Fidel la dignificó para andar por estas tierras.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Feliz Aniversário Comandante Fidel Castro
Fidel la dignificó para andar por estas tierras.
domingo, 22 de novembro de 2009
ONTEM, EM HAVANA: O povo se cansa de Yoani Sanchez
Guillermo Nova / A República / Havana
Na sexta-feira, 20 de novembro, Reinaldo Escobar, marido Yoani Sanchez tentou acabar com o ato de encerramento da Feira Universitária do Livro e Leitura (FULL) , na central Rua 23, esquina com a Avenida dos Presidentes, em Havana. Mas, saiu-se mal.
Quando os jovens havaneiros desfrutavam da oferta de livros a preços baixos e música dos grupos de artistas amadores, o marido da blogueira cubano se colocou em frente dos meios de comunicação estrangeiros presentes e disse que ele estava ali como sinal de luto pelas supostas agressões à sua esposa, na semana passada.
Os cubanos já se cansaram de tanta provocação e ao ritmo da conga, os jovens que participavam do evento começaram espontaneamente a gritar "esta rua é revolucionária" e "abaixo a 'gusanera'", e ainda "Raul, seguro, aos ianques dá-lhe duro".
O curioso do fato é que os agentes de segurança, aos que Yoani Sanchez tantas vezes denunciou por supostas agressões e assédio, tiveram que ser os que retiraram seu marido do local, para que não sofresse a ira de um povo cansado das muitas provocações.
A suposta agressão denunciada pela blogueira cubana, foi completamente desmentida, em declarações exclusivas à La República, pelos próprios médicos que atenderam e que em nenhum momento encontraram lesões, além de ser compatível com o exame médico que fez.
Fonte: LaRepública.es
Tradução: Robson Luiz Ceron - SolidáriosVeja mais fotos:
A cara de b. do marido da mercenária, não precisa nem apontar quem é:

O povo reunido
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Uma perspectiva cubana: 50 anos de transição ao socialismo
por James Cockcroft [*] Em seu discurso comemorativo do quinquagésimo aniversário do triunfo da Revolução cubana, pronunciado em janeiro de 2009, o presidente Raúl Castro, a quem o povo se refere simplesmente como "Raúl", reiterou o discurso de Fidel aos estudantes da Universidade de Havana, pronunciado em 2005: "Esta nação pode autodestruir-se...Quem não pode destruí-la são eles (referindo-se ao imperialismo estadunidense); nós, sim, nós podemos destruí-la e seria culpa nossa."
Racionalização e reestruturação do Estado
1. Raúl Castro, Fiftieth Anniversary Address, Santiago de Cuba, Jan. 1, 2009.
2. Em 2002, A Assembléia Nacional do Poder Popular emendou a Constituição para tornar o socialismo "irrevocável, não podendo o capitalismo nunca mais retornar a Cuba." Oito milhões de cubanos assinaram a petição em favor dessa emenda.
3. Um líder cubano economista disse-me em março de 2009 que a unificação das duas moedas seria algo muito complexo do ponto vista econômico e social e que só avançaria gradualmente no ambiente de crise econômica mundial e de seu impacto sobre Cuba (por exemplo, o preço do principal mineral de exportação de Cuba, o níquel, desmoronou).
4. Atilio Borón, "Una reunión en primera persona con Fidel," Página 12, March 14, 2009, author's translation. For Fidel's reflection, see posting on Fidel Castro News site, March 4, 2009, http://fidel-castro-news.newslib.com/.
5. Raúl Castro, entrevista com a jornalista cubana Talía González Pérez, Dec. 31, 2008, author's translation from http://www.cnctv.cubasi.cu/noticia.php?idn=12659. The tunnels store major military equipment, from tanks to planes, but no boats.
6. Veia-se Nota 1. 7. Luis Britto García, "Cuba Revolucionaria", Tribuna Popular, Dec. 28, 2008, author's translation, http://luisbrittogarcia.blogspot.com/2008/12/cuba-revolucionaria.html.
8. Para mais informações, leia-se Susan Hurlich, "Three Celebrations," People's Voice, 15:1, 2007, 7 & 10.
9. Uma reivindicação concerne aos direitos dos homossexuais e dos travestis. A filha de Raúl, Mariela Castro Espín, sexóloga profissional, luta por uma legislação para reformar o Código Civil com o objetivo de garantir aos casais homossexuais os mesmo direitos dos casais heterossexuais. Segundo Castro Espín, ainda que a sociedade esteja mais aberta aos homossexuais que no passado, uma grande campanha educacional continua a ser necessária. O PCC tem homossexuais entre os seus membros. Mariela pretende propor no Sexto Congresso do Partido Comunista que a aceitação de fato torne-se explícita e obrigatória nos estatutos do Partido.
10. Cuba é hoje uma potência mundial em biotecnologia e pesquisa oncológica. Sua vitalidade cultural nas artes e no pensamento crítico é notável. A WWF reconheceu Cuba como o país mais avançado do mundo em desenvolvimento ecologicamente sustentável. Os progressos em agricultura orgânica surgidos no "Período especial", as energias renováveis e a política de economia de energia da "Revolução Energética" lançada nos anos 1990, mas ampliada em 2006, contribuíram para esse avanço geral. No entanto, devido à devastação dos furacões e apesar de taxas de crescimento econômico entre 8 e 11 %, o "Período Especial" ainda persiste.
11. Revolucionários que lutaram por seus ideiais. Hatuey era um chefe índio que foi queimado pelos "Conquistadores" espanhóis. Carlos Manuel de Céspedes proclamou a independência de Cuba da Espanha e a abolição da escravidão, em 10 de outubro de 1868, dando início à Guerra dos trinta anos". Antonio Maceo, um afrocubano, foi o principal comandante guerrilheiro durante esta guerra. José Martí morreu em 1895, lutando nesta mesma guerra, que chegou a derrotar os espanhóis antes da invasão estadunidense de 1898, a qual ligou uma Cuba "independente" aos interesses capitalistas. Julio Antonio Mella, assassinado em 1929, foi o fundador e o líder da Federação dos Estudantes Universitários e do Partido Comunista que rejeitou "as servis cópias de revoluções feitas por outros homens" e defendeu os "seres humanos que agem segundo seus próprios pensamentos e seu próprio entendimento e não segundo raciocínios estranhos". O triunfo da Revolução cubana em 1959 concluiu a luta nacional pela soberania.
12. Gomez era um afrodominicano que se tornou general e que comandou soldados independentistas. Guevara nasceu na Argentina, mas tornou-se um líder-chave e um pensador da Revolução cubana, lutou na África e foi assassinado em 1967 sob ordens dos Estados Unidos após ser capturado na Bolívia.
NR: Posteriormente, em Maio, o jornal El País publicou notícia do envolvimento dos visados com serviços de espionagem espanhóis. A notícia teve como origem vídeos que as autoridades cubanas apresentaram aos seus quadros.
[*] Estado-unidense emigrado no Canadá coordenou viagens de pesquisa a Cuba; é redator honorário de Latin American Perspectives; foi vice-presidente do Tribunal Benito Juárez, um tribunal da sociedade civil que teve lugar no México em 2005 e que concluiu que a política dos Estados Unidos em relação a Cuba correspondia à definição de "genocídio" proposta pelas Nações Unidas. Este artigo é dedicado a Célia Hart (falecida em 2008). Foi publicado em Against the Current, Nº 141, July/August 2009, http://www.solidarity-us.org/node/2273; IELA, Univ. Federal de Santa Catarina, Brasil, 28/Julho/09 ; Comité de Defesa da Humanidade Capítulo Rio de Janeiro, 28/Julho/09 . Tradução de Emerson da Silva.
O original e a versão em português encontram-se em http://www.jamescockcroft.com/node/185
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ . |
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Feliz Aniversário Comandante Fidel Castro
Fidel la dignificó para andar por estas tierras.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
UMA VITÓRIA IMENSA
Querido Hugo:
Felicidades para tí y para tu pueblo por una victoria que por su magnitud es imposible medirla
Fidel Castro.
"Esta victoria es tuya también Fidel, y del pueblo cubano y de los pueblos de América Latina"
Hugo Chávez
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Somente poderia ser na América Latina a começar a resistência contra o neoliberalismo e o império, somente poderia ser os índios e camponeses a levantarem-se contra o império. Essa é uma lição que deve ser apreendida por todos e principalmente pela esquerda que "vive num marasmo pequeno burguês e por isto é dogmática, arrogante e vaidosa", a ponto de desprezar a unidade de classe e ignorar onde começa a luta verdadeira. Zapatistas, Indios Bolivianos, Mestiços na Venezuela e Equador, clarificam a realidade dos povos que aqueles que ligados a terra e que primeiro foram sacrificados e massacrados por gerações pelos brancos, hoje dão um basta e uma viva demostração que a realidade não deve ser substimada, que as classe sociais, ão os oprimidos pelos capitalismo e seu asseclas e nada é mais simples de entender.
O Cme. Fidel Castro, tornou inteligível a Revolução, diante de 16 companheiros quando afirmou que levariam adiante a revolução Cubana "...Se Salimos llegamos, se llegamos, entramos y si entramos, triunfamos", as condições estavam dadas. Suas palavras devem ser entendidas, pela avaliação quase sempre correta da realidade, dos processos desencadeados pelo povo devem tomar seriedade e corpo, alimentados pelo proprio povo que sabe como criar lideranças e sabe as tirar caso não seja traída, por isto estes os processos devem ser desalienantes despido do culto as personalidades. Tornar inteligíveis os processos desencadeados na América Latina depende em primeiro lugar não subestimar a reação dos povos.
....continua (ainda sem revisão)
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
"As revoluções só avançam e perduram quando o povo é protagonista"

Santiagueiras e santiagueiros;
Orientais;
Combatentes do Exército Rebelde, da luta clandestina e de cada combate em defesa da Revolução durante estes 50 anos;
Compatriotas:
O primeiro pensamento, num dia como hoje, será para os que tombaram nesta longa luta. Eles são paradigma e símbolo do esforço e do sacrifício de milhões de cubanos. Estreitamente unidos, empunhando as poderosas armas que significam a direção, os ensinamentos e o exemplo de Fidel, aprendemos no rigor da luta a converter sonhos em realidades; a não perdermos a calma e a confiança diante dos perigos e das ameaças; aprendemos a cobrar esperança d
epois dos grandes reveses; a converter em vitória cada desafio e a enfrentar as adversidades, por muito inultrapassáveis que pudessem parecer.
Os que tivemos o privilégio de viver com toda intensidade esta etapa de nossa história, sabemos muito bem quão certo foi o alerta que nos fez naquele 8 de janeiro de 1959, em seu primeiro discurso ao entrar na capital:
"A tirania foi derrubada. A alegria é imensa. Contudo, ainda falta muito por fazer. Não nos enganamos acreditando que daqui em diante tudo será fácil; talvez doravante tudo seja mais difícil", concluiu.
Pela primeira vez, o povo cubano alcançava o poder político. Desta vez, junto a Fidel, os mambises (cubanos que lutaram pela independência de Cuba no século 19 contra os espanhóis) conseguiram entrar em Santiago de Cuba. Atrás ficavam 60 anos exatos de dominação absoluta do nascente imperialismo norte-americano, que não tardaria em mostrar seus verdadeiros propósitos, ao impedir a entrada do Exército Libertador nesta cidade.
Também ficaram atrás a grande confusão e, sobretudo, a frustração enorme gerada pela intervenção norte-americana. No entanto, manteve-se em pé, além de sua dissolução formal, a decisão de luta do Exército Mambí e o pensamento que guiou as armas de Céspedes, Agramonte, Gómez, Maceo e tantos outros próceres e combatentes pela independência.
Vivemos algo mais de cinco décadas de governos corruptos, de novas intervenções norte-americanas; a tirania de Gerardo Machado e a revolução frustrada que a derrubou. Mais tarde, em 1952, o golpe de Estado, com o apoio do governo norte-americano, instaurou de novo a ditadura, fórmula aplicada nesses anos para garantir sua dominação na América Latina.
Para nós, ficou claro que a luta armada era a única via. Nós, os revolucionários, como antes acontecera com Martí, ficamos novamente diante do dilema da guerra necessária pela independência, truncada em 1898.
O Exército Rebelde retomou as armas dos mambises e, depois da vitória, se transformou para sempre nas invencíveis Forças Armadas Revolucionárias.
A Geração do Centenário, que em 1953 assaltou os quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, contou com o importante legado de Martí, com sua visão global humanista, que vai além da consecução da libertação nacional.
Em termos históricos, foi breve o tempo entre a frustração do sonho dos mambises e o triunfo na guerra de libertação. No começo deste período, Mella, um dos fundadores do nosso primeiro partido comunista e criador da Federação Estudantil Universitária (FEU), tornou-se herdeiro legítimo e ponte que liga o pensamento martiano às idéias mais avançadas.
Foram anos de maturidade da consciência e da ação de operários e camponeses, e de formação de um setor intelectual genuíno, valente e patriótico, que os acompanha até hoje.
O magistério cubano, fiel depositário das tradições de luta de seus antecessores, incutiu-as no melhor das novas gerações.
Desde o triunfo, foi evidente para cada homem e mulher humilde que a Revolução era um cataclismo social justiceiro que bateu a todas as portas, desde os palacetes da Quinta Avenida até a mais misérrima e afastada cabana de nossos campos e montanhas.
As leis revolucionárias não só cumpriram o programa do Moncada, mas também satisfizeram outras exigências na lógica evolução do processo. Além disso, estabeleceram um precedente para os povos da nossa América que, há 200 anos, iniciaram o movimento para se emancipar do colonialismo.
Em Cuba, a história americana encaminhou por rumos diferentes. Nada moralmente valioso foi alheio ao turbilhão que, mesmo antes do dia 1º de janeiro de 1959, começou a eliminar opróbrios e iniqüidades, e deu passo ao gigantesco esforço de todo um povo, determinado a dar-se a si próprio quanto merece e conseguiu construir com seu sangue e seu suor.
Milhões de cubanos têm sido trabalhadores, estudantes, soldados, ou simultaneamente, as três coisas, tantas vezes como as circunstâncias assim o exigiram.
A síntese magistral de Nicolás Guillén resumiu o significado da vitória de janeiro de 1959 para o povo: "Tenho o que tinha que ter", diz um de seus versos, referindo-se não a riquezas materiais, mas ao fato de sermos donos de nosso destino.
É uma vitória duas vezes meritória, porque foi alcançada. apesar do ódio doentio e vingativo do poderoso vizinho.
A incitação e o apoio à sabotagem e ao banditismo; a invasão à Baía dos Porcos; o bloqueio e outras agressões econômicas, políticas e diplomáticas; a permanente campanha de mentiras dirigida a denegrir a Revolução e seus líderes; a Crise dos Mísseis, os seqüestros e ataques a embarcações e aviões civis; o terrorismo de Estado, com seu terrível saldo de 3.478 mortos e 2.099 incapacitados; os planos de atentados a Fidel e a outros dirigentes; os assassinatos de operários, camponeses, pescadores, estudantes, diplomatas e combatentes cubanos. Esses e muitos outros crimes são prova do obcecado empenho de apagar, a qualquer preço, a luz de justiça e decoro que significou a alvorada de 1º de janeiro.
Uma após outra, todas as administrações norte-americanas não deixaram de tentar forçar uma mudança de regime em Cuba, por uma ou outra via, com maior ou menor agressividade.
Resistir é a palavra de ordem e a chave de cada uma das nossas vitórias, durante este meio século de luta incansável, em que partimos invariavelmente do fato de pôr em perigo nossa própria pele, sem deixarmos de reconhecer a ampla e decisiva solidariedade recebida.
Há muitos anos, os revolucionários cubanos nos cingimos à máxima martiana: "A liberdade custa muito cara, e é preciso resignar-se a viver sem ela, ou decidir-se a comprá-la a seu preço".
Nesta praça, no 30º aniversário do triunfo, Fidel disse: "Estamos aqui, porque conseguimos resistir". Uma década depois, em 1999, desta mesma sacada, afirmou que o período especial constituía "a mais extraordinária página de glória e firmeza patriótica e revolucionária, (…) quando ficamos absolutamente sozinhos no meio de Ocidente, a 90 milhas [145 km] dos Estados Unidos e resolvemos continuar adiante". Fim da citação. Hoje, repetimo-lo assim.
Tem sido uma resistência firme, sem fanatismos, baseada em sólidas convicções e na decisão de todo um povo de defendê-las ao preço que for necessário. Prova disso, neste momento, é a firmeza de nossos gloriosos Cinco Heróis (Aplausos e exclamações de: "Viva!").
Hoje não estamos sozinhos diante do império neste lado do oceano, como aconteceu nos anos sessenta, quando os Estados Unidos, em janeiro de 1962, impuseram o absurdo de expulsar Cuba da OEA, o país que pouco antes fora vítima de uma invasão organizada pelo governo norte-americano e escoltada até nossas costas por seus navios de guerra. Precisamente, como foi demonstrado, essa expulsão era o prelúdio de uma intervenção militar direta, impedida apenas pela instalação dos mísseis nucleares soviéticos, que resultou na Crise de Outubro, conhecida mundialmente como a Crise dos Mísseis.
Hoje a Revolução é mais forte do que nunca e jamais cedeu um milímetro só em seus princípios, nem nos momentos mais difíceis. Não muda minimamente essa verdade o fato de que alguns poucos se cansam e até renegam de sua história, esquecendo-se de que a vida é um eterno batalhar.
Será que isso significa que diminuíram os perigos? Não, não caiamos em ilusões. Agora, que comemoramos este meio século de vitórias, impõe-se a reflexão sobre o futuro, sobre os próximos cinqüenta anos, que serão também de luta permanente.
Observando as atuais turbulências do mundo contemporâneo, não podemos pensar que serão mais fáceis, digo-o não para apavorar alguém, é a pura realidade.
Também devemos levar bem em conta o que Fidel disse a todos nós, mas especialmente aos jovens, na Universidade de Havana, em 17 de novembro de 2005: "Este país pode se autodestruir; esta Revolução pode ser destruída, mas hoje são eles os que não podem destruí-la; nós sim, nós podemos destruí-la, e seria culpa nossa", sentenciou.
Diante dessa possibilidade, pergunto-me: qual é a garantia de que não aconteça algo tão terrível para nosso povo?
Como evitar um golpe tão aniquilador em que precisaríamos de muito tempo para nos recuperarmos e alcançarmos de novo a vitória?
Falo em nome de todos os que lutamos, desde os primeiros disparos nos muros do Moncada, há 55 anos, até dos que cumpriram heróicas missões internacionalistas.
Falo também, é claro, em nome dos que morreram nas guerras de independência e, mais recentemente, na guerra de libertação. Representando todos eles, falo em nome de Abel e de José Antonio, de Camilo e do Che, quando afirmo, em primeiro lugar, que isso exige dos dirigentes do amanhã nunca esquecerem que esta é a Revolução dos humildes, pelos humildes e para os humildes (Aplausos); que não embrandeçam com os cantos de sereia do inimigo e tenham consciência de que, por sua essência, nunca deixará de ser agressivo, dominante e traiçoeiro; que jamais se afastem dos nossos operários, dos nossos camponeses e do resto do povo; que os militantes impeçam que o Partido seja destruído. Aprendamos com a história.
Se agirem assim, sempre contarão com o apoio do povo, inclusive, quando se enganarem em questões que não violem princípios essenciais. Porém, se seus atos não forem conformes essa conduta, nem sequer contarão com a força necessária nem a oportunidade para retificar, visto que carecerão da autoridade moral que só outorgam as massas àqueles que não cedem na luta. Poderiam terminar sendo fracos diante dos perigos externos e internos, e incapazes de preservarem a obra, fruto do sangue e do sacrifício de muitas gerações de cubanos.
Se isso chegasse a acontecer, ninguém duvide disso, nosso povo saberá lutar, e na primeira linha estarão os mambises de hoje, que não se desarmarão ideologicamente nem deixarão cair a espada (Aplausos e exclamações).
Cabe à direção histórica da Revolução preparar as novas gerações para assumirem a enorme responsabilidade de continuar o processo revolucionário.
Esta heróica cidade de Santiago, e Cuba toda, foi testemunha do sacrifício de milhares de compatriotas; da raiva acumulada perante tanta vida truncada pelo crime; da dor infinita das nossas mães e do valor sublime de suas filhas e seus filhos.
Cá nasceu um jovem revolucionário, que apenas tinha 22 anos quando foi assassinado, que simboliza essa disposição para o sacrifício, pureza, valentia, serenidade e amor à pátria de nosso povo: Frank País García.
Nesta terra do oriente do país nasceu a Revolução. Aqui foi a clarinada de La Demajagua e de 26 de julho; aqui desembarcamos no Granma e iniciamos o combate em montanhas e planícies, estendido depois a toda a Ilha. Como disse Fidel em A História me Absolverá, aqui, "a cada dia, parece que haverá novamente o de Yara ou o de Baire".
Nunca mais voltarão a nossa terra a miséria, a ignomínia, o abuso e a injustiça!
Jamais voltará a dor ao coração das mães nem a vergonha a alma de cada cubano honesto!
É a firme decisão de uma nação em pé de luta, ciente de seu dever e orgulhosa de sua história (Aplausos).
Nosso povo sabe cada imperfeição da obra que ele próprio constrói com seus braços e defende pondo sua vida em risco. Os revolucionários somos nossos principais críticos. Não hesitamos em elucidar publicamente deficiências e erros. Sobram os exemplos passados e recentes.
Desde 10 de outubro de 1868, a desunião foi a causa fundamental de nossas derrotas. A partir de 1º de janeiro de 1959, a unidade, forjada por Fidel, é garantia de nossas vitórias. Nosso povo conseguiu mantê-la diante de todas as adversidades e tentativas separatistas e soube colocar os anseios comuns por cima das diferenças, derrotar mesquinhezes, à força de coletivismo e generosidade.
As revoluções só avançam e perduram quando o povo é protagonista. O fato de ter compreendido essa verdade e agido invariavelmente em conseqüência com ela, foi fator decisivo da vitória da Revolução cubana face a inimigos, dificuldades e desafios aparentemente invencíveis.
Neste primeiro meio século de Revolução vitoriosa, nosso principal tributo a nosso maravilhoso povo; a sua exemplar decisão, valor, fidelidade, vocação solidária e internacionalista; a sua extraordinária demonstração de vontade, espírito de sacrifício e confiança na vitória, no Partido, em seu máximo líder e, sobretudo, em si próprio (Aplausos).
Sei que expresso o sentir dos meus compatriotas e de muitos revolucionários no mundo, ao prestar homenagem nesta hora ao líder da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz (Aplausos e exclamações).
Um indivíduo só não faz a história; sabemos disso, mas existem homens imprescindíveis capazes de influírem decisivamente em seu curso. Fidel é um deles, ninguém duvida, nem mesmo seus inimigos mais acérrimos.
Desde muito jovem, tornou seu um pensamento de Martí: "Toda a glória do mundo cabe num grão de milho". Converteu-o em escudo contra o fátuo e o passageiro, sua principal arma para transformar lisonjas e honras, por merecidas que forem, em maior modéstia, honradez, decisão de luta e amor pela verdade, que invariavelmente ele colocou acima de tudo.
A essas idéias se referiu, nesta mesma praça, há 50 anos. Suas palavras daquela noite têm uma vigência absoluta.
Neste momento especial, que nos faz meditar o caminho percorrido e, sobretudo, o ainda mais longo que temos perante nós, quando ratificamos de novo o compromisso com o povo e nossos mártires, permitam-me concluir repetindo o alerta premonitório e o apelo ao combate que nos fez o Fidel neste histórico lugar, em 1º de janeiro de 1959, quando sublinhou:
"Não julgamos que todos os problemas irão ser facilmente resolvidos, sabemos que o caminho está cheio de obstáculos, mas somos homens de fé, que sempre enfrentamos as grandes dificuldades. O povo pode ter certeza de uma coisa: 'talvez possamos nos enganar uma ou muitas vezes, mas jamais poderá dizer que nós roubamos, que traímos".
E acrescentou:
"Nunca nos deixaremos arrastar pela vaidade nem pela ambição, (…) não há satisfação nem prêmio maior do que cumprir o dever", concluiu.
Numa data de tanto significado e simbolismo, meditemos estas idéias que constituem um guia para o revolucionário verdadeiro. Façamo-lo com a satisfação do dever cumprido até hoje; com o aval de ter vivido com dignidade o mais intenso e fecundo meio século de história-pátria e com o firme compromisso de que nesta terra sempre poderemos exclamar com orgulho:
Glória aos nossos heróis e mártires! (Exclamações de: "Glória!")
Viva Fidel! (Exclamações de: "Viva!")
Viva a Revolução! (Exclamações de: "Viva!")
Viva Cuba livre! (Exclamações de: "Viva!")
(Ovação).
O original encontra-se em http://www.granma.cu/espanol/2009/enero/juev1/jamas.html e a versão em português em http://www.granma.cu/portugues/2009/enero/lun5/2discursoP.html
Este discurso encontra-se em http://resistir.info/ .
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
El papel de bueno, ¿a costa de quién?
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Cuando el gobierno de Estados Unidos ofreció hipócritamente 100 mil dólares como ayuda frente a la catástrofe ocasionada por el huracán Gustav previa inspección in situ para comprobar daños, se le respondió que Cuba no podía aceptar donación alguna del país que nos bloquea; que ya habían sido calculados los daños y lo que reclamábamos era que no se prohibiera la exportación de los materiales indispensables y los créditos asociados a las operaciones comerciales.
Algunos en el Norte se desgañitaron gritando que era inconcebible el rechazo de Cuba.
Cuando el Ike pocos días después azotó el país desde Punta de Maisí al Cabo de San Antonio, los vecinos del Norte fueron un poco más hábiles. Dulcificaron el lenguaje. Hablaron de aviones listos para partir con productos por valor de cinco millones de dólares; que no sería necesario evaluar, porque ya lo habían hecho por sus propios medios, que no pueden ser otros que los de espiar a nuestro país. Esta vez sí que pondrían en aprietos a la Revolución —pensaban—; si se atrevían a rechazar la oferta, se buscarían problemas con la población. Tal vez se creyeron que nadie había visto las imágenes divulgadas por la televisión de Estados Unidos cuando las fuerzas de ocupación de la ONU repartían alimentos en Haití a la población hambrienta que se los disputaba a través de una cerca de alambres de púa, dando lugar incluso a niños heridos.
El hambre en ese país es fruto del saqueo histórico y despiadado de los pueblos. Allí mismo, en Gonaïve, nuestros médicos arriesgaban su vida asistiendo a la población de esa ciudad, así como lo hacen en casi el ciento por ciento de los municipios de esa nación. Esa cooperación prosigue allí como en decenas de naciones del mundo, a pesar de los huracanes. A la nueva y astuta Nota, se le respondió categóricamente: "nuestro país no puede aceptar una donación del gobierno que nos bloquea, aunque está dispuesto a comprar los materiales indispensables que las empresas norteamericanas exportan a los mercados, y solicita la autorización para el suministro de los mismos, así como de los créditos que son normales en todas las operaciones comerciales.
"Si el gobierno de Estados Unidos no desea hacerlo definitivamente, el de Cuba solicita que al menos lo autorice durante los próximos seis meses, en especial si se toman en cuenta los daños ocasionados por los huracanes Gustav e Ike, y que aún faltan los meses más peligrosos de la temporada ciclónica."
No se hacía con altanería, porque no es el estilo de Cuba. En la propia Nota se puede apreciar cómo se expresaba con modestia la idea de que nos bastaba con que se suspendiera la prohibición por un limitado período de tiempo.
El secretario de Comercio de Estados Unidos, Carlos Gutiérrez, descartó el viernes 12 que se levantara de forma temporal el bloqueo.
Es obvio que el gobierno de ese poderoso país no puede comprender que la dignidad de un pueblo no tiene precio. La ola de solidaridad con Cuba, que abarca a países grandes y pequeños, con recursos y hasta sin recursos, desaparecería el día en que Cuba dejara de ser digna. Se equivocan rotundamente los que en nuestro país se disgusten por ello. Si en vez de cinco millones fuesen mil millones, se encontrarían la misma respuesta. El daño en miles de vidas, sufrimientos y más de 200 mil millones de dólares que han costado el bloqueo y las agresiones yanquis, no pueden pagarse con nada.
En el informe oficial parcial se le explicó al pueblo que en menos de diez días el país había sido afectado en más de cinco mil millones de dólares. Pero también se explicó que esas cifras eran a precios históricos y convencionales, que nada tenían que ver con la realidad. No debe ser olvidada nunca la explicación bien clara de que "los cálculos de las pérdidas en viviendas son sobre la base de precios históricos y convencionales, y no los valores reales a precios internacionales. Baste señalar que para disponer de una vivienda duradera que resista los más fuertes vientos, se requiere un elemento indispensable que escasea mucho: la fuerza de trabajo. Esta se necesita lo mismo para una reparación temporal que para una construcción duradera. Dicha fuerza hay que repartirla en todos los demás centros de producción y servicios, algunos significativamente dañados, por lo que el valor real de una vivienda en el mundo y la amortización de la inversión correspondiente es muchas veces mayor."
El golpe de la naturaleza fue contundente, pero también es alentador conocer que no habrá tregua ni descanso en nuestra lucha.
La crisis económica que golpea a Estados Unidos, y como consecuencia a los demás pueblos del mundo, no tiene respuesta definitiva; en cambio, sí la tienen los desastres naturales en nuestro país y todo intento de poner precio a nuestra dignidad.
Fidel Castro Ruz
Septiembre 16 de 2008
7 y 54 p.m.
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Bom dia Comandante em Chefe FIDEL CASTRO

Fidel la dignificó para andar por estas tierras.
( Canción Por La Unidad Latinoamericana - Pablo Milanés)
Te abraço com todo o fervor revolucionário
Runildo Pinto
Desde Sierrra Maestra - 13 de agosto de 2008 - Cuba Socialista
Tua vida é feita da verdadeira Felicidade Comandante Fidel Castro!
"Juramos Vencer! Pátria ou Morte! Até a vitória!"
Postado em http://bloquezonalivre.blogspot.com/
Por que Zurdo?
Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda. E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.
Vos abraço com todo o fervor revolucionário
Raoul José Pinto
ZZ - ESTUDAR SEMPRE
- A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
- A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
- A era do capital - HOBSBAWM, E. J
- Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
- Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
- As armas de ontem, por Max Marambio,
- BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
- Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
- Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
- Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
- Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
- Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
- Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
- Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
- Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
- HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
- Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
- Lênin e a Revolução, por Jean Salem
- O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
- O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
- O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
- O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
- Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
- Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
- Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
- Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
- Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
- Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
- Um homem, um povo - Marta Harnecker
zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA
- A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
- A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
- A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
- A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
- A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
- A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
- A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
- A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
- A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
- Antígona, de Sófocles
- As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
- As três fontes - V. I. Lenin
- CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
- Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
- Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
- Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
- Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
- Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
- Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
- Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
- Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
- História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
- Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
- MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
- MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
- Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
- Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
- Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
- O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
- O Caminho do Poder - Karl Kautsky
- O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
- O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
- Orestéia, de Ésquilo
- Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
- Que Fazer? - Lênin
- Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
- Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
- Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
- Revolução Russa - L. Trotsky
- Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
- Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
- Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina
ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA
- 1984 - George Orwell
- A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
- A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
- A hora da estrela - Clarice Lispector
- A Leste do Éden - John Steinbeck,
- A Mãe, MÁXIMO GORKI
- A Peste - Albert Camus
- A Revolução do Bichos - George Orwell
- Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
- Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
- Aleph - Jorge Luis Borges
- As cartas do Pe. Antônio Veira
- As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
- Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
- Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
- Contos - Jack London
- Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
- Desonra, de John Maxwell Coetzee
- Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
- Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
- Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
- Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
- Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
- Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
- Ficções - Jorge Luis Borges
- Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
- Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
- Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
- O Alienista - Machado de Assis
- O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
- O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
- O Estrangeiro - Albert Camus
- O homem revoltado - Albert Camus
- O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
- O livro de Areia – Jorge Luis Borges
- O mercador de Veneza, de William Shakespeare
- O mito de Sísifo, de Albert Camus
- O Nome da Rosa - Umberto Eco
- O Processo - Franz Kafka
- O Príncipe de Nicolau Maquiavel
- O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
- O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
- O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
- Oliver Twist, de Charles Dickens
- Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
- Os Miseravéis - Victor Hugo
- Os Prêmios – Júlio Cortazar
- OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
- Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
- São Bernardo - Graciliano Ramos
- Vidas secas - Graciliano Ramos
- VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)
ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA
- A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
- A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
- Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
- EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
- Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
- O Diário do Che na Bolívia
- PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
- Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret
ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO
- Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
- Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
- Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
- Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
- Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
- Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
- Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
- Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
- Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira





