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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Declaração Política do Bureau Político do PCV



O Bureau Político do Comitê Central do Partido Comunista da Venezuela (PCV), assumindo seu papel como instância de direção coletiva do destacamento marxista-leninista venezuelano perante as recentes declarações de altos funcionários do governo nacional, se vê na obrigação de expressar e esclarecer um conjunto de elementos aos distintos poderes públicos nacionais, às organizações políticas e sociais – das quais participa o PCV –, que impulsionam a revolução venezuelana tanto em nosso país, como no mundo inteiro, e ao povo trabalhador venezuelano.

Da parte do PCV, confiamos que a real e efetiva ativação de um espaço de discussão, articulação, coordenação e análise crítica e autocrítica entre todas as forças políticas e sociais – possibilitada pelo processo de construção do chamado “Pólo Patriótico” –, permite que inúmeras temáticas sejam ventiladas e sejam possíveis de serem resolvidas sem se converterem em debates ou boatos, difundidos através dos meios de comunicação. Esta prática espúria apenas beneficia os setores contra-revolucionários, debilitando a unidade das forças patrióticas com vistas à necessária direção eleitoral vitoriosa para 2012.

O cerne da detenção do jornalista sueco Joaquín Pérez Becerra – que igual a todo cidadão da Suécia não precisou de visto e nem convite para vir à Venezuela –, está no fato de, no sábado passado, 23 de abril, o Ministério do Poder Popular para Relações Interiores e Justiça ter emitido um comunicado. Nesse comunicado, o Ministério informava sobre a detenção, afirmando, erroneamente, que Joaquín Pérez Becerra possui nacionalidade colombiana, já que tem passaporte sueco. Afirmou, também, que ele era “procurado pelos órgãos de justiça da República da Colômbia, através da INTERPOL, com alerta vermelho”. No entanto, nenhuma pessoa que tenha buscado por seu nome na página oficial da INTERPOL, o encontrou. Em contrapartida, aparecem outras pessoas procuradas com alerta vermelho, como por exemplo, Manuel Marulanda (Pedro Marín), falecido em março de 2008, Salvatore Mancuso, extraditado para os Estados Unidos, em maio de 2008, país que tanto o queria. Finalmente, o Comunicado oficial afirmou que esta detenção foi ratificada por parte do governo venezuelano, dado o seu “compromisso inquebrantável na luta contra o terrorismo, a delinquência e crime organizado”, dando por certa a culpabilidade do jornalista e desviando olimpicamente o histórico e universalmente assumido princípio da presunção de inocência.

No domingo, 24 de abril, uma comissão integrada por dirigentes nacionais do PCV, personalidades políticas venezuelanas e uma equipe de advogados, se apresentou na sede do SEBIN (Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional), na tentativa de constatar e velar pelo cumprimento dos princípios consagrados, tanto para os cidadãos e cidadãs venezuelanos, como para os de outra nacionalidade, no Direito Internacional, na Constituição Nacional e nas leis da República. Esta comissão foi impedida de ver ou falar com o jornalista detido, mantendo-o incomunicável de sua família e de seus advogados, violando a Constituição Nacional. Além disso, não se realizou a notificação consular, estabelecida nos Tratados Internacionais, já que é cidadão de outra nacionalidade. Também não se colocou à disposição o Ministério Público, como exige o Código Orgânico Processual Penal.

Estas denúncias foram relatadas pela equipe de advogados na segunda-feira, 25 de abril, às 9 da manhã, durante uma solicitação de Habeas Corpus perante o Juizado de Controle do Circuito Judiciário Penal da Área Metropolitana, apresentando “o restabelecimento de seus direitos e garantias constitucionais, próprias de um Estado democrático e social, de Direito e Justiça”.

No mesmo dia, uma comissão da Direção Nacional do PCV se reuniu com ampla maioria do Bureau Político do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), após tentar contatá-los por mais de 24 horas. Durante a reunião, eles estiveram cientes da falta de correspondência entre estas ações e todo o marco legal, assim como as possíveis repercussões políticas nacionais e internacionais. Com o avanço da reunião, a Direção do PSUV afirmou que a entrega do jornalista sueco ao Estado colombiano era uma decisão tomada. Informaram que a mesma já tinha acontecido e que o jornalista estava sendo trasladado ao país vizinho.

Frente a este conjunto de ações do governo nacional venezuelano, o PCV e dezenas de organizações sociais declararam total desacordo e a preocupação pelo que constitui um fato sumamente grave, que não corresponde com a legalidade vigente e, muito menos, com os princípios bolivarianos, revolucionários, antiimperialistas ou socialistas. Esta situação gerará diversos movimentos revolucionários pelo mundo, numa caravana à Venezuela, em manifestações contrárias ao ocorrido, assim como foi informado publicamente, se desenvolverão ações de denúncia sobre tais estas ações e petições pela liberdade do perseguido político entregue ao Estado perseguidor.

Na quinta-feira, 28 de abril, como expresso pelo Chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, no exercício “da liberdade que é dada pela democracia popular participativa da Venezuela para expressar suas opiniões”, teve início uma concentração em frente ao Ministério das Relações Exteriores, posteriormente trasladada ao Palácio Federal Legislativo. Nela, foram puxadas palavras de ordem e se promoveram ações que não estavam de acordo com os objetivos propostos e, por isso, o PCV não endossa, mas reconhece que as manifestações possuem sua origem na ilegal e indignante entrega de um revolucionário a um Estado terrorista.

Na véspera, na quarta-feira, 27 de abril, Elizabeth Romero, a décima sétima juíza de 1ª Instância, em função do controle do circuito jurídico penal da Área Metropolitana de Caracas, respondendo ao recurso solicitado dois dias antes, o declarou improcedente “ao não observar-se violação alguma do artigo 44 e 49 da Constituição (...), uma vez que o cidadão JOAQUIN PEREZ BECERRA foi detido em virtude de possuir um alerta vermelho da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), pelo qual foi posto à ordem das Autoridades da República Colombiana, sendo deportado à dita república”.

No sábado, 30 de abril, durante o lançamento da Missão Vivenda Venezuela, e no domingo, 1º de maio, utilizando sua palavra na concentração em homenagem ao dia internacional dos trabalhadores, o Presidente Hugo Chávez confirmou a posição pública sobre o ocorrido, afirmando: “o presidente da Colômbia me chamou e disse: olha, presidente, tenho a informação de que virá à Venezuela um senhor (...) que está sendo procurado pela Interpol (...). Quando ele chegou, o capturamos (...), avisamos ao governo solicitante e o entregamos ao governo da Colômbia. (…) eu dei a ordem porque ele estava sendo procurado pela Interpol”, e que “a única alternativa que eu tinha era entregá-lo ao governo que o solicitava”.

Estas duas posições estão de acordo com o afirmado pelo chanceler Maduro na sexta-feira, 29 de abril, referente ao fato da "Venezuela ter uma política exterior impecável, inquestionável, que respeita o direito internacional”.

Porém, nós comunistas venezuelanos, históricos marxistas-leninistas, consideramos fundamental, além de apresentar as importantes implicações políticas, pontuar a falta de sustento legal nas ações exercidas pelo governo venezuelano.

A Interpol – reiterando argumento para tentar justificar a entrega quase imediata do jornalista ao Estado colombiano –, estabelece em sua página oficial, sobre o Alerta Vermelho (Red Notice), que “o papel da Interpol é ajudar as forças nacionais da polícia a identificarem ou localizarem as pessoas, com vistas a sua detenção e extradição” e, seguidamente, afirma que o Alerta Vermelho é “como uma petição, para que a pessoa buscada seja detida com vistas à extradição”. Como se torna evidente, nunca se falou na obrigatoriedade da entrega imediata e sem mediação no devido processo, mas que se deve iniciar o processo de extradição, o qual está perfeita e claramente definido em nossa legislação vigente.

O Código Penal venezuelano, em seu artigo 6, estabelece que “A extradição de um estrangeiro não poderá (...) ser concedida por delitos políticos” e que “Em todo caso, feita a solicitação da extradição, cabe ao Executivo Nacional, segundo o mérito das provas que o acompanhem, resolver sobre a detenção preventiva do estrangeiro, antes de passar o assunto ao Tribunal Supremo de Justiça”.

O Código Orgânico Processual Penal venezuelano, em seu Título VI (Do procedimento de extradição), em seu Artigo 395 obriga, na íntegra, que “Se um governo estrangeiro solicita a extradição de alguma pessoa que esteja em território da Venezuela, o Poder Executivo remeterá a solicitação ao Tribunal Supremo de Justiça com a documentação recebida”. O Artigo seguinte estabelece que “Uma vez apreendido (...), deverá ser apresentado (...), dentro das quarenta e oito horas seguintes, ao Juiz ou Juíza que ordenou sua apreensão, para fins de ser informado (...) acerca dos motivos de sua detenção e dos direitos que o assistem”. No 399, reza que “O Tribunal Supremo de Justiça convocará uma audiência oral dentro dos trinta dias seguintes à notificação do solicitado ou solicitada. A esta audiência, estarão presentes o ou a representante do Ministério Público, o imputado ou imputada, seu defensor ou defensora e o representante do governo requerente, que exporá suas alegações. Concluída a audiência, caberá ao Tribunal Supremo de Justiça decidir num prazo de quinze dias”.

Com base nisto, fica absolutamente claro que não se pode utilizar a desculpa do Alerta Vermelho da Interpol na entrega que feita, pois este organismo internacional prevê um processo de extradição, o qual, evidentemente, neste caso, não foi cumprido.

Além disso, alguns setores empregam os termos – também estabelecidos na legislação venezuelana – deportação ou expulsão. Ambos se encontram na Lei de Estrangeiros e Migração, que estabelece em seu Título VII (Das infrações e sanções), Capítulo II (Da deportação e expulsão), em seus Artigos 38 e 39, as causas para aplicar ambas sanções a um estrangeiro, nenhuma das quais é atribuída ou atribuível à Pérez Becerra. Porém, supondo que tenham sido atribuídas causas, nesta Lei se estabelece um processo administrativo, que inclui: uma notificação escrita ao estrangeiro; seu acesso ao expediente administrativo podendo “estar assistido de advogado de sua confiança”; “comparecer ante a autoridade competente em matéria de estrangeiros e migração, ao terceiro dia hábil seguinte a sua notificação, aos fins de que se realize uma audiência oral na qual o estrangeiro (...) possa expor as alegações para exercer seu direito à defesa, para o qual poderá dispor de todos os meios de prova que considere pertinente”; também deixa claro que “Se o estrangeiro interessado (...) solicitar na dita audiência que se reconheça a condição de refugiado, o caso se tramitará conforme o procedimento estabelecido na lei orgânica que regula a matéria”. Em qualquer caso, já previamente, o Artigo 15 estabelece que os estrangeiros “possuem o direito à tutela judicial efetiva em todos os atos que a estes concernem ou se encontram envolvidos” e que para os processos administrativos se respeitarão “as garantias previstas na Constituição da República Bolivariana da Venezuela e nas leis”.

Tudo isto, sem entrar no mérito da Convenção sobre o estatuto dos refugiados, da Organização das Nações Unidas, da qual a Venezuela é signatária, em que se estabelece que “Nenhum Estado Contratante poderá, por expulsão ou devolução, colocar, de modo algum, um refugiado nas fronteiras dos territórios onde sua vida ou sua liberdade esteja em perigo”.

Então, fica absolutamente claro que o exercido contra o cidadão Joaquín Pérez Becerra não foi – segundo a legislação venezuelana – nem extradição, nem deportação, nem expulsão e, que “no que diz respeito ao respeito do direito internacional”, ao menos neste caso, a ação não é impecável e nem inquestionável. Além disso, demonstra que o governo venezuelano não tinha como “única alternativa (...) entregá-lo ao governo que o solicitava”, mas sim cumprir e garantir a aplicação soberana de nossas Leis.

Nós também, assim como afirmado pelo próprio presidente Hugo Chávez, respeitamos nossas Leis. Por isso, como marxista-leninistas, podemos reiterar que reconhecemos e valorizamos altamente o papel que vem desempenhando (e mais o que pode desempenhar) como liderança representativa do povo venezuelano, no que consiste nas suas aspirações de libertação e no apoio que em diversas ocasiões brindou ao movimento revolucionário mundial. E este reconhecimento não se expressa apenas nos doze anos de seu governo, mas, inclusive, quando, no ano de 1993, sem radicalismos e nem ultra-esquerdismos, apresentamos ao candidato presidencial Rafael Caldera uma condição para apoiá-lo nas eleições: libertar todos os presos pelas rebeliões militares de 1992.

O PCV, com 80 anos de vida orgânica e experiência combativa, como organização classista revolucionária, autônoma, crítica e propositiva, que combate e combaterá as forças reacionárias, conciliadoras e reformistas, seguirá aportando em todas as trincheiras necessárias para uma nova correlação de forças popular-revolucionária, para uma ampla frente nacional patriótica, para a tomada do poder político pela classe trabalhadora e para a construção da sociedade socialista.

Bureau Político do Comitê Central do Partido comunista da Venezuela – PCV

Caracas, 2 de maio de 2011.

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A INVERDADE DO GOVERNO VENEZUELANO

Clique a imagem para ampliar A mentira tem pernas curtas. Alega o governo venezuelano que cumpriu uma ordem da Interpol quando deteve o jornalista sueco Joaquín Pérez Becerra no aeroporto de Caracas. Diz ele que o referido jornalista estaria na "Lista Vermelha" da Interpol. Contudo, essa afirmação é desmentida pela própria Interpol. No sítio web dessa organização qualquer um pode aceder à base de dados da dita "Lista Vermelha" e fazer uma pesquisa. Basta inserir a palavra "Colombia" no campo que diz "Arrest Warrant Issued by" e organizá-la por ordem alfabética. Verifica-se então que Joaquín Pérez Becerra não consta ali. Até nomes de falecidos, como o do comandante Manuel Marulanda, ainda figuram na lista ( ver imagem ampliada ).
Pode-se concluir que o governo venezuelano deteve o director da ANNCOL e entregou-o aos seus algozes porque quiz. O governo Chávez não pode escudar-se atrás da Interpol na sua submissão ao governo terrorista e narco-fascista colombiano.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ASSIM NÃO, COMPANHEIRO CHÁVEZ

ESCRITO POR CARLOS AZNÁREZ
Original: http://www.resumenlatinoamericano.org/index.php?option=com_content&task=view&id=2778&Itemid=1&lang=en


O jornalista Joaquín Perez Becerra, algemado como se fosse um delinquente, é trasladado pela Guarda Nacional venezuelana e enviado à Colômbia: Uma página vergonhosa para a história revolucionária latino-americana.

2040655990-police-escort-joaquin-perez-becerra-alias-alberto-martinez-suspected-member.jpgO dia 25 de abril, passará para a história das lutas revolucionárias como o dia em que atiraram ao lixo os princípios mais elementares de solidariedade internacionalista. Não é possível permanecer cala do, nem fingir que não vemos quando um irmão, um colega, um companheiro, um revolucionário, é enviado à tortura e ao cárcere na Colômbia, por culpa de acordos espúrios (quase sempre econômicos, porque o maldito dinheiro, você sabe, cheira à enxofre, companheiro Chávez).

O que, por lógica, não poderia acontecer, aconteceu: Joaquín Pérez, excelente jornalista da agência alternativa ANNCOL, que nutre o profissionalismo daqueles que praticam o jornalismo sem vendê-lo e nem alugá-lo, foi deportado pelo governo revolucionário, para que o governo fascista de Juan Manuel dos Santos o julgue e o maltrate.

Isto, companheiro Chávez, sua (nossa) admirada Cuba não teria feito e nos consta que não o fez em seus 52 anos de existência rebelde. Jamais teria cedido um milímetro (sempre esteve sendo pressionada, tanto como agora) pelos inimigos dos povos latino-americanos. No entanto, não podemos dizer o mesmo de seu governo, apesar de, você bem sabe, termos colocado nossa cabeça a prêmio para respaldar-lhe à frente de seu povo. Não somos daqueles que se emudecem quando percebem que algo anda mal, porém também não somos do tipo que colocam paus na roda, tampouco fazemos o jogo do inimigo, conspirando ao primeiro erro de um processo revolucionário. Por conta do ocorrido (que não foi uma coisa pequena), dizemos a você, companheiro Chávez: lamentavelmente, este erro grave deixará sequelas.

É claro que já existiam antecedentes em seu governo. Foram eles que nos advertiram sobre o equivocado caminho trilhado, principalmente no que se refere à solidariedade internacionalista. Primeiro, no começo de seu governo, um companheiro basco, que se encontrava legalmente refugiado na Venezuela, foi expulso. Em seguida, começou o romance com Santos e foram enviados para a Colômbia, da pior maneira possível, vários companheiros do ELN e das FARC. É preciso recordar que o internacionalista basco também foi expulso sem nenhuma razão, mesmo sabendo-se que, na Espanha, (a do Rei que o insultou com aquele bordão “Por que não se cala?”, e de Zapatero) se violam todos os direitos humanos de bascos e bascas. E agora, a cereja do bolo, em função do acordado na reunião com Santos.

Nos dá raiva escrever esta nota. Nunca pensamos ter que escrevê-la, mas nos ensinaram na política da rua, essa que se pratica nos bairros, nas fábricas, nas comunidades, que o pior que pode ocorrer a um homem ou uma mulher é não se sensibilizar frente a injustiça ou, em nome das benditas “políticas de Estado”, buscar argumentos para, finalmente, abrir mão de valores, de forma submissa, perante os inimigos de nossos povos.

Companheiro Chávez, nós que apoiamos sua revolução desde fins de 1998, que nos mobilizamos no exterior para defendê-la quando o fascista Carmona tentou frustrá-la ou quando a oligarquia petroleira tentou o mesmo em 2002, nós que defendemos a ALBA e tudo o que isso significa, perguntamos a você: temos que ter cuidado ao viajar para a Venezuela para que não nos acusem de terroristas?

Nós que não calamos e nem deixamos de defender os que lutam no mundo contra o fascismo e o imperialismo, por isso respaldamos os lutadores independentistas bascos, os combatentes das FARC e do ELN e todos os que, como eles, dão suas vidas pela liberdade e pela soberania, nos perguntamos: seremos os próximos expulsos, extraditados, entregues aos inimigos da Revolução Bolivariana?

Hoje, nos sentimos feridos, doloridos, desconcertados, porém alertas. Sabemos que nos covis dos inimigos, dos nossos e dos seus, companheiro Chávez, ocorre uma fenomenal festa. Imaginamos a senhora Clinton, o Obama, a oligarquia colombiana, os escritores de "El Tiempo" ou "El Expectador" e toda essa máfia de assassinos, torturadores e gestores da destruição de povos inteiros, rirem e dizerem – desta vez, com razão – que obtiveram uma vitória contra a solidariedade, povo a povo.

Repetimos, companheiro Chávez: humilde, mas revolucionariamente, você se equivocou. Infelizmente, este erro não tem desculpa, não possui maneira alguma de minimizar o que foi feito ao companheiro Pérez Becerra. Só nos resta pedir que reflita por um momento, que pense em como se sentia quando esteve algemado, juntamente com seu Movimento Bolivariano Revolucionário, em 2000. Como seria seu destino ante uma circunstância parecida? Assim, seguramente você compreenderá a decepção descomunal gerada pela atitude tomada por seu governo.

Novamente, a partir da Argentina, voltamos a pedir que a solidariedade seja defendida com todas as forças. É por isso que abraçamos o companheiro Joaquín Pérez Becerra e exigimos sua liberdade imediata. Antes, perdemos a batalha, fazendo o mesmo pedido ao governo revolucionário da Venezuela. Agora, exigimos o pronto atendimento de nossa reivindicação ao governo contra-revolucionário da Colômbia e conclamamos a todos que redobrem sua mobilização até alcançá-la.

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Yo soy de las FARC (Espero en las próximas horas mi deportación a Colombia)

En este momento, cualquier revolucionario relativamente decente debe declararse miembro de las FARC (y por supuesto de cualquier otro movimiento revolucionario que no haya entregado sus banderas).
Edgar Gutiérrez | Para Kaos en la Red | 27-4-2011 a las 3:59 |
www.kaosenlared.net/noticia/yo-soy-farc-espero-proximas-horas-deportacion-colombia
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Hace unos años, en el inicio de la Misión Robinson, estábamos entrando a una reunión de organización de la Misión en un pueblo de Mérida (Venezuela), iba con nosotros un campesino conocido en la zona por su compromiso con las luchas del pueblo. Alguien, desde fuera le grito: “¡Aja!, ¡Conque estas con Chávez!” y él respondió: “No, compadre. Chávez está conmigo…. Que se desvie pa que vea…”

Ahora que veo, que vivo, la traición que significa la entrega de Joaquín a las manos de una muerte casi segura, la traición que esa acción representa frente a toda la historia de luchas de la izquierda nuestramericana, sólo me queda pensaren aquel compa... y en aquellos momentos…

Yo creo que la decisión del gobierno de entregar el compañero Joaquín Pérez Becerra al imperio, no es un error, es simplemente la respuesta a un compromiso adquirido. Hay demasiadas señales que desde hace algo así como un año se vienen mostrando y que desde nuestro imaginario no queríamos aceptar. Chávez ya llegó hasta donde estaba dispuesto. Para él, el Compromiso con el Imperio (desgraciadamente con mayúscula y en negritas) parece ser cuestión de simple sobrevivencia.

¿Qué le queda a nuestros pueblos y a nuestras luchas?Pues como decía aquel compa: ¡Ver!, nada más que eso y claro ¡Hacerle ver! Nada más que eso.

Yo creo que en este momento, cualquier revolucionario relativamente decente debe declararse miembro de las FARC (y por supuesto de cualquier otro movimiento revolucionario que no haya entregado sus banderas). Yo por lo menos lo hago… Ya es demasiado tarde para que haga otra cosa. Soy de las FARC y desde mi trinchera esperaré, luchando, la respuesta que la traición me dará. No me queda otra.

Pues, como alguien decía "si no fuera PLOMO (Patria Libre o Morir) fuera MIERDA".


Edgar Gutiérrez, Mérida, Venezuela.


Más información:

Los luchadores populares no pueden ser entregados a un gobierno fascista, por regímenes democráticos y populares.

Los movimientos sociales hacia el ALBA Capítulo Argentina. Rechazamos extradición periodista Joaquín Pérez Becerra
Los luchadores populares no pueden ser entregados a un gobierno fascista, por regímenes democráticos y populares.
Frente Darío Santillán | Para Kaos en la Red | 27-4-2011 a las 21:46 | 94 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/movimientos-sociales-hacia-alba-capitulo-argentina-rechazamos-extradic
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Desde los Movimientos Sociales del Alba capítulo Argentina hacemos conocer nuestra posición de rechazo de la decisión del gobierno de Venezuela de extraditar al periodista Joaquín Pérez Becerra, violando su status de exiliado político, y cediendo de esta forma a los argumentos del Gobierno de Colombia, que lo acusa de terrorista.


La historia de nuestro país, está marcada por sucesivas persecuciones y exilios políticos de quienes defendieron un proyecto popular. Quienes en nuestra historia consideramos Padres de la Patria, San Martín y Artigas, murieron lejos de su tierra después de décadas de exilio. La militancia popular perseguida por sucesivas dictaduras bajo la acusación de "terroristas" pagó su decisión revolucionaria con desapariciones y muertes, pero también con un exilio numeroso que llegó a distintos países, incluida Venezuela, que nos brindaron abrigo y solidaridad. Durante la última dictadura cuando nuestro compañeros/as, o familiares directos de desaparecidos, daban a conocer la existencia de campos de concentración en la Argentina, eran acusados de organizar una campaña antinacional, financiada por el terrorismo internacional.


En ese sentido no podemos dejar de identificarnos con el destino del compañero periodista Joaquín Pérez Becerra, exilado político que hace más de diez años vive en Europa y es director de un medio de comunicación que ha denunciado violaciones a derechos humanos producidas en Colombia y otros países.


Ninguna razón de Estado puede estar por encima de la solidaridad internacionalista, latinoamericanista. Los luchadores populares no pueden ser entregados a un gobierno fascista, por regímenes democráticos y populares.


Quienes vivimos un genocidio, que hoy gracias a la lucha popular ha empezado a juzgarse, aprendimos con mucho dolor que las políticas de Estado tienen el límite de que se puede ser más o menos solidario con los perseguidos, pero no se puede colaborar con los verdugos. Este es, creemos hoy, el punto principal a rectificar de esta desafortunada decisión por parte del Gobierno Bolivariano.

Más información:

Importantes personalidades envían una carta pública al presidente Hugo Chávez

Written by Resumen Latinoamericano

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Una carta con numerosas firmas de intelectuales y militantes progresistas fue enviada a Hugo Chávez a propósito de la entrega a Colombia del periodista Joaquín Pérez Becerra.


Carta pública a Hugo Chávez Frías, presidente de la República Bolivariana de Venezuela


"Esperamos que su gobierno rectifique ese rumbo nada decoroso para el proceso bolivariano que tanto defendemos, y que con orgullo queremos seguir mostrando"




Señor presidente:

Este 23 de abril fue detenido en el aeropuerto venezolano de Maiquetía el ciudadano sueco, de origen colombiano, Joaquín Pérez Becerra. El comunicado oficial del gobierno que Usted encabeza, dijo que este periodista, y director de la agencia de noticias ANNCOL, era "requerido por los órganos de justicia de la República de Colombia, a través de INTERPOL, con difusión roja, por la comisión de los delitos de concierto para delinquir, financiamiento del terrorismo y administración de recursos relacionados con actividades terroristas." Por lo cual se dispondría su extradición a Colombia.


Sorprendentemente, dos días después, el 25 de abril, el presidente de Colombia y ex ministro de Defensa, Juan Manuel Santos, en declaraciones al diario El Tiempo de Bogotá, expresó: "el sábado llamé al presidente Chávez y le dije que un tipo muy importante para nosotros de las Farc llegaba en un vuelo de Lufthansa esa tarde a Caracas y que si lo podía detener. No titubeó. Lo mandó capturar y nos lo va a entregar."


Ante esas declaraciones, queda una pregunta obligada: ¿El gobierno de Venezuela hizo un favor ilegal al gobierno de Colombia? Pues queda en evidencia que no existía la orden "roja" de la Interpol contra ese ciudadano. Si ella hubiera existido, Pérez Becerra habría sido detenido en Alemania, país donde embarcó hacia Venezuela, y que tiene uno de los mejores servicios de seguridad del mundo. O hubiera sido requerido por las autoridades de Suecia, donde reside, y ejerce una actividad periodística legal, así no guste al gobierno de Colombia, cuya persecución a periodistas críticos es bien conocida.


Presidente Chávez Frías:

Este lunes 25 de abril su gobierno envió a Pérez Becerra a Colombia. No se le permitió la visita de un abogado, ni la del cónsul de Suecia en Caracas. Así se violaron la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela y tratados internacionales.


No es la primera vez que un revolucionario colombiano es deportado o extraditado a su país desde Venezuela. Otros ciudadanos, presuntamente miembros de las guerrillas del Ejército de Liberación Nacional, ELN, y de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, FARC, han sido ya entregados manera expeditiva al gobierno colombiano, el cual, según Usted mismo lo repetía hasta hace pocos meses, es uno de los peores violadores a los derechos humanos en el mundo. Lo que es cierto, pues lo confirman centenares de informes de instituciones internacionales, incluida la ONU.


Entonces Usted puede imaginar muy bien qué suerte le puede esperar al ciudadano Pérez Becerra; y lo qué están viviendo los otros ciudadanos entregados por su gobierno a las autoridades colombianas.


Hasta el día de hoy, ningún gobierno europeo, y casi ninguno en el mundo, atendió los pedidos de extradición del gobierno colombiano contra sus opositores políticos, sean tildados como los tilde. ¿Por qué sí el de Venezuela?


Como bien sabe, hoy en día en Colombia y en muchos países, cualquier persona progresista es tildada de terrorista. Además, Usted y el Parlamento venezolano decretaron, en enero del 2008, que las guerrillas colombianas no eran organizaciones terroristas, sino combatientes revolucionarios. Así se les dio estatus político.


Si estas personas hubieran cometido delitos en el territorio venezolano, deberían ser sancionados por las leyes de este país, pero no entregados a unas autoridades que desde siempre han mentido, han manipulado la información, como Usted muchas veces lo ha dicho. Como Usted mismo lo ha sufrido.


Presidente Chávez Frías, esperamos que su gobierno rectifique ese rumbo nada decoroso para el proceso bolivariano que tanto defendemos, y que con orgullo queremos seguir mostrando,


Nos despedimos de Usted muy atentamente,


Primeras firmas:

Gilberto López y Rivas, antropólogo, México.

Hugo Moldiz Mercado, periodista, Bolivia.

Hernando Calvo Ospina, periodista, Colombia/Francia.

Santiago Alba Rico, escritor, España.

Carlos Fernández Liria, catedrático, España.

Sonia Brito, presidenta Asociación Derechos Humanos de La Paz, Bolivia.

Manuel Salgado Tamayo, catedrático y ex Vicepresidente del Congreso Nacional, Ecuador.

James Petras, sociólogo, Estados Unidos.

Michel Collon, periodista, Bélgica.

Carlos Aznarez, periodista, Argentina.

Renán Vega Cantor, catedrático, Colombia.

François Houtart, sociólogo, Bélgica.

Annalisa Melandri, periodista, Italia.

Mariana López de la Vega, filosofa, México.

Paco Calderón, sociólogo, España.

Narciso Isa Conde, coordinador de la Presidencia Colectiva del Movimiento Continental Bolivariano, República Dominicana.

Carlos Casanueva Troncoso, secretario general Movimiento General Bolivariano.

Cédric Rutter, Colectivo Investig'Action, Bélgica.

Ingrid Storgen, Colectivo por la paz en Colombia, Argentina

Jorge Beinstein, economista, Francia.

Aníbal Garzón, sociólogo, Bolivia.

Jorge Mendoza, sociólogo, Bolivia.

Geraldina Colotti, periodista, Italia.

Aline Castro, Red POR TI AMERICA, Brasil

Miguel-Ángel Aguilar, filósofo, México.

Carlos Figueroa Ibarra, catedrático, México.

Chaterine Hernández, periodista, España.

Antonio Mazzeo, periodista, Italia.

Fulvio Grimaldi, periodista, Asociación de Amistad Italia-Cuba, Italia

Sandra Paganini, docente, Asociación de Amistad Italia-Cuba, Italia.

Fetera Flores, colectivo de Base, Argentina.

Cristina Castello, escritora, Argentina/Francia.

Dax Toscano Segovia, periodista, Ecuador.

Juan Carlos Monedero, catedrático, España

Hassan Dalband, catedrático, México.

Xiomara Pérez Díaz, artista, Venezuela.

Héctor Seijas, escritor, Venezuela.

Ender Cepeda, pintor, Venezuela.

Asociación Bolivariana de Asuntos Humanitarios PATRIA ES SOLIDARIDAD, Venezuela.

Movimiento Continental Bolivariano, Ecuador.

Mario Casasús, periodista, México.

Asociación Nacional de Abogados Democráticos, México.

Observatorio Nacional de Prisiones, México.

Agencia Bolivariana de Prensa, Ecuador.

Giorgio Trucchi, periodista, Italia.

Movimiento Guevarista Tierra Y Libertad, Ecuador.

Liga Mexicana por la Defensa de los Derechos Humanos, México.

Fundación Diego Lucero, México.

Aurora Tumanischwili, C olectivo Amigos de la Paz en Colombia, Argentina.

Guillermo López, Colectivo Amigos de la Paz en Colombia, Argentina.

Asociación de Familiares de Detenidos Desaparecidos y Víctimas de Violaciones de Derechos Humanos, México.

Red Universitaria de Monitores de Derechos Humanos, México.

Federación de Trabajadores Libres de Pichincha, Ecuador.

Movimiento José Peralta, Ecuador.

Juan Carlos Vallejo, escritor, Colombia/Estados Unidos.

Alejandro Rodríguez, Bolivia.

Álvaro Zuleta, economista, Bolivia.

Raúl Prada, sociólogo, Bolivia.

Oliver Villar, catedrático, Australia.

Guido Piccoli, periodista, Italia.

Xarlo Etchezaharreta, educador, Francia.

Lourdes García-Larqué, sindicalista, Australia.

Alejandro Dausá, periodista, Bolivia.

Víctor Vacaflores, economista, Bolivia.

Centro de Derechos Humanos Coordinadora 28 de Mayo, México.

Elena A. Romano, Colectivo Amigos de la Paz en Colombia, Argentina.

Marcela Pérez, Colectivo Amigos de la Paz en Colombia, Argentina.

Asociación de Derechos Humanos del Estado de México, México.

Asociación para la Defensa de los Derechos Humanos y Equidad de Género, México.

Leandro Albani, periodista argentino residente en Venezuela

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ante la detención en Venezuela de Joaquin Pérez Comunicado a los pueblos del mundo: ¡no nos callarán!



anncol.eu


La Agencia de noticias de la Nueva Colombia, ANNCOL ha sido, es y será un medio alternativo de comunicación al servicio de la causa emancipadora de los pueblos del mundo, especialmente de los pueblos latinoamericanos y con especial atención, en la causa libertadora del pueblo colombiano.

Desde nuestra trinchera informativa, hemos defendido la solución política al conflicto como imperativo ético frente al desastre de la guerra. Hemos defendido el derecho inquebrantable del pueblo colombiano a levantarse contra la tiranía, cuya resistencia se legitima, una y otra vez, en los más de cinco mil muertos de la UP, del PCC y de miles de compatriotas del movimiento popular colombiano que han sucumbido al terrorismo de Estado. Colombia tiene, actualmente más de cinco millones de desplazados internos, en un régimen donde el pensamiento distinto es penalizado, exterminado o simplemente desaparecido, con toda la maquinaria genocida del régimen mafioso-paramilitar y oligárquico.

Anncol nació con una tarea fundamental que es informar, orientar y ser una ventana abierta, un útil de trabajo para develar los contenidos informativos del aparto de propaganda del régimen colombiano. Contrario a los muchos periodistas prepago, que han embargado su pluma, y que de manera cómplice callan y ocultan las verdaderas causas del conflicto colombiano, Anncol con un estilo propio, ha llamado las cosas por su nombre, y ha guardado una perspectiva histórica y dialéctica para entender el conflicto que vivimos.

Hemos denunciado al régimen hasta la saciedad, y nuestros artículos se leen de todos los rincones del planeta, con unas estadísticas de entradas que sorprende a moros y cristianos y que no deja indiferente al régimen, desde donde nos leen, en todos los ministerios, especialmente los de defensa e inteligencia.

En Anncol, hemos publicado los comunicados oficiales de las FARC-EP y eso no nos hace miembros. En medio del macartismos oficial, el régimen nos ha honrado con el epíteto de ser la agencia oficial de las FARC-EP, señalamiento que nos enaltece, pero que no corresponde a la realidad. Cotidianamente, desde las diferentes organizaciones populares del pueblo colombiano, nos llegan sus reportes, testimonios, artículos, y denuncias que alimentan nuestros artículos, como testimonio viviente de la digna lucha del pueblo colombiano.

Consideramos que publicar comunicados oficiales de las FARC-EP es una contribución para entender las verdaderas causas del conflicto colombiano, las FARC-EP es un protagonista indiscutible de la historia presente del país y por eso, difundimos sus comunicados y lo seguiremos haciendo. Nadie desde la oficialidad ha dicho, que RCN, CARACOL, LA DOBLE w, EL TIEMPO, EL ESPECTADOR son órganos oficiales del paramilitarismo cuando des sus columnas y espacios monopolizadores posicionaron la idea, que el paramilitarismo era una respuesta natural al accionar insurgente. Estos medios ayudaron a legitimizar el paramilitarismo y nadie dijo nada y nunca los detuvieron por ello, contrario a eso, fueron condecorados por los batallones, desde donde se ordenó y se ordenan el genocidio contra el pueblo colombiano.

Cotidianamente, Anncol vive todo tipo de ataques, que busca silenciarla; ataques jurídicos, ataques informáticos, hackers y los más inimaginables insultos y amenazas para que cesemos en nuestro cometido, que es defender la causa del pueblo colombiano. Estos ataques llegan a su punto culminante, con la infame detención de nuestro compañero Joaquín Pérez Becerra, miembro fundador de Anncol. La detención del compañero Pérez Becerra es un atentado contra la libertad de expresión, desde el comité de redacción de esta trinchera informativa, invitamos a todos los partidos políticos, asociaciones de periodistas, organizaciones sociales y políticas a rechazar rotundamente la detención de nuestro compañero y a exigir la liberación inmediata del comunicador social alternativo miembro de esta agencia alternativa de noticias.

Todos los pueblos del mundo deben pronunciarse contra esta penalización del pensamiento distinto, ésta detención hiere en lo más profundo las causas emancipadoras de los pueblos oprimidos y sienta un precedente nefasto para la libertad de prensa latinoamericana.

Libertad inmediata para nuestro compañero detenido en Caracas.

Viva la libertad de expresión, liberación Ya para nuestro compañero.

Anncol seguirá existiendo, nada ni nadie podrá evitar que cumplamos el mandato de defender la resistencia del pueblo colombiano. El terror del régimen no alcanza a herir la dimensión de nuestro compromiso con el pueblo colombiano y su lucha, el terrorismo de Estado es inferior a la estatura moral que inunda nuestra tarea.

Libertad inmediata para nuestro compañero detenido en Caracas.

Viva la libertad de expresión, liberación Ya para nuestro compañero.


segunda-feira, 25 de abril de 2011

AÇÃO HUMANITÁRIA URGENTE.

Neste sábado, o cidadão Joaquín Pérez Becerra foi detido por autoridades venezuelanas. Segundo comunicado oficial do Ministério do Interior, o detido é requisitado pelos órgãos de justiça da República da Colômbia, através da INTERPOL, com alerta vermelha.

Cidadão sueco-colombiano, Becerra é ex-vereador sobrevivente da União Patriótica. Em 1994, obteve asilo político na Suécia por conta da perseguição empreendida por seu país. É reconhecido em diversos países por suas contribuições enquanto político, jornalista e escritor. Seu trabalho no portal de notícias Anncol merece destaque. Conforme seus porta-vozes, o sítio, criado por exilados políticos colombianos com o apoio de personalidades nórdicas, possui como objetivo apresentar uma imprensa alternativa, independente. Através do sítio, os acontecimentos colombianos são analisados a partir de uma ótica à esquerda. Atualmente, é membro fundador da Associação Bolivariana de Comunicadores (ABC), organização criada em dezembro de 2009, em Caracas, no marco do Congresso de fundação do MCB.

Chama a atenção o fato de o jornalista ter se movimentado por vários países da Europa, rumo à Venezuela, sem ter sido detido em nenhum deles. Por acaso a INTERPOL só atua na Venezuela? Ou se trata de uma detenção articulada pela inteligência colombiana, teoria reconhecida ontem por José Obdulio Gaviria?

É alarmante que a República Bolivariana da Venezuela se preste ao papel de corroborar com uma operação de perseguição política, violando o princípio da “não devolução”. Esse princípio protege as pessoas, na qualidade de refugiados, de serem submetidas em seus países de origem à perseguição indevida, cerceadas de liberdade e correndo risco de sofrerem maus tratos e torturas. Dessa maneira, se faz necessário recordar que a assustadora cifra de jornalistas assassinados na Colômbia é superior a 150, somente nos últimos 20 anos. Detalhe: três jornalistas foram assassinados somente no último ano.

Ainda mais absurdos são os argumentos apresentados contra Pérez Becerra. No país neo-granadino, ele é acusado por conta de um trabalho que não constitui delito em nenhum país democrático. Que delito existe em publicar num portal da Web informações e opiniões, sob a perspectiva dissidente, acerca de um determinado governo? Tanto a acusação como sua detenção resultam um grave atentado à liberdade de informação e opinião, pondo em dúvida o direito adquirido por milhares de sítios de imprensa alternativa que circulam na Internet.

Fazemos um chamado urgente a todos os Partidos revolucionários, organizações populares, jornalistas alternativos, ativistas de direitos humanos, internacionalistas e, especialmente, ao povo bolivariano da Venezuela para não permitirem a expulsão de Joaquín Pérez à Colômbia. É preciso a manifestação de rechaço a esta medida, que atenta contra a vida e a integridade do jornalista, perante as autoridades venezuelanas.

Agradecemos a participação de todos. Portanto, façam chegar seus e-mail e mensagens de repúdio à expulsão ou extradição de Joaquín Pérez Becerra à Colômbia aos contatos oficiais das páginas do Governo da Venezuela: http://www.gobiernoenlinea.ve, Ministério do Poder Popular para as Relações Interiores e Justiça: http://www.gobiernoenlinea.ve, Ministério do Poder Popular para as Relações Exteriores: http://www.mppre.gob.ve// e Ministério do Poder Popular para a Comunicação e Informação: http://www.mppre.gob.ve//

As mensagens também poderão ser enviadas as seguintes contas de Twiter: @chavezcandanga, @vencancilleria, @mincioficial e de outros associados ao Governo.

Também convidamos a somarem-se à Campanha de Solidariedade com Joaquín Pérez Becerra, enviando suas adesões ao seguinte correio eletrônico: libertadjoaquinperez@hotmail.com

Carlos Casanueva

Secretário Geral do MCB

Narciso Isa Conde

Coordenador da Presidência Coletiva do MCB

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza


Periodista detenido en Venezuela no es ningún terrorista, es director de Anncol PDF Print E-mail
Written by Tribuna Popular

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Joaquín Pérez Becerra no es ningún “terrorista”, es un periodista refugiado en Suecia y ex concejal colombiano que tuvo que marchar al exilio para salvar su vida y la de su familia

Resumen Latinoamericano/Tribuna Popular - Joaquín Pérez Becerra, detenido ayer en Maiquetía, no es ningún “terrorista”, es un periodista refugiado político en Suecia desde la primera mitad de los años 90, era militante y concejal de la Unión Patriótica (UP) en el municipio de Corinto del Departamento del Cauca, cuando tuvo que marchar al exilio para salvar su vida y la de su familia producto del plan de exterminio, denominado “Baile Rojo” que llevó a cabo el gobierno colombiano contra esta organización política.

Recordamos que el plan “Baile Rojo”, significó el asesinato de más de cinco mil revolucionario, dentro de ellos a cuatro candidatos presidenciales; Jaime Pardo, Bernardo Jaramillo de la UP y Carlos Pizarro Leongomez del M19 y Luis Carlos Galán Sarmiento del Partido Liberal.

El periodista Joaquín Pérez Becerra es ciudadano sueco y actualmente se desempeñaba como director de la Agencia de Noticias Nueva Colombia, ANNCOL, cuya página web fue fundada en 1996.

La detención se produjo cuando Pérez Becerra llegaba a Venezuela por asuntos de trabajo de ANNCOL, en un vuelo comercial procedente de la ciudad de Frankfurt, Alemania.

Según el portal de Aporrea, José Obdulio Gaviria, asesor mayor de Álvaro Uribe, informó que el periodista Pérez Becerra provenía de Estocolmo (Suecia), donde tiene asilo político.

Hay que recordar que José Obdulio Gaviria, es primo de Pablo Escobar, el gran barón del Cartel de Medellín, y es quien en la actualidad está montando una nueva matriz de opinión en tono a contenidos de la famosa computadora de Raúl Reyes que está 'llena', según él y sus amos, de pruebas del apoyo del presidente Chávez a las FARC.

Según la página de Aporrea, el ministro venezolano de Comunicación e Información, Andrés Izarra, había informado en cuenta de Twitter: “Capturado en Venezuela colombiano solicitado por INTERPOL (con) código rojo por terrorismo. En breve comunicado de nuestro Gobierno”. Como bien se pregunta el investigador Hernando Calvo: " Y si el presunto guerrillero colombiano estaba en la lista "roja" de la Interpol, por qué no lo detuvieron en Alemania, de donde partió; o en Suecia, donde vive?"

Este es el Comunicado del gobierno venezolano:

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela, informa que, el día 23 de abril de 2011, fue detenido en el Aeropuerto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, el ciudadano de nacionalidad colombiana JOAQUÍN PÉREZ BECERRA, con cédula de ciudadanía número 16.610.245, cuando intentaba ingresar al país en un vuelo comercial procedente de la ciudad de Frankfurt, Alemania.

El ciudadano Joaquín Pérez Becerra, es requerido por los órganos de justicia de la República de Colombia, a través de INTERPOL, con difusión roja, por la comisión de los delitos de concierto para delinquir, financiamiento del terrorismo y administración de recursos relacionados con actividades terroristas.

De igual manera, han sido informadas las autoridades del Gobierno de la República de Colombia sobre este procedimiento.

El Gobierno Bolivariano ratifica así su compromiso inquebrantable en la lucha contra el terrorismo, la delincuencia y el crimen organizado, en estricto cumplimiento de los compromisos y de la cooperación internacional, bajo los principios de paz, solidaridad y respeto a los derechos humanos.



Mas manifestaciones de repudio a la detención del periodista Joaquín Pérez en Venezuela PDF Print E-mail
Written by Resumen Latinoamericano

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Tanto "Resumen Latinoamericano" como el periodista colombiano Carlos Lozano Guillén se suman a las diversas reacciones de repudio por la detención del periodista Joaquin Pérez Becerra, de la agencia ANNCOL.

BASTA DE EXTRADICIONES DE MILITANTES REVOLUCIONARIOS DESDE VENEZUELA BOLIVARIANA A LA COLOMBIA FASCISTA DE JUAN MANUEL SANTOS


OTRA VEZ NOS VEMOS SORPRENDIDOS POR LA NOTICIA DE UN MILITANTE DEL CAMPO POPULAR EN VENEZUELA AL QUE SE LO QUIERE EXTRADITAR A COLOMBIA. EN ESTE CASO NOS REFERIMOS AL PERIODISTA DE LA AGENCIA ANNCOL, JOAQUÍN PÉREZ BECERRA, QUIEN FUERA APRESADO COMO SI DE UN DELINCUENTE SE TRATARA EN EL AEROPUERTO DE MAIQUETÍA, EN VENEZUELA.

DE NINGUNA MANERA, NUESTRA DEFENSA IRRESTRICTA DEL GOBIERNO Y EL PUEBLO DE VENEZUELA BOLIVARIANA, NOS HARÁ CALLAR SOBRE ESTA NUEVA INJUSTICIA COMETIDA CONTRA LUCHADORES POPULARES.

YA OCURRIÓ ESTO MISMO COMO MILITANTES VASCOS QUE SE HALLABAN REFUGIADOS EN VENEZUELA, LUEGO CON INTEGRANTES DEL ELN Y LAS FARC DE COLOMBIA, MÁS TARDE CON EL COMPAÑERO INTERNACIONALISTA VASCO, WALTER WENDELIN, QUIEN FUERA DETENIDO Y EXPULSADO SIN NINGÚN TIPO DE CAUSA, Y AHORA LA GOTA QUIERE DESBORDAR EL VASO, CUANDO SE HABLA DE LA EXPULSIÓN A COLOMBIA (ENTREGA LISA Y LLANA A LA POLICÍA ASESINA DE SANTOS) DEL PERIODISTA JOAQUÍN PÉREZ BECERRA, QUE PARA MÁS DATOS TIENE NACIONALIDAD SUECA, LO QUE HACE QUE EL CASO SEA MÁS FLAGRANTE AÚN.

DESDE "RESUMEN LATINOAMERICANO" NOS SUMAMOS A LA OLA DE REPUDIO GENERAL A ESTA DETENCIÓN Y LE PEDIMOS ENCARECIDAMENTE AL GOBIERNO REVOLUCIONARIO DE HUGO CHÁVEZ QUE NO ENTREGUE A UN REVOLUCIONARIO A LA TORTURA O A LA MUERTE EN COLOMBIA.

NO HAY NINGUNA EXCUSA QUE PUEDA AMPARAR ESTE DESAGRADABLE Y TRISTE EPISODIO.

LIBERTAD AL PERIODISTA JOAQUÍN PÉREZ!! BASTA DE EXTRADICIONES Y EXPULSIONES DE MILITANTES DE LA LUCHA POPULAR LATINOAMERICANA!!

CONSEJO DE DIRECCIÓN DE "RESUMEN LATINOAMERICANO"
++++++++++

__._,_.___

Declaración de Carlos Lozano.- ¡Libertad para Joaquín Pérez Becerra!

Abril 25 de 2011 | 07:04 AM. | Noticias

Joaquín Pérez Becerra no es un terrorista. Ni siquiera un miembro de las FARC como los organismos de inteligencia y el gobierno de Colombia se lo quieren hacer creer al país y al mundo, en desarrollo de la cacería debrujas para castigar a los críticos y opositores del régimen.

Pérez Becerra es el director de la página web Anncol, que tiene su sede en Suecia y es publicada con la anuencia del gobierno de este país. Se puedediscrepar del estilo de Anncol y de algunas de sus publicaciones, pero eso no convierte a su Director en terrorista o en miembro de las FARC. Anncol nooculta su simpatía por el grupo guerrillero y tiene todo el derecho dehacerlo, es la libre opinión en el ejercicio de la comunicación alternativa.

Hace más de 20 años, Joaquín Pérez Becerra abandonó el país como refugiado político, después de numerosas amenazas contra su vida. Era miembro de la Unión Patriótica y es un sobreviviente del genocidio contra este grupo de izquierda. Desde entonces reside en Suecia de cuyo país recibió lanacionalidad.


El gobierno de Colombia lo reclama acusado de pertenecer a las FARC, como lohace con tanta gente. Una vez más, la „prueba‰ está en los computadores de Raúl Reyes, Lámpara de Aladino que ha servido para señalar a personas del país y del exterior, inclusive a gobiernos como es el caso del presidente Hugo Rafael Chávez Frías, de la República Bolivariana de Venezuela.

El gobierno de la República Bolivariana de Venezuela no puede entregarlo a las autoridades colombianas, su vida correría peligro, porque en este país no hay garantías para la integridad y la seguridad de los luchadores revolucionarios. De acuerdo a las normas internacionales, teniendo en cuenta su calidad de refugiado político y de ciudadano sueco, debe devolverlo a este país que le ha garantizado la vida y el derecho a opinar libremente.

Al presidente Hugo Rafael Chávez Frías, con cuya revolución bolivariana somos solidarios sin condiciones, le decimos: Hay decisiones que un revolucionario, en el poder o no, nunca debe adoptar. Entregar a Joaquín Pérez Becerra al gobierno de Juan Manuel Santos sería una afrenta al pueblo colombiano.

Bogotá D.C. 24 de abril de 2011

Carlos A. Lozano Guillén

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira