quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O GOVERNO DE ESTADO E O PODER DA CLASSE SOBRE O ESTADO: O PT MORRE A MÍNGUA POR SUA SUBMISSÃO.

 (por Runildo Pinto)

"Reportando-se a filosofia do direito de Hegel, Marx chegou a conclusão de que não era o Estado, apresentado por Hegel como o 'coroamento da construção' (Krönung des Gebäudes), mas muito antes a 'sociedade civil', tratada de modo tão madrasto por ele, que constituía a esfera na qual se deveria procurar a chave para a compreensão do processo de desenvolvimento histórico da humanidade". (Karl Marx, 1869)


O Estado é constituído pela relação da base econômica e a superestrutura jurídico-política - o Estado propriamente dito. O Estado é tutelado por uma classe e esta classe no capitalismo é a burguesia. Governantes são aqueles que por diversas vias assumem o papel de administrar politicamente, e assim como o legislativo compreende a criação de leis que garantam a imposição como direito da classe dominante como se fosse da vontade geral. O judiciário, o exército e todo o tipo de polícia servem para salvaguardar a propriedade privada e o capital da classe no poder. O Estado é a organização que além de ter o monopólio da violência, garante os interesses da burguesia que é proprietária dos meios de produção mais importantes e o poder de classe sobre as demais classes da sociedade, principalmente sobre a classe mais numerosa que é a classe trabalhadora. Isto se chama, ditadura burguesa, a supremacia da classe burguesa sobre as demais classes.


A imprensa, hoje, é o cabedal mais importante que a classe dominante tem para recalcar ideologia e concretizar uma forte hegemonia sobre a sociedade. Aí está o exercício coercitivo como forma de manipulação subjetiva com o fim de naturalização do domínio do capital nas relações pessoais da população, concretizando uma alienação na população, impondo uma vida simplesmente irrefletidas ao coletivo social que acaba mobilizado por um senso comum, que apenas consegue formar opiniões, que é uma visão superficial, apenas uma aparência do real ficando circunscritas no espaço e no tempo que interessa a classe dominante.
 

O processo eleitoral é colocado e apresentado como único caminho admitido e legitimado à sociedade civil, o voto direto como forma indireta de participação e que sustenta a democracia burguesa nesse limite. Propiciando o controle das disputas ilusórias entre os partidos da ordem, apenas por projetos que se assemelham, no máximo a polarização aceita tem que acontecer entre setores em “divergências pontuais” da própria burguesia.


Se, for o caso, de uma novidade realmente “estranha”, de exceção se instalar, uma tática e estratégica totalmente fora dos parâmetros toleráveis, como é o caso da Venezuela, onde o Estado toma formatos e contornos contraditórios pela própria constituição perversa e atrasada da burguesia venezuelana de minoria branca-loirinha que era gigolô do petróleo, que criou benefícios, extravagâncias glamorosas, modernização e privilégios sofisticados para a classe dominante, deixando a maioria do povo venezuelano que é mestiço, na penúria: sem saúde pública, educação, transporte e sem nenhum direito constitucional à cidadania, nem mesmo tinham direito a carteira de identidade. Somente quem tinha acesso aos serviços de saúde e educação plenos era quem podia pagar. Um país que importava toda a produção agrícola e, podemos dizer que a produção agrícola era muito pequena, ínfima diante da necessidade da população e setor industrial muito limitado, a indústria predominante era a relacionada à produção do petróleo, como a petroquímica.


Nesse caso, o Estado precisava fazer determinados movimentos para instituir, um sistema de saúde universal, sistema educacional amplo, de transporte coletivo, incentivar setores da burguesia a investirem na industrialização e na produção agricultura para diversificá-las e ampliá-las. Um sistema eleitoral decente que evitasse as fraudes costumeiras, pois na Venezuela até os mortos votavam, e várias vezes na mesma eleição. A necessidade foi estabelecer a superestrutura do Estado burguês que a própria burguesia engessou, negligenciou diante da maioria, em um estado autoritário movido a petróleo, mantiveram com desdém fascista uma estrutura que lhe garantissem a prerrogativa única de privilégios como direitos e autoridade, privando a maioria da população de direitos legítimos à cidadania. Era o Estado mínimo autoritário da minoria branca.


A burguesia petroleira contraia o povo em tamanha arbitrariedade de interesses. O advento Chávez foi uma afronta para a burguesia venezuelana. Um intento radical, que a revolução bolivariana com Chávez teve o peito de fazer reformas consideradas radicais, vê-se que foi uma estruturação dentro dos marcos a propriedade privada e do capitalismo, causou e causa grandes polêmicas e provocou uma reação de caráter terrorista por parte das elites.


No Brasil é diferente temos um capitalismo avançado, bem estruturado com instituições fortes que abriga, também, o poder de criar privilégios (refiro-me a corrupção), pelo Estado mínimo de Collor, FHC-PSDB e o PT-Lula-Dilma não fez diferente, manteve as instituições intactas e as privatizações, empresas terceirizadas, a precarização dos direitos trabalhistas, como forma e a seu jeito, de unir o "útil" ao agradável, calcado em uma aliança política ampla geral e irrestrita como forma de agradar os burgueses, a saber, implantou o projeto liberal reformista, bem diferente do reformismo bolivariano por conta das diferenças do dois Estados burguês e formação com que cada um se constituiu.


O reformismo do PT se estabeleceu por uma conciliação de classes reivindicada pela burguesia desde o governo Sarney. A proposta da burguesia era uma conciliação negociada entre a classe burguesa e a classe trabalhadora em trono o argumento da necessidade de desenvolvimento Brasil, no pós-ditadura militar, isto é: uma negociação entre o governo e os sindicatos, movimentos sociais e não teve acordo, não aconteceu  o "PACTO SOCIAL" reivindicado pelos ricos, só vingou e sem negociação quando o PT aprendeu a ganhar eleições com os partidos burgueses, através concessão de princípios adquiridos capitulando para empresários e partidos burgueses como o PMDB e PP, o que concretizou a maior traição sobre a classe trabalhadora brasileira e suas lutas e conquistas. Ao chegar no governo, aparelhou, aliciou a maioria dos sindicatos e movimentos sociais, até mesmo o MST, para os interesses do governo com o objetivo de deixar a classe trabalhadora na passividade para manter a ordem desejada pela  burguesia.


Hoje, depois desse quadro eleitoral polarizado entre o projeto conservador da burguesia truculenta que aécio representa e o outro setor da burguesia que é a favor da paz dos cemitérios apostou no PT, mas esse apoio já não é mais tão forte, a liga está frágil, se vê pelo boicote, principalmente pela bancada do PMDB - base aliada do governo, ao tímido projeto de participação social que o governo mandou para o congresso e que agora vai para o senado. O PT está com a faca no pescoço, a burguesia não está mais a fim deste reformismo e, esse projeto está fazendo água desde o primeiro mandato da dilma, a burguesia quer o monopólio da corrupção, do governo e de todas as instâncias produtivas. Colocar o capitalismo de rapina a funcionar a todo o vapor, nada de capitalismo com descontinho.


O PT está deixando uma estrutura interessante para a burguesia, abriu um leque de opções mercadológicas que pode fazer do Brasil um país de caráter imperialista na América Latina, um sub-imperialismo, tão sonhado pela burguesia subalterna brasileira, o que deixaria satisfeitos os norte-americanos dos EUA. O Brasil se tornaria o lugar de onde partiria com muita força e dinamismo uma conspiração contra os governos bolivarianos e uma reorganização para tomar posse de recurso naturais importantes, matérias primas e do petróleo venezuelano, o qual os EUA, não tem mais controle e privilégios, entra ai o grande manancial hídrico do Brasil e a biodiversidade amazônica e pré-sal. Diga-se de passagem, esta biodiversidade está rodeada por bases do imperialismo estadunidense, no países de língua espanhola como a Colômbia. Sem falar na 4ª frota rondando o pré-sal.


Depois destas considerações, é importante entender que não há possibilidade de nutrir ilusão de que o PT venha reagir contra esse processo de rejeição da burguesia, pois necessitaria organizar o povo com propostas bem radicais e um esforço tremendo na mobilização e participação do povo trabalhador. O PT vai entregar os pontos, vai baixar as calças até os calcanhares para alegria da burguesia. O Status Qo está tramando com energia, percebam que nos EUA, há grande movimentação no governo Obama e dos donos do capital, um verdadeiro alvoroço a dimensões não imaginada pela classe trabalhadora do Brasil. Um grande descontentamento e repúdio se move contra o governo PTista no Estado brasileiro. Para finalizar, o PT, não sai dessa ileso, lembre-se nesses 12 anos de governo do PT, o principal destino da burguesia brasileira foi os EUA. O PT fortaleceu o poder da burguesia, deu uma grande lição, aperfeiçoou a burguesia ao fazer das demandas políticas dos trabalhadores, mercadoria.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

POR QUE AS IGREJAS EVANGÉLICAS E ADVENTISTAS SUPERARAM A IGREJA CATÓLICA E O FENÔMENO ELEITORAL ALCKMIN-AÉCIO.

Por Runildo Pinto

O triunfo do modernismo, foi desgastando a efetiva influência da Igreja católica, porque o  modernismo se caracteriza fundamentalmente pelo princípio da ciência. Hoje, há uma crise de valores, a contemporaneidade fragmentou tanto as relações humanas, fazendo com que o homem se torne uma mercadoria na prateleira, fazendo da sociedade em seu coletivo tomar a forma da esquizofrenia, por conseguinte no seu individualismo, é narcisista. 

As igrejas evangélicas e adventistas souberam se colocar no lugar da igreja católica com duas premissas, a primeira, já que há uma mudança de época, onde os valores do modernismo estão peremptos, e novos valores ainda não se manifestaram, estão embrionários, às pessoas fracionadas sem referências importantes, no seu fundamento perdidas, sequeladas psicologicamente em uma vida sem sentido, e exacerbadamente carentes, assim, as igrejas evangélicas e adventistas reeditaram, recuperam uma moral conservadora, reacionária, do passado, no seio da sociedade burguesa. A segunda, estimulam o consumo como fator que o dignifica, o consumismo, a ideia de "subir na vida", que na realidade é uma pseudodignidade. Com uma invocação, ao introjetada nas pessoas faz: "se ele acreditar em deus, ele vai te dar tudo aqui e não no reino dos céus". Podemos dizer: os adventistas e evangélicos frequentam uma RELIGIÃO DE RESULTADOS. Recalcam uma moral arcaica com apelo ardente pelo consumo, por melhorar de vida e até o enriquecimento. Portanto, dá um conformismo moral, aos fracos, somados a uma ilusão no consumo.

Podemos, também, observar que a reeleição de geraldo alckmin a governador de São Paulo, no primeiro turno e a expressiva votação de aécio neves candidato a presidência pelo psdb, teve uma influência muito grande destas duas religiões de resultados. Alckmin fez o pior governo da história de São Paulo e para coroar a incompetência, deixou São Paulo sucumbir na falta de água. O anticomunismo se manifestou em junho de 2013 e agora nas eleições 2014, de forma explicita e exacerbada. Ano passado, também aconteceram à Marcha com Deus dos fascistas, nesse caso, da Igreja católica partidários da ditadura militar, acompanhados por adventistas e evangélicos, e mais, teve a sugestão de fundar novamente a ARENA, um partido de extrema direita, com o intuito de aglutinar toda a direita em uma partido realmente autêntico; proposta encabeçada por uma jovem e reiterada pela velha guarda do exército brasileiro.

Nesse período, a homofobia ganhou grandes estatísticas, espaço e personalidades como Marco Feliciano, o racismo vê-se ampliando seus tentáculos e o preconceito com nordestinos ficou claro pelo porta-voz da burguesia na mídia, o ideólogo metido a intelectual, o intelectualoide, diogo mainardi. Na mesma São Paulo, há um movimento pelo impeachment da presidenta dilma e ameaça de golpe militar, reivindicado. Vivemos momentos de radicalização do setor da burguesia mais truculenta e burra. Portanto, a influência destas agremiações religiosas e da mídia corporativa, tem fomentado e influenciado todas estas manifestações reacionárias. 

Enquanto isto acontece, a presidenta reeleita, vem agradecer os votos e dar um recado bem claro para a burguesia, "vou fazer um governo que una os brasileiros", isto é: um governo de conciliação de classes. Mesmo com todas as manifestações de repúdio da burguesia, vai continuar governando com o parlamento irresponsável, conservador, corrupto, podre e de maioria ruralista latifundiária, com 273 deputados. Isto é, virando as costas para a classe trabalhadora, em clara submissão. Se por conta dos médicos cubanos, do porto construído em Cuba, financiado pelo BNDS e pelo bolsa família que foi criado pelo gov. FHC, agora considerado bolsa preguiça, fez com que ascendesse o pavio do anticomunismo, da homofobia e do racismo com veemência. Imaginem se o PT fizesse o que Chávez fez na Venezuela. Chávez disse para os trabalhadores: - se organizem, se façam por organizar, pois se eu for governar  com este parlamento que ai está, vai ser como eu virar as costas para vocês". A dilma e o PT vão virar as costas para a classe trabalhadora, mais uma vez. Vão continuar fazendo das demandas dos trabalhadores, mercadoria. 

Prestem atenção, o fenômeno eleitoral do PSDB em São Paulo é muito semelhante a adesão doentia por hitler na Alemanha. Representa uma sociedade doentia que acha natural o preconceito e todo o tipo de discriminação, uma manifestação do Homo Sacer, a vida nua, uma mera existência biológica, portanto, que se pode matar a vida, a do outro, que não vale nada, não significa nada, conforme avalia Giorgio Agamben. Prestem atenção, avaliem profundamente esse processo eleitoral. O RS, não escapa deste fenômeno.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO MEUS AMIGOS E AMIGAS! QUE VOSSAS VIDAS TENHAM UMA PERSPECTIVA REVOLUCIONÁRIA. GRANDE ABRAÇO A TODOS.








REVOLUÇÃO - Por Fidel Castro

É o sentido do momento histórico;
é mudar tudo
o que tem que ser mudado;
é igualdade e plena liberdade

É ser tratado e tratar aos outros como seres humanos
Se emancipar por nossas próprias forças
É desafiar poderosas forças dominantes
dentro e fora
do nível social e nacional;

É defender os valores nos quais se crer
ao custo de qualquer sacrifício;
É prudência, desapego material,
Desprendimento, solidariedade e heroísmo;

É lutar com audácia
Inteligência e realismo;
É jamais mentir
Nem violar princípios éticos;
É intensa convicção
de que não existe força no mundo
capaz de esmagar
a força da verdade e das ideias.

Revolução é unidade, é independência
é lutar por nossos sonhos de justiça
para Cuba e para o mundo
que é a base do nosso patriotismo,
nosso socialismo
e nosso internacionalismo.

Fidel Castro Ruz em 01 de maio de 2000 -

QUEM SE ILUDE, É QUEM NÃO TEM UMA PERSPECTIVA REVOLUCIONÁRIA.

Por Runildo Pinto

Parece que se perdeu a perspectiva de transformação social, o que vale é o consumo, a vida banalizada, superficial. Trazer o ideal da mediocridade como felicidade é o ápice da vida. Poder-se-ia fazer inclusão social com a produção e modificações estruturais nas relações de classe (entre trabalhadores e burgueses), arrancar da burguesia, não há contradição! Por exemplo: uma educação crítica e ligada a realidade, como maneira de formar pessoas para a transformação social, apontar para o rumo da revolução, como disse o mestre Paulo Freire, 'Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo'. Mas o que se fez, sucateou-se o ensino, a Universidade é uma universidade neoliberal. E mais, atrelasse todos os sindicatos e movimentos sociais aos interesses do governo, e obviamente para satisfazer aos interesses da burguesia nacional e internacional, fazer uma ordem capitalista da paz dos cemitérios, calar a classe trabalhadora.

Essa conciliação de classe tão almejada pela burguesia ao logo da década de 90, chega pelas mãos do PT em 2003, marca registrada deste partido. Voltar as costas para o povo para governar com um dos parlamentos mais sujos do planeta, o objetivo é mais capitalismo, reforçando a ideologia dos ricos e recalcando no seio da classe trabalhadora a hegemonia de classe da burguesia, não fez nada para começar a inverter essa relação de dominação.

Pensar que mais capitalismo e reformas desenvolvimentistas, em um país que usufrui de uma estrutura atualizada desse sistema, é, pois, não ter nenhuma perspectiva revolucionária de transformação, é, por convicção, uma opção de classe feita pelo PT, de fazer parte, de defender os interesses da burguesia até as entranhas. Uma traição de classe, um salto mortal decisivo na sua trajetória. Esse é o desenvolvimentismo tosco, vazio, que só interessa aos ricos.

O PT fez o caminho deixado por FHC ficar plano, escorregadio, fazendo pista livre para uma vida supérflua e cheia de ilusões. A burguesia agradece, como fez o presidente do BRADESCO, ao dizer: “o Lula é um valor a ser preservado”. Há, essa ala da burguesia inteligente e astuta, que apoia as reformas e a outra por questão de disputa, que chamo, a burguesia burra. Esta se posiciona de forma reacionária, mas se pega o governo vai manter toda essa estrutura que o PT deixaria, mas com uma arrojo maior no entreguismo das nossas riquezas, ao capital estrangeiro.

 Assim, é um PT, que governa para os ricos e sucateia a saúde, a aposentadoria, a educação, a reforma agrária, e fez?! E faz?! Amordaçou a classe trabalhadora com mais competência que FHC e a ditadura militar. O que vale para essa gente sem perspectiva revolucionária, por convicção, é o consumo de uma vida vazia, desde que a burguesia deite e role com o aumento dos seus lucros. Os Ptistas estão sendo bem remunerados, com essa politicagem como eles mesmo dizem para justificar suas alianças com a direita, a "política do possível", tanto para ganhar eleições como por serviços prestados. O filho do lula diz: OI!! Para o povo, fica a ideia do rebanho comportado!!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Caderno de Cores

(por Runildo Pinto)

O caderno de cores
Em flor, contornos a vigor, morena

A cor do caderno
Sangue de caule e sonhos

O caderno de cores
Linha do horizonte, lágrima

A cor do caderno
Mãos de colher estrelas

O caderno de cores
Descreve canto, abismo e bailarina

A cor do caderno
Traço do vento, sem norte ao sul

O caderno de cores
Poesia verde, paisagens rebeldes

A cor do caderno
Guerrilha, rasgando terras e novilúnios

O caderno de cores
Rabiscos de rebento crescem no Equador

A cor do caderno
Fuzil popular de aprumo conveniente

O caderno de cores
Vermelho, monções e colheita, povo

A cor do caderno
Dor e amor: sem espelho, vinho


O caderno de cores
Cor do caderno: folhagem branca, ocasião

A cor do caderno
Verde del Che, Comandante amigo.

em 18/01/2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

Noam chomsky vs Zizek


(por Runildo Pinto)

A pretexto da mudança de época que vivemos, o que se pode aproveitar é o embate, que pouco temos visto entre os intelectuais na virada do século. E, é por isso, que Noam Chomsky se propõe ao enfrentamento com o filósofo Esloveno. Porque é muito difícil levar a sério as "divagações" de Slavoj Žižek, que tenta concatenar "o morto com o morto-vivo", bem característico da fase de transição que vivemos - do modernismo para o pós-modernismo -, onde nada se conceitua, tudo se concretiza e se esfacela no momento próximo. Mais parece uma especulação, um pseudo-marxismo, do que propriamente um pensamento dialético sobre o que compõe todo o movimento da globalização, do neoliberalismo, do descolamento das pessoas da superestrutura (o conjunto das ideologias religiosas, filosóficas, jurídicas e políticas de determinada classe social). 
 
Não é difícil saber que há classes sociais, que há o poder de uma classe dominante e portanto, luta de classes, mas, é muito difícil detectar como a dinâmica social geral, e sob o domínio da classe dominante hegemônica na ampla maioria dos países, que transformou a sociedade num condução fragmentada de grupos e processos direcionados pelo fetiche da mercadoria. Há imensos obstáculos para se detectar a totalidade e protagonizar a unidade em uma composição social esquizofrênica e que leva o indivíduo-mercadoria a se tornar uma ser narcisista e profundamente individualista. 
 
Neste cenário a dinâmica de forças se contradizem o tempo todo, entre sentimentos e emoções que se misturam e se transferem através das relações com a mercadoria, fazem as intimidades virem a ser "extimidades", e a se esgotarem em simulacros de uma vida fugaz, isto é: em inter-humanidades superficiais, banalizantes em sujeitos medíocres. É nesse lugar onde aparece o Sr. Zizek! Surge entre ansiedades e carências de uma sociedade sem referências palpáveis e seguras, por isso a grande aceitação de suas pseudorreflexões, parecem mais uma alegoria sensorial, uma transmissão de sensações que não se conectam, não se apresentam como concretas à vida, e não elabora com seriedade comportamentos e os processos mentais da sociedade sem incluir a evolução das classes sociais, do sistema econômico e político. É o malabarista que encanta pela sua suposta criatividade, onde, em vez de conectar, filosofia, psicologia, sociologia, economia e política, faz a desconexão destes, por sua vez descarta os valores do modernismo na sua totalidade e embarcam na incerteza de supostos valores que o pós-modernismo pode, a seu ver, estar embrionado e não estão elaborados, pois vivemos, hoje, com um pé no modernismo e outro no pós-modernismo.

Há uma confusão, uma abundância excessiva, exacerbada de liberalismo que faz com que a sociedade tenha uma falsa sensação de liberdade e por outro lado careça de estudo crítico (percebam a péssima qualidade das Universidades), profundidade e aplicação efetiva da inteligência para o bem comum. O que tem predominado é a esperteza, em torno de uma mercado movido pelo fascínio da revolução tecnocientífica, que fez da tecnologia, das telecomunicações o domínio da política e de uma poderosa força de persuasão da sociedade mundial por cliches, repetições globalizadas e como consequência a despolitização generalizada. 
 
Zizek e outros querem ser protagonistas, aparentam e se autoproclamam donos de uma "nova dialética, de um novo marxismo", mas padecem na critica infundada fazendo projeção de uma imagem cultural emergente fundida em uma visão quimérica a que oferece o sonho bom ou a uma imaginação exaltada refletida no espelho. Oswaldo Giacoía Jr. ajuda a esclarecer essa postura: "justamente ai se sacraliza o profano e aparece o fundamentalismo, no nosso caso, drasticamente sob a forma do hedonismo que atravessa uma sociedade de consumo ininterruptamente reposta por uma necessidade de mais consumo e entretenimento e diversão". E nada mais são, Zizek & Cia, do que niilistas, mas, não biliosos agarrados aos valores falecidos, o que há é uma tentativa de escapar do niilismo, uma tentativa de transformar os valores peremptos em novos valores. Mas eles se perdem na própria ideologia neoliberal, prestem atenção "neo", com a intenção de inovar a imaginação política contemporânea, Zizek em seu livro, "Primeiro como tragédia, depois como farsa":

  A compreensão acertada da existência: “da possibilidade real de que a principal vítima da crise em andamento não seja o capitalismo, mas a própria esquerda, na medida em que sua incapacidade de apresentar uma alternativa global viável tornou-se novamente visível a todos”. Outra questão a ser salientado no livro, a proposta de recuperação da “ideia do comunismo”. Como se não fosse mais possível olhar para trás e, levando em conta os fracassos, pensar em maneiras novas de recuperar tais momentos nos quais o tempo para e as possibilidades de metamorfose do humano são múltiplas. Como se não pudéssemos colocar a questão: não é necessário, muitas vezes, que uma ideia fracasse inicialmente para que possa ser recuperada em outro patamar e, enfim, realizar suas potencialidades? Quantas vezes, por exemplo, o republicanismo precisou fracassar para se impor como horizonte fundamental de nossas formas de vida? A pergunta que Žižek quer colocar é: não seria o mesmo com a “ideia do comunismo”? (do texto de Vladimir Safatle)

Apresentando suas ideias, desta maneira, parece que Zizek não ganharia credibilidade pelos caminhos do mundo, por parte da mídia, da direita, dos oportunistas, dos apartidários, apolíticos e dos intitulados pensadores contemporâneos, descompromissados com o passado histórico, que segundo eles, o deixaram no seu devido lugar, arrancando as raízes da dialética e a colocando na lata de lixo do fim da história. Estes são os iluminados que se consideram “edificadores das novas estruturas” contemporâneas. Por isso, o Sr. Zizek, desfruta de grande inserção e popularidade.

A questão levantada por ele está correta, o problema é que ao mesmo tempo faz o caminho inverso: Zizek, faz uma crítica contundente, e nada construtiva, aos processos políticos desencadeados na América Latina, primeiro com Cuba e sua revolução que se mantém em plena globalização em andamento, apesar da queda da URSS, depois a Revolução Bolivariana, na Venezuela, Bolívia, Equador. Quando diz que a esquerda é principal vítima da crise do capitalismo, nega toda e qualquer possibilidade de resistência e a possibilidade de reorganização da esquerda, por consequência, dá grande credibilidade as manifestações denominadas primaveras Árabes e recentemente a do Brasil, de repercussões e futuro duvidosos. Ele, a principio, se mantém coerente dá respaldo a questões indefinidas e apócrifas, a saber, estanca a possibilidade da via revolucionária abrindo brecha para uma concepção que procura desqualificar esses movimentos de esquerda na América Latina, que acontecem por dentro da globalização. 
 
Por essas motivações Noam Chomsky, acertadamente, o ataca com veemência, apresentando que a teoria do Sr. Zizek é falsa, não merece confiança e credibilidade. Portanto, a afirmação do linguista, de que não há nenhuma possibilidade de encontrar em todo o trabalho do filosofo Esloveno alguns princípios a partir do qual você pode deduzir conclusões e proposições empiricamente testáveis, é pertinente.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Bússola: e uma palavra nome

Uma homenagem ao cantor brasileiro DJAVAN, um mestre da MPB (Música Popular Brasileira)


Bússola
(por Runildo Pinto - 11/09/2012 - 16:43)

Sonhei com um navio
Eu era,
Com rosto de barco.
Djavan
A graça da minha proa
E errava pelos sete mares

No teu regaço
Levantei âncora.
A conheci!
Linha de rumo.

Tornaste a minha guia:
No final de tarde,
Querendo sossego.
No amanhecer
Buscando especiarias,
Vinho
E pão como sempre.
A noite,
Ando embarcado:
Com laranjas e uvas;
Piperáceas, oliva
E peixe-água...
Cheiro de verdura picada
E cozida.

A agulha
De uma corrente
Ou? Algum vento repentino
O medo fere.
A esse deserdado da terra
Não importa reputação
Apenas
Ânimo ante o perigo.

Canto, então, à vista
O metal sem brilho,
No mel da orla.
O mar tem a morte,
Saudade e tesouros
E meu despertar
Sobrevoa teu sono.

O juízo costado
Da embarcação
Mergulhado pôr sal
Entre carnes cruas
Em segurança, a bordo,
O luar
A espera do sol do meio-dia
De um porto a deixar-se iludir.

Sonhei
Que tinha um rosto de barco
Era eu, um navio
Djavan na palavra que pertence
A errar pelos sete mares.

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira