sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Do que aconteceu na PUC nas eleições do DCE de 2004

Em 2004 houve novamente eleições para o DCE da PUCRS. Notoriamente desde do inicio dos anos 1990. Estas eleições procedem sempre de forma antidemocrática, aos moldes do coronelismo gaúcho. Ameaças de morte, como a mim semana passada, reforçadas pela queima de arquivo ocorrida como forma de punição exemplar, são usadas contra quem deseja reverter o quadro ou meter toda merda no ventilador. Bem, vamos por partes...

Nossa história começa em 2000, ano em que ingressei no curso de História da PUCRS. Neste ano houve eleições para o Diretório Central dos Estudantes. Eu e quatro amigos forjamos a VEC, Vanguarda Estudantil Conscientizadora. Fazíamos pequenos panfletos com perguntas como:

  1. Onde vai parar o dinheiro da sua contribuição estudantil?
  2. Quem são os membros do DCE da PUC?
  3. Quais atividades e defesas dos interessas dos estudantes o DCE promove?

e por ai vai...

Deu alguma repercussão, tanto que em 2004 o DCE lança a chapa fantasma para legitimação das "eleições borgistas" chamada VEC, sendo que nenhum membro da extinta VEC soubesse de alguma coisa.

Bom, neste ano prometi para mim que não me envolveria com essa bandalheira, que apenas faria alguma articulação por fora e daria orientações para segurança de meus amigos envolvidos. Pois bem, quando vi estava enredado até os pentelhos do cú que nasceriam 4 anos depois no meio de uma historia de máfia contada por Kafka.

Algo sobre 2004, o ano que não terminou (na PUC é claro)

Aquele foi um belo momento de minha vida, quando conheci pessoas boas e pessoas ruins, enfim conheci pessoas. Foi um tempo de experiências autenticas, significativas para a construção de um coletivo latente de arteiros engajados e seres políticos com sonhos de um mundo novo.

Tudo começou com uma pequena mobilização, no inicio do ano, para barrar o aumento, alias diminuir o preço, do que era chamado hipocritamente de Restaurante Universitário, conhecido como Lê RU ou de fato Restaurante Executivo. Nossa consignia:

Com esse preço abusivo,

restaurante executivo,

eu não posso é pagar!

Durante uma semana passamos almoçando em ritmo de piquenique uma média de doze pessoas, fazendo arte, um pouco de bagunça mas principalmente conhecendo os meandros da Universidade. Pasmem! No ultimo dia quando entregaríamos um abaixo assinado com 2000 assinaturas a Pro - Reitoria de Assuntos Comunitários, o DCE, na pratica DCR (Diretório Central da Reitoria) se dirigiu ao RU e fez uma campanha de almoço alternativo dando sanduíches péssimos para as pessoas. Nos, coletivamente fazíamos carreteiro de puta pobre e dávamos para quem quisesse não entrar no RU.

O resultado prático disso: o dono do restaurante ganhou mais um espaço na universidade onde criou um novo RU, passando a se chamar o velho espaço alguma coisa com saúde, e cobrando "módicos" quatro reais por uma ração e meia tigela de água tenebrosa. Ou seja, nossa luta aumentou os lucros e capital de um filisteu. No entanto, formamos um coletivo inter/trans/meta-disciplinar que teve uma linda mas perigosa história. Pouparei os nomes desses guerreiros porque alguns ainda hoje carregam as maculas do que lhes foi feito espiritualmente.

Recebemos então um pequeno aviso: "o DCE esta com medo da Chapa de vocês para as eleições". Pasmem!, não sabíamos de zorra nenhuma de eleições. Tivemos uma pequena conversa e deliberamos coletivamente que não iramos legitimar este falso pleito. Para nossa surpresa tiveram duas chapas inscritas de oposição: a Plural (PT, PMDB e independentes) e a do MRS (PSTU), alem de uma dissidência oportunista do DCE e duas chapas fantasmas.

Observamos o processo de longe. No entanto, nos últimos dias de eleição ninguém mais suportava olhar e ficar calado com tanta proxenetagem do DCE. Busquei nosso velho megafone! Não precisávamos, Tiagão e eu estávamos calejados na arte do improviso jogral. Engolimos megafones quando bebês, tal como Obelix caiu no caldeirão da poção mágica do Druida. Fomos pro pega pra capar.

Nossa intenção não era ganhar o DCE, não era meter a mão no um milhão e oitocentos mil reais que estimávamos essa corja arrecadar por ano. Nossa intenção era demonstrar uma nova cultura participativa e fomentar a criação de um conselho de representantes discentes por unidade de sala de aula: O Conselho Estudantil Universitário.

Decorrente desse processo, após as eleições e grandes paralisações da Avenida Ipiranga, com forte repressão institucional, mijava sempre acompanhado de um segurança do campus, e da BM que brutalmente nos removeu da avenida, apoiada pela mídia laranja que nos execrava, acampamos em frente ao DCE.

Demos uma demonstração de trabalho coletivo, associado, de dádiva, de troca e de doação. Quarenta pessoas dormiram durante oito dias em frente aos facínoras, construindo coletivamente arte, cultura e educação popular. Tínhamos um prefeito do acampamento, responsável pela manutenção da integridade do espaço e dos camaradas, bem como responsáveis pela segurança e muitos artistas, arteiros e autistas. O que nós não tínhamos, e não queríamos ter, era um líder. Todos eram lideres, agentes políticos concretos, atuando coletivamente e sistematicamente em prol de um mundo novo: construímos um intelectual coletivo. Ter um líder era dar chances de desarticulação do movimento.

Peitamos a Universidade, o DCE, Mídia Laranja e todos os comparsas que fazem do mundo a terra dos males. Construímos sólidas amizades, namoros e casamentos, demonstrando que o mundo não é assim por natureza, mas que assim o é por safadeza de uma minoria cafetiniana. Chamamos o lugar de Esquina Democrática, onde há ainda uma bela arvore que dá frutos no inverno, onde pássaros migratórios podem se abastecer para a jornada que segue. Estávamos espiritualmente bem abastecidos? Acredito que sim. Materialmente? Um pouco. Politicamente? Armados até os dentes, e com amor pra dar e vender. Nossa consignia:

Rondó da Liberdade

É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.

Há os que têm vocação para escravo,
mas há os escravos que se revoltam contra a escravidão.
Não ficar de joelhos,que não é racional renunciar a ser livre.
Mesmo os escravos por vocação devem ser obrigados a ser livres,
quando as algemas forem quebradas.

É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.

O homem deve ser livre...
O amor é que não se detém ante nenhum obstáculo,
e pode mesmo existir quando não se é livre.
E no entanto ele é em si mesmo
a expressão mais elevada do que houver de mais livre
em todas as gamas do humano sentimento.

É preciso não ter medo,
é preciso ter a coragem de dizer.

Carlos Marighela
São Paulo, Presídio Especial, 1939

Este movimento ganhou o nome de AMEI, Atitude Movimento Estudantil Independente.

Do ultimo dia, fatídico, do acampamento

Neste dia começava meu estagio docente, minha primeira experiência assumindo uma linda tchurminha no Julinho. Não dormi na PUC e deixei meu celular na sala. Às seis horas da manha minha mãe me acorda pra eu ir a labuta e me avisa: "teu celular tocou a noite inteira. O pessoal do AMEI foi atacado pelo DCE e fomos informados que a coisa esta feia, te aviso mas tu vais dar a aula hoje". Respeitei a posição da matriarca e fui à aula. Minha cabeça estava no mundo da lua. Dei aula de feudalismo a partir da teoria do valor, a professora titular me deu parabéns, até hoje é minha amiga. Sai correndo e fui para PUC ver o que havia ocorrido. Destruição, barbárie selvageria algo que Pizarro se envergonharia de fazer. Ainda hoje quando relembro as feições dos rostos de meus amigos e a cena do acampamento barbaramente destruído, lagrimas me vem aos olhos.

Apenas vou listar algumas coisas porque relembrar do que me contaram, até hoje é motivo de tamanho sofrimento que minha cabeça não pode mais suportar:

1. sacos de fezes humanas jogados contra o acampamento

2. pedras e tijolos jogadas contra as pessoas

3. rojões projetados contra o acampamento

4. ovos duros

5. ameaças de morte e espancamento generalizadas

6. ameaça de estupro para todas as meninas

7. enfrentamento campal

8. segurança da PUC omissa e conivente impedindo a BM de entrar no campus, ato inconstitucional

esta lista pode ser acrescida por todos que presenciaram com mil detalhes...

Imediatamente registramos ocorrência e fomos para a Assembléia legislativa. O resultado disso pode ser encontrado no seguinte endereço:

http://www.al.rs.gov.br/download/SubDCE_PUCRS/Relatorio_Subcomissao_PUCRS.pdf

Para encerrar o Hino dos Combatentes Judeus do Ghetto de Warsovia

Nunca digas: esta senda é a final.

Céu cinzento ao céu azul quer ocultar

Nossa hora tão ansiada chegará.

Ressoará nosso marchar. Estamos aqui!

Desde as neves até o verde palmeiral.

Presentes com nosso sofrimento, nosso pesar.

E aonde seja que nosso sangue salpicou,

surgirão o heroísmo e o valor.

Com pesar mas otimista,

saudações para um mundo novo,

Airan Milititsky Aguiar

17 de dezembro de 2008

Um comentário:

  1. Nota do DCE da UFRGS:

    Contra o Fascismo na PUC
    http://dariodasilva.wordpress.com/2008/12/20/contra-o-fascismo-na-puc/

    Parabéns pelo blog!
    Adicionei nos meus links:
    http://dariodasilva.wordpress.com/indicamos/
    Grande abraço.

    ResponderExcluir

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira

KARL MARX

Loading...

LENIN

Loading...

5 HERÓIS CUBANOS

Loading...

COMANDANTE FIDEL CASTRO

Loading...

COMANDANTE CHE GUEVARA

Loading...

ALEIDA GUEVARA

Loading...

Cmte. RAÚL REYES

Loading...

Cmte. Manuel Marulanda Vélez -Tirofijo

Loading...

VENEZUELA - HUGO CHAVEZ

Loading...

A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA

Loading...

BOLÍVIA - EVO MORALES

Loading...

PRÉ-SOCRÁTICOS

Loading...

SOCIALISMO

Loading...

EQUADOR - RAFAEL CORREA

Loading...

FLORESTAN FERNANDES

Loading...

ANTONIO GRAMSCI

Loading...

PAULO FREIRE

Loading...

PABLO NERUDA

Loading...

JULIO CORTÁZAR

Loading...

JORGE LUIS BORGES

Loading...