quarta-feira, 17 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
ATO DE SOLIDARIEDADE AO GOVERNO EVO MORALES E A DEFESA DA DEMOCRACIA
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Convite: PAINEL O GOVERNO BOLIVIANO E O LIVRO BOLÍVIA JAKASKIWA
Dia 16 de setembro – terça-feira -19 horas
Plenário João Neves da Fontoura
3 º andar da Assembléia Legislativa
Promovem: Associação Cultural José Marti, Via Campesina, MTD, Federação dos Metalúrgicos, Sindicato dos Bancários /POA , SEMAPI, SINDSEPE, CUT, Partidos Políticos Outras entidades Sindicais e Populares do Estado do RS
Jornalista: Vânia Barbosa - Reg. prof. 8.927
tistas das províncias do Oriente do País, como Santa Cruz de la Sierra, que visam a evitar a reforma agrária e a apropriar-se das reservas de gás e petróleo da Nação, revelam que essas dificuldades enfrentadas por Morales não impedem que as mudanças sociais em curso na Bolívia representem a vanguarda das discussões políticas da América Latina.sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Bolivarianos levantem-se e transformem a Bolívia

A encruzilhada bolivariana
O povo boliviano está colocado no ponto nevrálgico da encruzilhada histórica, de um lado um projeto de caráter popular de raízes indígenas e de outro, as elites brancas que por toda história estiveram acomodadas sobre as riquezas naturais, principalmente o gás no território boliviano, como monopólio da classe burguesa. Esse é um conflito provocado por políticas anti-neoliberais que o governo Evo Morales justamente procura implantar, deste modo contraria os interesses das oligarquias bolivianas. O momento é propício pela conjuntura internacional (eleições e crise da economia norte-americana, conflitos Russia-Geórgia, crise energética e movimentos nos países bolivarianos) e interna, que o governo incorpore a condição de vanguarda e amplie o máximo a mobilização popular e almejando reformas mais ousadas.
Ter a clareza que qualquer transformação pretendida passa por um conflito com a nação imperialista estadunidense e para esse enfrentamento é necessária a unidade bolivariana, isto é: uma solidariedade de ações práticas com a Venezuela, Equador, Nicarágua, Cuba, Paraguai; como forma de inibir uma ação efetiva dos Estados Unidos na região. O Presidente Chávez, enxergou essa perspectiva e assumiu uma posição, expulsou o embaixador estadunidense e colocou seu exército à disposição. Evo Morales deve usar de cautela, mas não recuar, nas ações que o momento político exige, e o que a conjuntura suscita e avance no interior do conflito para superá-lo com a vitória do povo, em sua magnitude realista. Em primeiro lugar ter uma agenda política clara para levar a feita a mobilização da população e garanti-la à consciência dos bolivianos. A segunda da necessidade de concretizar o nascimento de uma nova forma societária na Bolívia, pois, se a burguesia vencer estará colocando o povo no ostracismo mais atroz. Lê-se que as elites não estão dispostas a respeitar qualquer expediente democrático, por mais amplo e plural que se empenhe, para resolver o impasse na ordem institucional. A classe dominante não está disposta a aceitar qualquer derrota nesse campo e muito menos quer saber de ampliar os direitos do povo.
A postura do Brasil
O governo brasileiro já sinalizou sua postura, a de mediar o embate. Essa é a condição que o Brasil tem imposto, ou seja, reafirmar sua política externa apresentando-se como a "grande potência" sul-americana. Mediar é uma manobra de habilidade para manter-se neutro, diante dos conflitos e garantir sua conivência e submissão ao governo dos Estados Unidos da América.
O Presidente Evo Morales deve cobrar do governo brasileiro uma atitude e não aceitar a neutralidade. O governo do Brasil tem colocado por inúmeras vezes os Bolivarianos em desvantagem no cenário político internacional, uma condição de oposição às políticas anti-neoliberais, principalmente da Venezuela, Bolívia e Equador.
Essa combinação política oportunista brasileira diante da situação de antagonismo político e ideológico que acontece na Bolívia coloca o governo boliviano vulnerável e a mercê da burguesia deste país. Enquanto o Brasil é o único que consolida sua política de manter-se aparte dos demais, desautorizando e depreciando a unidade latino-americana, proposta pelo movimento Bolivariano, como política externa adotada para combater o neoliberalismo no continente.
Consolidar a resistência contra o neoliberalismo
Os principais bastiões de apoio ao imperialismo estadunidense é a diplomacia Brasileira, a Colômbia armada (a Israel da América do Sul) e Peru na versão mais comum, a da submissão. Somente uma coordenação do movimento Bolivariano: Venezuela, Bolívia, Equador, Cuba, Nicarágua, a adesão do Paraguai com os movimentos sociais de todos os países, poderá consolidar uma operação realmente capaz de mudar geopolítica na América do Sul e Caribe.
Para ferir o neoliberalismo de morte é preciso de uma luta globalizada e o campo de batalha, para começá-la, está dado: a América Latina e Caribe devem lutar potencializando propostas que resgatem a moral identitária dos povos contra a desqualificação das culturas, isto não é retroceder na história, mas avançar para uma outra globalização, solidária que respeite a soberania e a estabeleça a unidade política e econômica, e que impeça a desqualificação da natureza histórica peculiar destes países. Caso contrário a globalização neoliberal dissolverá suas características, seus costumes; essas civilizações perderão seu legado para o livre comércio, capitaneado pelas grandes corporações empresariais, artificializando a vida e concretizando em cada rincão a lógica do mercado, retirando a realização de um dever moral e social, o conteúdo humano da reprodução da vida e a razão intrínseca dos meios de produção.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
35 Años después, ¡Allende Vive!

Comp@s,
por 35 veces el triste hecho que sacudió
a Chile y a todos nosotros en 1973. Son
aires que no se van, como pueden sentir
los que seguimos los acontecimientos
en Bolívia, con acciones, conspiraciones
y traiciones que ni siquiera originales son.
¡Allende Vive!
¡La lucha sigue, sigue!
(por Jorge Quillfeldt)
de lo que fue Santiago ensangrentada,
y en una hermosa plaza liberada
me detendré a llorar por los ausentes.
"Yo vendré del desierto calcinante
y saldré de los bosques y los lagos,
y evocaré en un cerro de Santiago
a mis hermanos que murieron antes.
"Yo unido al que hizo mucho y poco
al que quiere la patria liberada
dispararé las primeras balas
más temprano que tarde, sin reposo.
"Retornarán los libros, las canciones
que quemaron las manos asesinas.
Renacerá mi pueblo de su ruina
y pagarán su culpa los traidores.
"Un niño jugará en una alameda
y cantará con sus amigos nuevos,
y ese canto será el canto del suelo
a una vida segada en La Moneda.
"Yo pisaré las calles nuevamente
de lo que fue Santiago ensangrentada,
y en una hermosa plaza liberada
me detendré a llorar por los ausentes."
(Sílvio Rodrigues)
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Agrego los siguientes enlazes:
Allende vive (Jorge Insunza - Rebelión)
Salvador Allende (Memorial)
Vientos de Pueblo (Homenage a Victor Jara)
Afiches de la Unidad Popular (selección)
Y el texto cristalino de Álvaro Cuadra (Rebelión):
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Camarada Fausto Wolff, presente!

Se alguém perguntar por mim
Diga que volto já.
Se não voltar,
Vá ao jardim.
Serei terra, cajá, jasmim.
(Fausto Wolff)
Fausto não apenas se dizia comunista. Era um verdadeiro comunista: nunca se curvou aos poderosos e aos inimigos de classe; jamais conciliou com oportunistas, bajuladores, carreiristas e traidores. Seu legado e sua memória continuarão a serviço da luta por um mundo sem opressores nem oprimidos.
Camarada Fausto Wolff, presente!
Secretariado Nacional do PCB
7 de setembro de 2008
Depois de voltarmos as costas de modo arrogante e indelicado para a América Latina, preferindo nos comportar como tietes de Portugal, Inglaterra, França e dos Estados Unidos, parece que desta vez um grupo de pessoas corajosas e inteligentes entendeu que o Brasil é parte importantíssima da América Latina.
Em boa hora surge a Casa da América Latina, para urgentemente promover encontros culturais, políticos e sociais com nossos irmãos abaixo do Equador.
É um absurdo que conheçamos intimamente a vida de uma atriz norte-americana e pouquíssimo saibamos sobre o Equador e até mesmo sobre o vizinho Uruguai.
Somos vítimas de um corte cultural que teve início com o golpe militar de 64 quando começamos a perder nossa música, nossa arte, nossa imprensa e nossa identidade.
Passamos a ser um povo que não sabe quem é, de onde veio e para onde vai; o povo ideal para o laboratório do neoliberalismo e a audiência ideal para o lixo cinematográfico americano, que ensina as crianças a se drogar, a roubar e a matar sem que atitude alguma seja tomada. Pior que o crime é a banalização do crime.
Enquanto o Brasil não se reconhecer latino-americano, teremos poucas chances de nos tornarmos uma grande nação. Abaixo a violência e abaixo a elite que a produz.
Longa vida à Casa da América Latina.
Fausto Wolff
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Celia, un huracán militante
Celia Hart Santamaria (1962-2008) ¡Presente!
Néstor Kohan
¡Querida compañera Celia, hasta la victoria siempre!
Buenos Aires, 8 de septiembre de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Tábua rasa do pragmatismo: Manuela ignora princípios e reforça a história oficial
em: http://rsinsurgente.blogspot.com
DECLARACIÓN DEL MINISTERIO DE RELACIONES EXTERIORES DE CUBA

El pasado miércoles 3 de septiembre, a las 4:45 pm, el secretario
asistente de Estado para Asuntos del Hemisferio Occidental, Thomas
Shannon, entregó al Jefe de la Sección de Intereses de Cuba en
Washington la Nota Verbal No. 646, en la que plantea "su más profundo
pesar por la destrucción causada por el huracán Gustav" y afirma que
los Estados Unidos estarían preparados para ofrecer al pueblo de Cuba
"ayuda humanitaria inmediata e inicial de suministros de auxilio a
través de una organización apropiada de ayuda internacional".
Una Nota idéntica fue enviada con posterioridad al Ministerio de
Relaciones Exteriores por la Sección de Intereses de los Estados
Unidos en La Habana.
En dicha Nota, el gobierno estadounidense solicita además al Gobierno
cubano que "permita que un grupo de evaluación humanitaria visite Cuba
para inspeccionar las áreas afectadas y evaluar adecuadamente los
daños".
El sábado 6 de septiembre, a las 8:55 am, el Ministerio de Relaciones
Exteriores trasmitió al Departamento de Estado, a través de la Sección
de Intereses de Cuba en Washington, y simultáneamente a la Sección de
Intereses de los Estados Unidos en La Habana, su Nota No. 1866 en la
que agradece las expresiones de pesar del Gobierno de los Estados
Unidos por la destrucción causada en nuestro país por el huracán Gustav.
Dicha Nota señala también que Cuba no necesita la asistencia de un
grupo de evaluación humanitaria para valorar los daños y necesidades
pues cuenta con los especialistas suficientes, los cuales
prácticamente han concluido dicha labor.
La Nota del Ministerio de Relaciones Exteriores expresa además que si
el Gobierno de los Estados Unidos tiene una real voluntad de cooperar
con el pueblo cubano ante la tragedia del huracán, se le solicita que
permita la venta a Cuba de materiales indispensables y suspenda las
restricciones que impiden a las compañías norteamericanas ofrecer
créditos comerciales privados a nuestro país para comprar alimentos en
los Estados Unidos.
En ese país se ha desatado en las últimas horas un amplio debate
público acerca de la posición que debería adoptar su gobierno ante los
severos daños causados por el huracán Gustav en Cuba.
En la tarde del 4 de septiembre, el candidato presidencial demócrata,
Barack Obama, solicitó una suspensión, por no menos de 90 días, de las
restricciones a los viajes y al envío de remesas y ayuda a sus
familiares en Cuba por parte de los cubanos residentes en los Estados Unidos.
El Ministerio de Relaciones Exteriores considera que las restricciones
a los viajes y remesas de los residentes en los Estados Unidos de
origen cubano nunca debieron aplicarse. No es Cuba sino los Estados
Unidos quien priva de ese derecho a las personas de origen cubano.
Si por razones humanitarias se restablecieran esos derechos a los
cubanos, no habría forma de explicar que se mantuviera dicha
prohibición, igualmente injusta y discriminatoria, para los ciudadanos
estadounidenses.
Hoy, cuando el oriente del país ya está en alerta ciclónica ante la
amenaza del huracán Ike, tan poderoso como el Gustav, Cuba reafirma
que, en realidad, lo único correcto, ético, apegado al Derecho
Internacional y a la voluntad casi unánime de la Asamblea General de
las Naciones Unidas, sería eliminar total y definitivamente el férreo
y cruel bloqueo económico, comercial y financiero aplicado durante
casi medio siglo contra nuestra Patria, que incluye la persecución de
las operaciones comerciales y financieras cubanas en terceros países y
que, según cálculos conservadores, provoca anualmente daños superiores
a los producidos por el huracán Gustav.
Ministerio de Relaciones Exteriores
6 de septiembre de 2008
Por que Zurdo?
Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda. E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.
Vos abraço com todo o fervor revolucionário
Raoul José Pinto
ZZ - ESTUDAR SEMPRE
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- Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
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- Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
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- A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
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- MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
- MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
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- O Caminho do Poder - Karl Kautsky
- O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
- O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
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- Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
- Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
- Revolução Russa - L. Trotsky
- Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
- Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
- Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina
ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA
- 1984 - George Orwell
- A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
- A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
- A hora da estrela - Clarice Lispector
- A Leste do Éden - John Steinbeck,
- A Mãe, MÁXIMO GORKI
- A Peste - Albert Camus
- A Revolução do Bichos - George Orwell
- Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
- Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
- Aleph - Jorge Luis Borges
- As cartas do Pe. Antônio Veira
- As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
- Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
- Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
- Contos - Jack London
- Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
- Desonra, de John Maxwell Coetzee
- Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
- Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
- Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
- Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
- Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
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- Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
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- Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
- O Alienista - Machado de Assis
- O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
- O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
- O Estrangeiro - Albert Camus
- O homem revoltado - Albert Camus
- O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
- O livro de Areia – Jorge Luis Borges
- O mercador de Veneza, de William Shakespeare
- O mito de Sísifo, de Albert Camus
- O Nome da Rosa - Umberto Eco
- O Processo - Franz Kafka
- O Príncipe de Nicolau Maquiavel
- O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
- O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
- O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
- Oliver Twist, de Charles Dickens
- Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
- Os Miseravéis - Victor Hugo
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- OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
- Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
- São Bernardo - Graciliano Ramos
- Vidas secas - Graciliano Ramos
- VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)
ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA
- A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
- A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
- Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
- EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
- Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
- O Diário do Che na Bolívia
- PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
- Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret
ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO
- Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
- Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
- Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
- Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
- Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
- Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
- Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
- Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
- Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira





