entrevista encontra-se em http://resistir.info/ .

01/Mar/08

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



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zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
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  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
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  • Que Fazer? - Lênin
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  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
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  • O Estrangeiro - Albert Camus
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  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
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  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
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  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira