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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

LONDRES CHAMANDO: A DESTRUIÇÃO DÁ UM BEIJO NA BOCA DA SUCURSAL DO IMPÉRIO



Por Rodrigo Lima*

Londres chama para as cidades distantes.

Agora aquela guerra está declarada e a batalha começa.

Londres chama para o submundo.

Saiam do armário todos os garotos e garotas.

Londres chama, agora não olhem pra nós.

The Clash



Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento.

Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem.

Brecht

Os grandes meios de comunicação mundial tem repercutido desde o último sábado a forte onda de violência que se espalha feito rastilho de pólvora na Inglaterra. Originadas no bairro popular de Tottenham, no norte da capital, os confrontos se espalharam para as demais regiões, e para o centro da cidade, já tomando as ruas de cidades como Liverpool, Leeds, Manchester e Birmingham.

A imprensa burguesa tem atribuído os conflitos como um ataque de hordas de criminosos e delinqüentes, procurando vincular as causas da violência e do caos a diversidade étnica presente na periferia de Londres, criminalizando africanos, caribenhos e latinos como os grandes responsáveis pelas manifestações que vem se intensificando no país. Nada mais “natural” por parte da grande mídia em tempos de xenofobismo e racismo crescentes no velho continente.

A ferida que a imprensa burguesa e o governo britânico não querem tocar é no fato de que o estopim dessa revolta, não se deve ao assassinato de um trabalhador pelas mãos da polícia. É na verdade um reflexo dos efeitos da crise e das medidas de ajuste fiscal tomadas pelo governo conservador de James Cameron, que simplesmente produziu a maior contenção de gastos públicos pós-Segunda Guerra Mundial. Essa política fez aumentar o desemprego, que tem afetado sobremaneira os jovens e os imigrantes. A combinação de altas taxas de desemprego somadas aos cortes nas áreas sociais é uma receita explosiva que fez ferver um caldo de revolta adormecido na periferia da cidade. Somem-se a isso os elevados gastos em obras para as Olimpíadas de 2012 que já chegam à quantia de R$ 23,5 bilhões, e a bomba está pronta

Muito se tem noticiado sobre as revoltas, ocorridas na década de 1980, em bairros populares de Londres. Há certamente uma linha que unifica estas manifestações com as ocorridas atualmente. As políticas governamentais da Dama de Ferro e as de Cameron têm mais semelhanças que diferenças. Os jovens trabalhadores de hoje se deparam com um cenário de poucas perspectivas de trabalho, educação e lazer no curto e no médio prazo. A válvula de escape é a violência.

Como uma onda estas manifestações tendem a se intensificar, colocando em xeque o aparato policial inglês e o próprio sistema. Mas sem uma direção política revolucionária do movimento, ele tende a ser rapidamente contido e reprimido. Não se pode super-estimar essa revolta como um principio de revolução social ou algo do gênero. Ao contrário das manifestações juvenis presenciadas na Primavera Árabe, na Grécia, na Espanha ou no Chile, que apresentam um programa mínimo de reivindicações, as manifestações inglesas primam por um caráter espontaneista, que dificilmente refletirá em um acúmulo na organização dos jovens trabalhadores da Inglaterra.

Porém, por outro lado, estas mobilizações mostram o poder que os jovens têm em suas mãos. Que quando se voltam contra o sistema podem colocá-lo em crise, revelando suas mais profundas contradições, que muitas vezes permanecem adormecidas e ofuscadas pela ideologia dominante. Quem sabe estes dias de caos e desordem na terra da Rainha não plante algumas sementes nas possibilidades de organização da juventude contra um rio chamado capitalismo, que em épocas de crise faz suas margens reprimir e sufocar ainda mais as possibilidades de emancipação da juventude e da classe trabalhadora.

Cabe aos jovens ingleses fazerem este rio transbordar de revolta organizada, que possa, quem sabe não só sacudir as bases do sistema, como fazê-lo cair de seu pedestal, em uma perspectiva de um novo modelo de sociedade, o Socialismo.

Mas para isso não bastam palavras, é preciso organização, é preciso teoria, e é preciso prática. Com certeza nesse último quesito, as batalhas que se travam nas periferias da Inglaterra e do Mundo servem como uma grande escola para as mudanças que a juventude e os trabalhadores tanto precisam construir.


*Coordenação Nacional UJC

Fonte: http://www.ujc.org.br/index.php/artigos-sobre-a-ujc/21

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ALEGRETE\RS CIDADE DA GENTE - GOVERNO PARA POUCOS

Por PCB - Partido Comunista Brasileiro, Alegrete\RS

30 de maio de 2011


O GOVERNO LOCAL (PMDB/PT) SEGUE A MESMA LINHA DO GOVERNO LULA/DILMA, ou seja, exerce o controle social através de um poderoso investimento de propaganda, pois recursos gigantescos são destinados para a AUTOPROMOÇÃO de suas ações.

Agora Alegrete entra definitivamente na “MODERNIDADE”, a grande obra é o ASFALTO. Os governantes sabem que a formação da opinião pública, a reprodução do senso comum, dá-se pela medíocre classe média, espalha-se no tecido social e contamina o imaginário da maioria que são consideradas “classes subalternas”.

Essa classe média é movida por um valor simbólico que aqui chamamos de AUTOCENTRISMO, ou seja, o carro é o centro do seu mundo. Determina o status quo, o poder, a autoestima, sua “inclusão” junto à elite dirigente, mesmo que isso seja só no seu imaginário, ocupa boa parte de suas referências teóricas para fazer a discussão entre seus pares (principalmente, se for o “zero”).

Portanto, é para esta classe social que o governo neoliberal local estende suas ações com grande eloquência. O estimado bem de consumo, como um ente querido, agora vai deslizar pela faixa que corta a cidade. Os riscos de acidentes, os pedestres, os ciclistas (a bicicleta é o instrumento de trabalho da classe operária e de jovens estudantes das camadas populares, em substituição aos altos preços e péssimas condições do transporte coletivo), isso não merece nenhuma preocupação do executivo.

Vários países desenvolvidos estão resgatando o paralelepípedo feito com qualidade, não como os nossos, que só beneficiariam as empreiteiras. Matéria- prima e mão de obra é o que não falta. Os investimentos deveriam privilegiar um transporte coletivo de qualidade, de concessão e fiscalização municipal, para o qual tem se feito vistas grossas, pois as empresas privadas também são as financiadoras de campanhas eleitorais. Mas, se isso fosse feito, como explicar e fazer a classe média entender? Com certeza, ela não daria o contingente de votos “necessários”.

Essa MODERNIDADE CONSERVADORA, na realidade, vai contra a concepção de sociedade sustentável. Especialistas argumentam que o ASFALTO, contribui negativamente para o aumento do aquecimento global, não permite a lixiviação (penetração da água no solo) que funciona como um filtro para a água chegar menos poluída aos mananciais (rios e córregos), leva de forma direta um número maior de lixo urbano para o rio, é gerador de enxurradas (ver Regalado), sem falar no alto custo para todos os alegretenses pagadores de impostos, para beneficiar ricos e pseudoricos?

Com esse dinheiro, poder-se-ia melhorar o atendimento à saúde, já que as filas por fichas seguem nas madrugadas, enquanto “aqueles dormem tranquilamente”, quantos quilômetros de saneamento básico seriam construídos? Quantas casas populares? E pagar dignamente os professores municipais?

É uma obra que vem reforçar um trânsito caótico e um modelo esgotado.

Questões para pensar....

1. Por que o PT e o Governo Tarso não quiseram a CPI do DAER? Esse Partido que era tão defensor desse instrumento...Será que a Unidade do DAER de Alegrete não merecia uma investigação pública?

2. A construtora SOTRIN, histórico “caixa dois” da ARENA, PDS e hoje PP, fez convênio com o Sindicato dos Municipários para eles comprarem seus apartamentos, via empréstimo bancário e já estipulou o nome do Conjunto Residencial de José Rubens Pillar – histórico direitista, alcaguete da Ditadura Militar, um antioperário. Os servidores municipais estão pagando seus apartamentos e se o Sindicato permitir essa homenagem, não será uma traição à Memória do Movimento Sindical?

Nós e as relações no trabalho

Enquanto o capitalismo se alimenta, invadindo e ocupando territórios pelo mundo, a geografia se altera, tanto pela destruição direta, quanto pelas relações entre o homem e o mundo do trabalho, sujeitas sempre às regras e interesses do “novo mercado”.

Neste sistema (e contra ele), a mobilização dos trabalhadores pela defesa dos seus direitos precisa ser permanente, pois não há justiça social com concentração de renda. Tanto a onda de movimentos contestatórios como a inércia social são reflexos dos ataques que a classe trabalhadora sofre, seja pelas perdas reais, seja pelo domínio ideológico e repressivo a que está submetida.

Paira sobre os brasileiros a ameaça de 10 anos sem reajuste salarial, trabalhadores do PAC denunciam e reagem às condições miseráveis de trabalho. Ao magistério, resta a certeza de que só com muita luta e sem ilusão haverá a conquista de salário e condições dignas de trabalho. Afinal, não será com medidas midiáticas, como a criação de um Conselhão com empresários acostumados a desdenhar da educação pública que teremos esperança.

A realidade aponta para a necessidade de ações mais radicais, como a construção de uma frente anticapitalista, a criação de instrumentos que nos libertem das amarras de um sistema regido pela busca do lucro em detrimento da vida. E é a vida que nos interessa, a nossa e a do planeta.

Dia 1º de maio – à representação dos trabalhadores, ou seja, aos sindicatos, cabe aproveitar essa data para denunciar a exploração e as necessidades de cada categoria, para encaminhar a mobilização e as suas lutas, por que as burocracias sindicais se unem aos patrões para fazer festa em detrimento da luta?

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Exílio da Rebeldia

A juventude de hoje, em sua grande maioria, tem abandonado seu espírito de rebeldia. Aqui em Alegrete, temos muitas carências relacionadas à sua qualidade de vida, às necessidades básicas como acesso à educação de qualidade, tanto básica, quanto técnica e superior. Alegrete tem crescido de forma exponencial em vagas no ensino superior, mas será que garante o real acesso a todos?

Pergunto-me como uma família de operários, vivendo com a renda de um salário mínimo pode manter seu filho estudando, dado que não há a real acessibilidade a estes cursos aqui oferecidos. Para estudantes da Unipampa, chega-se a alugar um quarto com uma cama por 400 reais, um absurdo! O IFFarroupilha, antiga EAFA, tem oferecido vagas para o ensino superior e técnico, mas para se estudar lá, somente pagando a mensalidade às empresas de transporte, verdadeiro cartel no transporte escolar, que cobram preços altos para a baixa qualidade desse transporte privado, sendo assim: Ou pagas, ou não estudas. E eis o que chamam de ensino público!

Outro problema já recorrente em Alegrete e que acomete os jovens é o espectro do desemprego, este que já fez muitos jovens tomarem o rumo da BR 290 em direção a Porto Alegre, Caxias e tantas cidades com mais geração de empregos. Aqui, muitos jovens estão ocupados em subempregos, sem carteira assinada e ganhando um salário baixíssimo. Outros trabalham nas safras de arroz nos engenhos de beneficiamentos, muitas vezes, para empresas terceirizadas que lucram com o suor mal pago da juventude alegretense.

A UJC, União da Juventude Comunista, é um instrumento de luta para que todos que queiram se levantar contra a lástima que acomete nossa juventude, para que se organizem, que reivindiquem, pois aos jovens cabe não só o mundo futuro, mas também o presente.

Começa a se reerguer o Movimento Estudantil Universitário em Alegrete: UNIPAMPA-UERGS-IFF. Neste momento, a reivindicação é subsídio para o transporte. O rumo é a conquista de uma Universidade Popular? Boa Luta!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Para que serve mesmo o Fórum Social Mundial?




Por: Paulo Winícius Teixeira de Paula(*)


De 25 a 29 de janeiro ocorreu na região metropolitana de Porto Alegre a 10ª edição do Fórum Social Mundial. Goiás se fez presente através da caravana do DCE-UFG (Diretório Central dos Estudantes da UFG) onde militantes estudantis, comunistas e artistas de rua puderam acompanhar a grande festa da Social Democracia - o Fórum Social Mundial 2010 - demonstrando que as ONG's continuam sendo a melhor maneira de reunir pessoas para um grande objetivo: não mudar nada nas estruturas sociais vigentes. Ocorreram cinco dias de intensos debates e de ínfimos encaminhamentos. O evento divulgado na página do Banco Mundial é organizado por ONG's que passam desde a ATTAC (Associação pela Taxação das Transações Financeiras e de Ajuda aos Cidadãos) que tem apoiadores como Fernando Henrique Cardoso e o mega especulador George Soros, até a Associação Brasileira de ONGs. O FSM 2010 deixou de lado sua artilharia contra o neoliberalismo para tentar exaltar um ambientalismo e um suposto desenvolvimento sustentável no atual modo de produção. Porém, em meio a muita diversidade não é possível encontrar unidade que preveja ações concretas contra o verdadeiro inimigo que acaba com os recursos naturais do planeta: o capitalismo.

Entre avisos e faixas de que "Outro mundo é possível", não se permitia dizer o nome deste outro mundo, nem tão pouco falar em superação do capitalismo, mas falar em igualdade, distribuição de renda mais justa, protagonismo... tudo isso se ouvia aos montes! Da Fundação Ford (esse "d" no final é de demissões) até o Instituto Luis Eduardo Magalhães (isso mesmo, tem o nome do filho de ACM "Toninho Malvadeza"), todos estavam comprometidos com... a integração de culturas, a defesa da Amazônia e com um futuro melhor, mas este mais indefinido do que o céu para os cristãos.

Mesmo dentro do clima de dispersão montado pela organização do FSM, (que colocou como cidades sede somente as prefeituras do entorno de Porto Alegre dirigidas pelo PT) destacou-se a ação daqueles que não vêem possibilidade de conciliação em uma sociedade dividida em classes. A UJC - União da Juventude Comunista ao lado dos militantes do PCB - Partido Comunista Brasileiro engrossaram a marcha de abertura do Fórum ao lado dos petroleiros reforçando a campanha "O Petróleo tem que ser nosso". No segundo dia de atividades enfatizou-se a ação da juventude no debate com familiares de presos políticos da Colômbia realizado pelo Comitê de Solidariedade à Colômbia, na cidade de São Leopoldo.

O Fórum foi válido como local onde os que não rezam pela cartilha dos sociais liberais podiam se encontrar em atividades paralelas, reunir-se com aqueles que têm a convicção de que não há como humanizar o capitalismo, que a sociedade se reproduz com a riqueza produzida pelo nosso trabalho e que economias solidárias, oficinas de reciclagem e manifestos contra o consumo de carne podem ser muito interessantes sim, mas não oferecem a oportunidade de emancipação enquanto classe explorada.

Pra não dizer que não falei dos cravos (e viva a luta dos portugueses), devo ressaltar os contatos com os comunistas venezuelanos e suas experiências de organização social, além do contato com os militantes paraguaios que denunciam a ação dos latifundiários brasileiros produtores de soja que realizam atentados contra camponeses e ainda tem assistência jurídica oficial do Governo Lula, enfim tem muita gente lutando contra o capitalismo nessa América Latina!

Tendo como ponto alto a Marcha da Maconha, o ato pelo sexo livre e, para coroar, o Presidente do Brasil dizendo que emprestar dinheiro ao FMI é sinal de desenvolvimento, fico com a indagação lúcida do Presidente do Paraguai Fernando Lugo "Pra que serve mesmo o Fórum Social Mundial?"

O que fica mesmo deste Fórum é a determinação dos comunistas, dos lutadores e militantes que acreditam no caráter socialista da revolução brasileira, que conseguem realizar de maneira subversiva atividades paralelas, apontando para o único mundo possível, aquele onde cada um viva do seu trabalho: o Socialismo.

(*) Paulo Winícius Teixeira de Paula é bacharel e estudante de Licenciatura em História pela UFG, representante dos estudantes no Conselho Universitário da UFG, coordenador nacional da UJC - União da Juventude Comunista, secretário de Organização do PCB-GO - Partido Comunista Brasileiro

(paulowinicius@gmail.com)

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira