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quinta-feira, 17 de março de 2016

O PT, AS CONTRADIÇÕES, OS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E AS RELAÇÕES CAPITAL VERSUS TRABALHO.

Por Runildo Pinto 05/março/2016

Se vamos falar de contradições dentro de uma estratégia de esquerda, em primeiro lugar essa realidade está apenas ao alcance da esquerda (e não me refiro ao PT) somente para teorizá-la, há pouca organização para respondê-la na pratica.

O PT contribuiu para descontinuar um processo de luta e organização que estava sendo construído a partir dos anos 90. De lá para cá o próprio PCB passou por momentos críticos e somente no presente século começou a se organizar e ter uma postura contra os interesses do capital, mas ainda com pouquíssimo poder de fogo para responder a realidade.

Em segundo, lugar a bonança econômica vivida no Brasil mais precisamente no período de 2003 a 2008, propiciou pela própria dinâmica do capitalismo e a manutenção pelo governo do PT/lula da formula usada pro FHC baseada no plano real (ponto). 

Depois da quebra da bolsa em novembro de 2008 nos EUA, o PT com fins eleitoreiros manteve uma política artificial diante de uma conjuntura mundial em crise (lembra da marolinha era um tsunami), portanto o PT não fez inclusão nenhuma, esses milhões de pessoas (segundo o PT, 22 milhões) que o governo atribui ter incluído ou tirado da pobreza é uma falácia. Primeiro que os empregos gerados foram no patamar do salário mínimo e mais o PT considerou um aumento da classe média considerando esse acesso baseado em um salário de 1000 reais, o que é uma piada.

Em 2010, disse que qualquer crise derrubava todos os "programecos" do PT. Me referindo a crise de 2008 que acabaria aparecendo e atingindo a economia de forma contundente.

E deu no que deu, caiu como uma castelo de cartas. Assim, o PT com seu reformismo tinha como estratégico para implementar seu governo as alianças pela direita e o aparelhamento dos movimentos sociais, nesse sentido fez do movimento sindical e do MST correia de transmissão do governo (utilizou cargos e corrompeu muitos sindicalistas para aderir ao governo e infiltrou nos sindicatos ONG's).

Por ai, enfraqueceu e dividiu os trabalhadores e reflexo disso fez com que fortalecesse a desorganização e o surgimento de pelo menos umas 13 (treze um número muito irônico) centrais sindicais, que dizer a classe trabalhadora a mercê do fortalecimento da burocracia sindical.

Pergunto camaradas: porque o MST entre tantos motivos não respondeu a ascensão do agronegócio? Respondo: o PT apostou no agronegócio e deixou a reforma agrária de lado o que enfraqueceu o MST, pela submissão do Sr. Stédile ao submeter o MST ao governo. Hoje, o MST está dividido e enfraquecido. 

Não esqueça que o PT fez mercadoria das demandas da classe trabalhadora e uma conciliação de classes totalmente espúria. Após a ditadura, o governo civil - Sarney propôs uma aliança de classes (PACTO SOCIAL), mas negociada com a classe trabalhadora, e não aceito pelo PT e a CUT, lembram? 

O fato mais relevante da conjuntura atual do golpe de direita contra o PT (considerado pela direita como esquerda) é um golpe contra as esquerdas e principalmente contra os comunistas e a democracia burguesa, isso aí virou um vale tudo, e a Marilena Chauí matou a charada, entre tantos equívocos,, disse: 1964 (representação da ditadura) vai ser "fichinha", coisa pequena, perto do que está acontecendo hoje no Brasil. O sentido é esse.

Agora, e mais uma vez repito, estamos com as mão amarradas e por quê? Porque o PT despolitizou a classe trabalhadora e a desmobilizou, consequência óbvia de sua conciliação de classes ajustada pela burguesia e agora rompida pela mesma. 

Lembro e por mais que os camaradas possam dizer que seja fora de época, mas as reformas de base do Jango eram muito mais avançadas que o "reformismo neoliberal" do PT. O PT, só para exemplificar, não fez reforma agrária, não implementou a Universidade Popular, na economia aplicou um receituário neoliberal, manteve todas as privatizações dos governos anteriores e toda a flexibilização do direitos dos trabalhadores, terceirização e também retirou direitos, privatizou.
Então, a base do governo lula e dilma foi a estrutura deixada pelos governos collor, itamar e FHC. E, o PT não quis modificar isso e não teria força para modificá-las porque preferiu governar com o parlamento e virar as costas para a classe trabalhadora. 

Nesse momento o PT além de ter criado as condições para que a burguesia chegasse ao ponto de um golpe de Estado, deixa uma "batata quente" nas mãos da Esquerda. Não tivemos avanços nenhum, e mais, a direita está recalcando na sociedade brasileira o conservadorismo, o fascismo, plantando um sociedade reacionária. Portanto, o PT foi um retrocesso para a classe trabalhadora e para a luta de classes, se é que estamos de acordo, também com as teses do último congresso do PCB. A nossa luta é contra o capital. Não vamos cometer os erros de 1945, o Brasil na época já era um país capitalista, e hoje um capitalismo avançado, atualizado, compatível com as maiores potencias capitalistas, não precisamos de reformismo para evoluir o capitalismo em qualquer setor, só está a mercê e conivente de uma conjuntura internacional movida pelos interesses do mercado-, e guerras imposto pelo império norte-americano.

Podemos dizer em relação ao PT que é um problema do PT com a burguesia, parece simples, mas as consequências do PTismo vai cair no colo da pequena esquerda que temos, dos estagnados partidos trotskistas e do PCB que acredito avança passo a passo e lentamente, mas de forma consequente e ainda com sérios problemas de organização. 

A direita, sem dúvida vai triunfar e pelo caminho conservador e fascista vislumbramos sua vitória através de um golpe institucional através da mídia e do ministério público, e/ou se não der impedimento da presidente (vai se esvair e agonizar até o final do mandato), a direita certamente ganha a próxima eleição para presidente do Brasil.

Aí, podemos até projetar. Começar a pensar o PT fora do governo, sua pratica. Como será no movimento sindical? Tenho a impressão de que o PT como a CUT vão ter uma pratica muito ruim nos movimentos sociais, sempre focada em ganhar eleições tanto nos movimentos e a partir dos movimentos para alcançar prefeituras, governos de Estado e cargos nos parlamentos, o PT não vai sair dessa pratica institucional e pró-capitalista, nociva para a organização da classe. O PT não tem volta e esperamos que os partidos de esquerda se reorganizem para enfrentar a conjuntura complicada e que classe trabalhadora se indigne com as condições de vida precária que a direita prepara e vá para as ruas lutar. A esquerda via ter que dar conta dessa conjuntura e não conte com o PT. 

Deixo para vocês avaliarem o resultado dos programas do PT: 

Pagamento da dívida externa com o FMI, o PT converteu a dívida externa em interna quem ganha com juros abusivos são os banqueiros, maiores que os cobrado pelo FMI. 

Salário mínimo: a inflação e o dólar comeram. 

O Brasil está entre as maiores economias do mundo e quem ganha sãos os ricos. 

Bolsa família , foi o FHC quem instituiu, os PTistas dizem que é projeto deles.

Prouni somente para escola particular não pagar imposto. 

Luz para todos aos olhos da cara e farmácia popular fechando todos os dias.

Apenas 214 escolas técnicas para um país continental com mais de 200 milhões de habitantes.

Apenas 18 universidades públicas com baixo nível de qualidade e permitiu milhares de universidades particulares "de esquina" sem as mínimas condições de funcionarem. Uma agiotagem escolar para empresários se fartarem de lucros.

Os PTistas disseram que há 5 milhões de jovens pobres e negros na universidade, alguém acredita? 

Dizem mais, 40 milhões que saíram da miséria o que é uma mentira deslavada, peço a eles fonte e comprovação e eles silenciam. (as vezes os Ptistas dizem 22 milhões... !?. entenda essa gente.)*
E mais, apelam, 38 milhões na classe média a 1000 reais? Tá brincando!*
*Somem agora os 40 mais 38... Eles estão vendendo ilusões, não é real.

PAC fonte de corrupção e obras inacabadas por todo o Brasil. 

O déficit habitacional era de 7 milhões antes do "minha casa minha vida", a dilma diz que fez 1,5 milhões de moradias e por incrível que pareça o programa incentivou a especulação imobiliária e o déficit voltou a ser 7 milhões, novamente. Que "programão" ingrato é esse? 

Também com a saúde que é um caos, se não tivesse uma ambulância, seria o mico, e 2132 ambulâncias para 789 municípios é muito pouco. O Brasil possui 4000 municípios, isso é esmola. 

Onde será que foi parar o grandioso orçamento da saúde (segundo o PT, 106 bilhões), se a saúde está lixo, como no século XIX. Os PTistas querem enganar quem?

E a educação? Um caos. Pátria Educadora é o fim da várzea. 

O Pré-sal a dilma fez um "acordão" com Serra para entregar 100% da soberania nacional.

Vamos falar da "Vale do Rio Doce, Samarco? Um acordo favorável aos interesses da corporação empresarial. 

E o desemprego? Está por volta dos 10 a 12 milhões de pessoas.

Viva o ajuste fiscal da dilma/PT. A classe trabalhadora paga a conta da crise.

E tempos mais sombrios vem por aí. Boa luta para nós!

terça-feira, 31 de julho de 2012

UM MANDATO EM DEFESA DOS TRABALHADORES ALEGRETENSES

(clique no título para acessar o blog da campanha PCBGRISA21021) 

Na Câmara de Vereadores de Alegrete não existe representação com a cara da classe trabalhadora – até mesmo os vereadores oriundos das camadas populares pertencem a partidos que defendem os interesses dos “tubarões”. Historicamente, os Legislativos têm servido de capacho dos Executivos, negligenciando sua função fiscalizadora e privilegiando projetos particulares, servindo de chacota da população. Então, para que eleger um vereador?

As eleições não mudam a realidade da cidade, mas abrem um espaço importante para se pensar a organização popular e para mostrarmos as demandas dos trabalhadores alegretenses, dado que os meios de comunicação estão sempre vinculadas a um ou a outro chefe político e as verdadeiras necessidades da população trabalhadora não são debatidas, a começar pela precariedade do mundo do trabalho em Alegrete.

Só há sentido em participar, se for para construir a mudança, visando construir o PODER POPULAR, para pensar a cidade e suas ruas como um lugar para as pessoas e não para os carros, para levantar lutas como:

a) o investimento na cultura para além do tradicionalismo;
b) o aperfeiçoamento da legislação, com critérios rígidos e públicos de controle da poluição, revertendo a licença ambiental de dois grupos econômicos que poluem e criam problemas de saúde em muitos bairros de nossa cidade;
c) a defesa do SUS público e de qualidade, denunciando as ameaças de privatização da saúde;
d) a implantação do Conselho Municipal de Transporte Coletivo;
e) a implantação de ciclovias; o Conselho Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, com as universidades cumprindo seu papel social;
f) a instalação da Comissão da Verdade para revelar os crimes da ditadura militar em Alegrete;
g) a inserção de Alegrete no Comitê Estadual contra o uso de agrotóxico;
h) o retorno de 10% da arrecadação através do investimento em educação pública, com carreira e piso a professores e funcionários e respeito à luta dos sindicatos de servidores;
i) a criação de mecanismos de cadastramento e preservação do patrimônio cultural e histórico;
j) a organização nos bairros de feiras culturais e de troca de livros;
k) a identificação das comunidades remanescentes de quilombos, tanto urbanas como rurais, assegurando o usufruto de seus territórios, entre inúmeras outras possibilidades de lutas de interesse social e coletivo.

Qualquer mandato do PCB deve estar a serviço da organização do Povo em suas lutas, na defesa radical dos interesses da classe trabalhadora como um todo!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Manifesto de Solidariedade ao PCB


Até agora, mais de duzentos intelectuais, militantes e organizações progressistas, de vários Estados do Brasil e de vários países, se manifestaram em solidariedade ao PCB, diante de uma representação da Confederação Israelita do Brasil no Ministério Público Eleitoral, acusando o partido de anti-semitismo, conforme nota política que aqui republicamos, ao final das assinaturas. O manifesto está aberto a adesões, através do endereço secretariageral.pcb1@gmail.com.

SOLIDARIEDADE AO PCB

Prestamos nossa solidariedade ao PCB (Partido Comunista Brasileiro) diante de representação judicial em que é acusado de “incentivar a discriminação e a proliferação da intolerância religiosa, étnica e racial em nosso país”.

Independentemente de nossa concordância ou não com as posições políticas do PCB, reconhecemos nele um partido político que, ao contrário da acusação, luta por uma sociedade laica, igualitária e fraterna, sem discriminações de qualquer natureza.

Esta absurda representação, além de constituir um atentado à livre organização partidária, fere todas as cláusulas pétreas da Constituição Brasileira que se referem à liberdade de organização e de expressão.

1. Anita Leocádia Prestes – professora universitária (RJ)

2. Alan Woods – dirigente da Corrente Marxista Internacional (CMI)

3. Ana Claudia de Almeida Garcia – advogada (RJ)

4. Alessandra Soares Gomes – assistente social (RJ)

5. Adelaide Gonçalves – historiadora, Universidade Federal do Ceará (CE)

6. Achille Lolo – editor de TV e correspondente do jornal Brasil de Fato em Roma (Itália)

7. Adriano Nascimento – professor – UFAL (AL)

8. André Moreau – jornalista e cineasta (RJ)

9. Angélica Lovatto – professora FFC/UNESP (SP)

10. Antonio Carlos Maciel – prof. , doutor, diretor do Campus Universitário da UF de Rondônia (RO)

11. Antonio de Campos – pres. da Associação Pernambucana de Anistiados Políticos – APAP (PE)

12. Antonio Rago - professor da PUC/SP

13. Argemiro Pertence – engenheiro, diretor da Casa da América Latina (RJ)

14. Armando Boito - professor de Ciência Política da Unicamp (SP)

15. Associação Cultural José Marti (RJ)

16. Associação para o Desenvolvimento da Imprensa Alternativa – ADIA (RJ)

17. Aton Fon Filho – advogado (SP)

18. Augusto Buonicore – membro da Fundação Maurício Grabois, historiador (SP)

19. Aurélio Fernandes – Morena/Brigadas Populares

20. Beto Almeida – jornalista, diretor da Telesur

21. Caio Navarro Toledo – professor da Unicamp (SP)

22. Carlos A. Lozano Guillen – dir. do Semanário Voz e dirig. do Pólo Democrático Alternativo (Colômbia)

23. Carlos Alberto Barão – historiador (RJ)

24. Carlos Bauer – professor universitário (SP)

25. Carlos Casanueva – secretário geral do Movimento Continental Bolivariano – MCB (Chile)

26. Carlos Duarte – Presidente do Sindicato dos Advogados de São Paulo (SP)

27. Carlos Eugênio Clemente – ex Comandante da ALN - Aliança Libertadora Nacional (RJ)

28. Carlos Luis Casabianca – dirigente do Movimento das Vítimas da Ditadura de Stroessner (Paraguai)

29. Carlos Nelson Coutinho – professor universitário (RJ)

30. Casa da América Latina

31. Ceci Juruá – economista e pesquisadora (RJ)

32. Celso Frederico – professor universitário (SP)

33. Cesar Benjamin – editor (RJ)

34. César Labre – professor da UFMA (MA)

35. Chico Alencar – Deputado Federal – PSOL (RJ)

36. Claudia Santiago – jornalista (RJ)

37. Consulta Popular

38. Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes – CCLCP

39. Corrente Marxista Internacional (CMI)

40. Cristiano Ferraz – professor de história da UESB (BA)

41. CSP – CONLUTAS

42. Daniel Rodrigues – professor universitário (PE)

43. Danilo Matuscelli – professor universitário (SC)

44. Dirlene Marques – professora universitária (MG)

45. Duarte Pacheco Pereira – jornalista e escritor (SP)

46. Eliel Machado – professor da Universidade Estadual de Londrina (PR)

47. Eliete Ferrer – professora (RJ)

48. Eliomar Coelho – vereador do Rio de Janeiro – PSOL (RJ)

49. Elza Margarida de Mendonça Peixoto – professora universitária – UFEL – Londrina (PR)

50. Emanuel Cancella – Sindipetro (RJ)

51. Federação de Estudantes Universitários – FEU (Colômbia)

52. Fernando Cataldi – advogado (RJ)

53. Fernando Siqueira – presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (RJ)

54. Flávio Tavares – jornalista e escritor, autor, entre outros, de “O dia em que Getúlio matou Allende” (RJ)

55. Franklin Oliveira Jr – escritor e professor universitário (BA)

56. Frente Democrática pela Libertação da Palestina

57. Frente Popular pela Libertação da Palestina

58. Fundação Dinarco Reis

59. Gaudêncio Frigotto – Professor da UERJ (RJ)

60. Geraldo Pereira Barbosa – Executiva da Direção Nacional da Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes (SC)

61. Gesa Linhares Correa – Direção Nacional do PSOL e Coordenação Nacional da Intersindical (RJ)

62. Gilberto Cervinski – Coordenação Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MA)

63. Gilda Arantes – professora universitária (RJ)

64. Gilcilene Barão – professora da UERJ (RJ)

65. Glória Inês Ramírez – Senadora do Pólo Democrático Alternativo (Colômbia)

66. Guillermo Caviasga – historiador e professor (Argentina)

67. Günter Pohl – Comitê Central do Partido Comunista Alemão – DKP (Alemanha)

68. Hamilton Octavio de Souza – jornalista – Brasil de Fato e Caros Amigos – professor da PUC (S)

69. Haroldo Baptista de Abreu – professor da UFF (RJ)

70. Heloísa Greco – professora e militantes de direitos humanos – BH (MG)

71. Heloísa Fernandes – socióloga, professora da Escola Nacional Florestan Fernandes e da USP (SP)

72. Henrique Meira de Castro – ABRAPSO – Núcleo Bauru (SP)

73. Henrique Soares Carneiro – professor e doutor da USP (SP)

74. Horácio Martins de Carvalho – engenheiro agrônomo (PR)

75. Humberto Santos Palmeira - Dirigente Nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores

76. Ildo Sauer – professor universitário (SP)

77. Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania (MG)

78. Intersindical (Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora)

79. Intersindical (Instrumento de Luta, Unidade da Classe e Construção de uma Nova Central)

80. Iracy Picanço – professora da UFBA (BA)

81. Ivan Valente – Deputado Federal – PSOL (SP)

82. Ivana Jinkings – editora (SP)

83. Jacob David Blinder (médico sanitarista (BA)

84. Jaime Caycedo – Secretário Geral do PC Colombiano e Vereador em Bogotá (Colômbia)

85. James Petras – professor emérito da Universidade de Nova Iorque (USA)

86. Janira Rocha – Deputada Estadual – Rio de Janeiro – PSOL (RJ)

87. Jean Douglas Zeferino Rodrigues – PSOL Indaiatuba (SP)

88. Jefferson Moura – Presidente Regional do PSOL (RJ)

89. João Luiz Duboc Pinaud – Pres. Comissão de DH do IAB, Casa da América Latina e Assoc. Americana de Juristas (RJ)

90. João Claudio Platenik Pitillo – Diretor da FAFERJ (Federação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro)

91. João Paulo Rodrigues – dirigente do MST

92. João Pedro Stedile – dirigente da Via Campesina

93. João Quartim Moraes - professor universitário (SP)

94. Joel Barcellos – ator

95. Joel Filartiga – presidente da Coordenadora Paraguaia de Solidariedade a Cuba (Paraguai)

96. Jonas Duarte – professor de história da UFPB e pesquisar do CNPq (PB)

97. Jorge Beinstein – professor titular da Universidade de Buenos Aires (Argentina)

98. Jorge Figueiredo – editor de resistir.info (Portugal)

99. José Claudinei Lombardi – coordenador executivo do HISTE DBR – DEFHE-FE – UNICAMP (SP)

100. José Laercio Martuchelli Nogueira – estudante de astronomia UFRJ (RJ)

101. José Maria – Presidente Nacional do PSTU

102. Katia da Matta Pinheiro – historiadora, prof. Universitária, diretora da Casa da América Latina (RJ)

103. Laércio Cabral Lopes – professor universitário (RJ)

104. Laerte Braga – jornalista (MG)

105. Leandro Konder – professor universitário (RJ)

106. Lenin Novaes – jornalista, Pres. da Comissão de Liberdade de Imprensa e DH da ABI (RJ)

107. Lorene Figueiredo – professor da UFF (RJ)

108. Lincoln Penna –professor universitário, Presidente do MODECON (RJ)

109. Lincoln Secco - professor da USP (SP)

110. Luciana Fernandes Dias - professora de história da rede pública (RJ)

111. Luciano Martorano – cientista político, professor da Unicamp, da Revista Crítica Marxista (SP)

112. Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida - Departamento de Ciência Política da PUC (SP)

113. Luis Acosta – professor da UFRJ e presidente da ADUFRJ – SSIND (RJ)

114. Luis Mergulhão – professor (RJ)

115. Luiz Bernardo Pericás - historiador e escritor (SP)

116. Luiz Ragon – diretor de Direitos Humanos da Casa da América Latina (RJ)

117. Luiz Rodolfo Viveiros de Castro (Gaiola) – militante comunista (RJ)

118. Manuel J. Montañez Lanza – politicólogo (Venezuela)

119. Marcello Cerqueira – advogado (RJ)

120. Marcelo Badaró – professor universitário (RJ)

121. Marcelo Botosso – professor (SC)

122. Marcelo Buzzetto – direção do MST-SP e do setor de Relações Internacionais do MST

123. Marcelo Durão – dirigente do MST (RJ)

124. Marcelo Freixo – Deputado Estadual – PSOL (RJ)

125. Marcelo Machado – dirig. nacional do MTD – Movimento dos Trabalhadores Desempregados (RJ)

126. Márcio Lupatini – professor universitário (MG)

127. Marco Antonio Villela dos Santos – CeCAC – Centro Cultural Antonio Carlos Carvalho (RJ)

128. Marcos Del Roio – professor universitário, Presidente do instituto Astrojildo Pereira (SP)

129. Marcus Robson Nascimento Costa – professor universitário, promotor aposentado (AL)

130. Maria de Fátima Felix Rosar – professora universitária – UFMA (MA)

131. Maria Inês Souza Bravo – professora universitária (RJ)

132. Maria Isa Jinkings - livreira

133. Marly Vianna – professora universitária (RJ)

134. Maurício Azêdo – jornalista (RJ)

135. Miguel Urbano Rodrigues – escritor e editor de odiario.info (Portugal)

136. Milton Temer – jornalista e dirigente nacional do PSOL (RJ)

137. Modesto da Silveira – advogado

138. Movimento Revolucionário Nacionalista/Brigadas Populares

139. Movimento Continental Bolivariano (MCB)

140. Movimento dos Trabalhadores Desempregados - MTD

141. Movimento dos Trabalhadores sem Terra – MST

142. Nader Alves Bujah – Comitê Democrático Palestino

143. Najeeb Amado – secretário geral do Partido Comunista Paraguayo (Paraguai)

144. Natalia Vinelli – jornalista, diretorra da Barricada TV (Argentina)

145. Nestor Kohan – Cátedra Che Guevara (Argentina)

146. Nise Jinkings – professora universitária – UFSC (SC)

147. Orlando Oscar Rosar – professor universitário – UFMA (MA)

148. Osvaldo Coggiola – professor de história da USP (SP)

149. Otto Filgueiras – jornalista (SP)

150. Partido Comunista Alemão – DKP (Alemanha)

151. Partido Comunista Colombiano (PCC)

152. Partido Comunista de Espanha (PCE)

153. Partido Comunista de Venezuela (PCV)

154. Partido Comunista do Equador (PCE)

155. Partido Comunista do México (PCM)

156. Partido Comunista dos Povos de Espanha (PCPE)

157. Partido Comunista Grego (KKE)

158. Partido Comunista Libanês

159. Partido Comunista Paraguayo (PCP)

160. Partido Comunista Peruano (PCP)

161. Partido do Povo Palestino

162. Partido Revolucionário dos Comunistas das Canárias

163. Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU (Brasil)

164. Paulo Douglas Barsotti - professor da FGV (SP)P

165. Paulo Metri – diretor do Clube de Engenharia (RJ)

166. Paulo Moura – ambientalista e fotógrafo – Petrópolis (RJ)

167. Paulo Passarinho – economista e apresentador do Programa Faixa Livre (RJ)

168. Paulo Ribeiro Cunha – professor FFC-UNESP (SP)

169. Pedro Jorge de Freitas – professor da Universidade Estadual de Maringá (PR)

170. Pery Thadeu Oliveira Falcón – Centro de Estudos Victor Meyer (BA)

171. Pólo de Renascimento Comunista Francês (PRCF)

172. Raymundo Araujo – médico veterinário homeopata (RJ)

173. Ricardo Antunes – sociólogo (SP)

174. Ricardo Gebrim (SP) – dirigente da Consulta Popular

175. Ricardo Moreno – professor da UNEB e da Revista Dialética (BA)

176. Robério Paulino – professor da UFRN (RN)

177. Roberto Leher – professor da UFRJ (RJ)

178. Roberto Morales – fundador do PSOL – Brasil (RJ)

179. Ronald Barata – Movimento de Resistência Leonel Brizola

180. Rondon de Castro – docente; presidente da SEDUFSM/Andes – Santa Maria (RS)

181. Rosa Couto – Secretária da Consulta Popular (SC)

182. Rubim Aquino – professor e historiador (RJ)

183. Sandra Quintela – economista (RJ)

184. Sargento Amauri Soares – Deputado Estadual (SC)

185. Serge Goulart – direção nacional do PT, dirigente da CMI - Corrente Marxista Internacional (SC)

186. Sérgio Caldieri – jornalista, escritor, 1º Secretário do Conselho Deliberativo da ABI

187. Sérgio Lessa – professor da UFAL (AL)

188. Sérgio Miranda –ex Deputado Federal (MG)

189. Severino Nascimento (Faustão) – dirigente nacional da CUT (SP)

190. Silvana Aparecida de Souza – professora (PR)

191. Sindicato dos Advogados de São Paulo (SP)

192. Solange Rodrigues – jornalista e cineasta (RJ)

193. Takao Amano – advogado (SP)

194. Tarcizo de Lira Paes Martins – professor universitário (PB)

195. Tatiana Brettas – dirigente da Consulta Popular (RJ)

196. União da Juventude Comunista (UJC)

197. Unidade Classista (Brasil)

198. Valério Arcary – professor do IFSP e militante do PSTU (SP)

199. Via Campesina – Brasil

200. Victor Leonardo de Araujo – economista, pesquisador do IPEA (DF)

201. Virginia Fontes – professora e historiadora (RJ)

202. Vito Giannotti – jornalista (RJ)

203. Waldemar Rossi – membro da Coord. da Pastoral Operária e da Oposição Metalúrgica de SP

SIONISTAS QUEREM CRIMINALIZAR O PCB E TENTAM NO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL A CASSAÇÃO DO REGISTRO DO PARTIDO

(Nota Política do PCB)

Fomos informados de que uma entidade chamada CONIB (Confederação Israelita do Brasil) teria formalizado, no início deste mês, representação contra o PCB (Partido Comunista Brasileiro), junto ao TSE, alegando prática de “anti-semitismo”, por ter a página do partido na internet publicado artigo denominado “Os Donos do Sistema: o Poder Oculto; de Onde Nasce a Impunidade de Israel”.

Apesar de ainda não conhecermos os termos da representação (não divulgada por esta CONIB), inferimos que sua verdadeira intenção é tentar cassar o registro do PCB, como se isso fosse possível pelas leis brasileiras e como se pudessem calar a voz dos verdadeiros comunistas brasileiros. Nosso partido – o mais antigo do Brasil, fundado em 1922 - foi escolhido criteriosamente para esta ofensiva por razões que nos orgulham. Além de lutarmos pela superação do capitalismo, praticamos com firmeza e independência o internacionalismo proletário, a solidariedade a todos os povos em luta contra o imperialismo e o sionismo.

A nosso ver, trata-se de uma ação política, muito mais do que jurídica.

O texto é de autoria do jornalista argentino Manuel Freytas, divulgado originalmente num sítio eletrônico antiimperialista de seu país, denominado IAR Notícias, e reproduzido mundialmente por vários portais progressistas, listados ao final desta nota.

Segundo a apócrifa nota publicada pela citada CONIB (www.conib.org.br), o artigo divulgado pelo PCB se utiliza “de imagens apelativas, distorções da realidade e argumentos conspiratórios e claramente anti-semitas”.

Declara ainda que o artigo revela “alto grau de desconhecimento do cenário político-econômico internacional”, por repetir chavões da obra “Os Protocolos dos Sábios de Sião, farsa montada pela polícia czarista da Rússia, no século 19”. Assim, o PCB é acusado de “incentivar a discriminação e a proliferação da intolerância religiosa, étnica e racial em nosso país”.

Termina a nota afirmando que a representação baseia-se na Lei Orgânica dos Partidos Políticos, com a “finalidade de evitar que abusos e inverdades desencadeiem preconceitos contra a comunidade judaica brasileira”.

Diante deste fato, a Comissão Política Nacional (CPN) do Comitê Central do PCB vem a público se pronunciar:

1 – O PCB não se intimidará diante da pressão de organizações sionistas e de direita e continuará prestando ampla, geral e irrestrita solidariedade ao povo palestino, vítima da escandalosa impunidade de Israel, tema do artigo considerado ofensivo. Desrespeitando todas as Resoluções da ONU, o estado assumido como judeu continua ampliando a ocupação de territórios dos palestinos, derrubando suas casas, criando o chamado “Muro do Apartheid” , invadindo e cercando a Faixa de Gaza, onde impede a entrada de ajuda humanitária (inclusive alimentos e medicamentos), assassinando e prendendo militantes palestinos, mantendo mais de 11.000 deles em condições abjetas em seus cárceres. Mais do que isso, continuaremos a denunciar que Israel se transformou numa grande base militar norte-americana no Oriente Médio. O país é o primeiro destino da ajuda militar estadunidense no mundo e o único do Oriente Médio a ter direito a armas nucleares, sem permitir a inspeção internacional que exige de outros países.

2 – A ofensiva sionista e imperialista contra o PCB se deve também ao fato de que nosso Partido empresta e continuará emprestando seu apoio militante aos diversos Comitês de Solidariedade ao Povo Palestino que se consolidam e se multiplicam pelo Brasil. No nosso portal, este texto foi escolhido aleatoriamente, pois uma simples pesquisa pode verificar que os artigos e informações sobre a luta contra o Estado terrorista de Israel se contam às centenas, muitos deles mais contundentes que o escolhido pela confederação sionista brasileira para tentar intimidar e criminalizar o PCB. Publicamo-lo exatamente há um ano, mas só agora ele é “descoberto”

3 – É significativo que esta atitude intimidatória (que está se dando em vários países) ocorra no exato momento em que as duas maiores organizações políticas palestinas (Fatah e Hamas) anunciam a retomada de seus entendimentos e o desejo de dividir a responsabilidade pela administração dos territórios palestinos, que foram separados arbitrariamente pelas forças militares israelenses com o uso da violência e da ocupação.

4 – A unidade dessas duas organizações contraria os planos imperialistas de divisão sectária entre os palestinos – exatamente porque cria melhores condições para o reconhecimento internacional do Estado Palestino e para uma negociação pela paz na região -, tudo que Israel não deseja, apesar das reiteradas resoluções da ONU nesse sentido.

5 - Coincide também com a satanização do mundo muçulmano, este sim vítima de preconceitos e estigmatização, sem que a mídia burguesa se utilize de expressões como “anti-islamismo”, “anti-xiitismo”, “anti-sunitismo” etc. Coincide também com a proximidade da Assembléia Geral da ONU que, no próximo mês de setembro, discutirá o reconhecimento do Estado Palestino.

6 - Coincide também com a movimentação imperialista para ampliar a agressão militar no Norte da África e no Oriente Médio, para além do Iraque e do Afeganistão. Coincide com a descarada intervenção militar na Líbia, com as provocações contra a Síria e o Irã, acusados de solidários aos palestinos.

7 - As declarações das autoridades israelenses sobre a unidade dessas organizações palestinas deixam em evidência, inclusive para os que tinham dúvidas, que Israel não tem qualquer interesse na paz na região e muito menos na criação do Estado Palestino. Fica claro que o objetivo do sionismo é ocupar todo o território palestino, através dos assentamentos judeus ilegais, transformando o antigo território palestino no que chamam de Grande Israel.

8 – Não tememos qualquer processo judicial, porque conhecemos as leis brasileiras, que têm como cláusula pétrea constitucional o livre direito de expressão e a proibição da censura, que, no fundo, é o que intenta a suposta cúpula sionista no Brasil.

9 – Não tememos também porque sabemos que teremos a solidariedade firme e militante de centenas de organizações políticas e sociais e personalidades democráticas, não só do Brasil, mas de todo o mundo, uma vez que se dê curso à representação contra o PCB.

10 – Não há, em qualquer documento do PCB qualquer intolerância religiosa, étnica e racial contra qualquer povo ou comunidade. Criticar a direita sionista judaica não significa criticar a comunidade judaica que, no Brasil e no mundo, é composta também por militantes democratas, humanistas e comunistas, que lutam contra o Estado terrorista de Israel e se solidarizam com o povo palestino. O PCB tem uma vasta e orgulhosa tradição, desde a sua fundação até os dias de hoje, de contar com militantes e amigos de origem judaica.

11 - Os comunistas, em todo o mundo, somos contra qualquer discriminação e nacionalismos xenófobos, porque lutamos por um mundo de iguais, sem fronteiras, sem Estado, sem forças armadas, sem opressores e oprimidos. Nunca apresentamos qualquer crítica a qualquer religião, apesar de sermos um partido laico, desde este ponto de vista. Também estranhamos a CONIB alegar intolerância racial, pois acreditamos que todos os povos pertencem à raça humana.

12 - Os comunistas do mundo inteiro tiveram papel decisivo na luta contra o nazi-fascismo que vitimou os judeus, mas também a muitos outros povos. O povo russo, dirigido pelo PCUS, foi o que entregou mais vidas em defesa da humanidade.

13 – O sítio do PCB na internet é um espaço de difusão não apenas das opiniões do PCB, mas de outras organizações e personalidades com alguma afinidade política, porque objetiva também prestar informação e fomentar o debate sobre questões candentes, nacionais e internacionais. Na primeira página de nosso sítio na internet (www.pcb.org.br), deixamos claro que:

“Só publicamos nesta página textos que coadunam, no fundamental, com a linha política do PCB, a critério dos editores (Secretariado Nacional do CC). Quando não assinados por instâncias do CC, os textos publicados refletem a opinião dos autores”.

14 - Com o texto ora questionado pela central sionista brasileira temos uma identidade política, na medida em que denuncia a impunidade de Israel, os massacres que comete contra o povo palestino, o seu papel econômico e militar no contexto do imperialismo. Publicamo-lo como um artigo de opinião, como contribuição ao debate, mesmo que algumas das opiniões ali expostas possam ter caráter polêmico para o PCB e diferir, em alguns aspectos, de nossa análise marxista da luta de classes no âmbito mundial.

15 – Por esta razão – e de forma alguma para fugir de procedimentos judiciais que não tememos até porque são incabíveis – estamos aqui oficialmente convidando a direção da Confederação Israelita do Brasil a exercer o direito de resposta, no mesmo meio em que divulgamos o artigo criticado, ou seja, a página do nosso Partido, no tamanho que julgar conveniente para se contrapor aos argumentos expostos pelo autor do texto “Os Donos do Sistema”. Como certamente o texto da CONIB deverá ser uma exceção ao nosso critério da afinidade política, nos reservaremos o direito de publicá-lo com comentários de nosso Partido.

16 – Este convite, além de democrático, atende à preocupação da CONIB de que sua finalidade, ao adotar a medida judicial, é “evitar que abusos e inverdades desencadeiem preconceitos contra a comunidade judaica brasileira”. Portanto, estejam à vontade para nos enviar para o nosso endereço eletrônico a manifestação de seu direito de defesa, que será publicado imediatamente com o mesmo destaque que mereceu o artigo atacado.

17 – Esperamos também que a recíproca seja verdadeira, ou seja, que a CONIB publique em sua página a íntegra desta presente nota política do PCB. Aproveitamos para sugerir que, no mesmo documento que nos mandarem, possamos conhecer suas posições em relação às Resoluções do último Congresso Nacional do PCB, a respeito do tema, e que transcrevemos aqui na íntegra:

“XIV Congresso Nacional do PCB (outubro de 2009):

DECLARAÇÃO DE APOIO À CONSTRUÇÃO DO ESTADO PALESTINO DEMOCRÁTICO, POPULAR E LAICO, SOBRE O SOLO PÁTRIO HISTÓRICO:

1) Pelo fim imediato da ocupação israelense nos territórios tomados em 1967, fazendo valer o inalienável direito à autodeterminação do povo palestino sobre estes territórios;

2) Aplicação de todas as resoluções internacionais não acatadas pelo sionismo;

3) Garantia aos refugiados (atualmente, 65% da totalidade do povo palestino) de retorno às terras de onde foram expulsos (Resolução 194 da ONU);

4) Libertação imediata dos cerca de 11.000 prisioneiros, entre eles Ahmad Saadat, Secretário Geral da FPLP, e outros dirigentes da esquerda;

5) Reconstrução da OLP, ou seja, reconstrução da unidade política necessária às tarefas que estão colocadas para o bravo povo palestino, com garantia de participação democrática de todas as forças políticas representativas dos palestinos;

6) Apoio irrestrito a todas as formas de resistência do povo palestino;

7) Destruição do muro do apartheid, conforme resolução do Tribunal de Haia;

8) Demolição e retirada de todos os assentamentos judaicos na Cisjordânia/Jerusalém;

9) Fim imediato do bloqueio assassino a Gaza;

10) Pelo fomento de campanha internacional para levar os criminosos de guerra sionistas aos tribunais de justiça, dentre os quais, o Tribunal Internacional de Haia. Fomento de campanhas locais, nas cidades brasileiras, para julgamento dos criminosos de guerra em nossos tribunais;

11) Estabelecimento de sólida relação entre os partidos comunistas irmãos para concretizar ações de solidariedade e, em especial, apoio logístico à materialização desta luta;

12) Apoio a todas as iniciativas que visem estreitar laços entre os partidos da esquerda palestina, em especial a Frente Democrática pela Libertação da Palestina (FDLP), a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), Povo Palestino, em unidade concreta programática e de ação.

POR UM ESTADO PALESTINO DEMOCRÁTICO, POPULAR, LAICO, SOBRE O SOLO PÁTRIO HISTÓRICO! PELA TOTAL INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA DOS TERRITÓRIOS OCUPADOS EM 1967! PELO RETORNO DOS REFUGIADOS E JERUSALÉM CAPITAL! LIBERTAÇÃO DE TODOS OS 11.000 PRISIONEIROS PALESTINOS! PELA CONDENAÇÃO INTERNACIONAL DOS CRIMINOSOS DE GUERRA!

18 – Mas voltando ao artigo que gerou a representação, para que suas críticas se centrem na contestação às informações ali prestadas, ao invés de se esconderem sob o manto autoritário da acusação de “anti-semitismo”, sugerimos que releiam o texto, sem sectarismo nem preconceito. Verão que, apesar de polêmico e contundente, não tem qualquer intolerância religiosa, étnica e muito menos racial, porque os judeus, como todos os povos, são da mesma raça humana.

19 – O texto, em nenhum momento, atinge o conjunto do povo judeu, mas à sua liderança hegemônica - direitista, sionista e terrorista - deixando claro que nem todos os judeus concordam com seus métodos e que há vários intelectuais, organizações e militantes judeus que condenam e protestam contra o genocídio em Gaza e outras violências do Estado de Israel, o que, ao que tudo indica, não é o caso desta CONIB, cuja missão é impedir e desvirtuar o debate sobre Israel, com a única arma de que dispõe: um carimbo em que se lê apenas a expressão “ANTI-SEMITA”.

20 – O texto faz questão de eximir a religião judaica da violência do Estado de Israel, apesar deste se apresentar como estado judeu. Vejam estas passagens do artigo:

“Israel não invadiu nem perpetrou um genocídio militar em Gaza com a religião judia, senão com aviões F-16, bombas de rácimo, helicópteros Apache, tanques, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estratégia e um plano de extermínio militar em grande escala. Quem questione esse massacre é condenado por "anti-semita" pelo poder judeu mundial distribuído pelo mundo”.

“O lobby sionista pró-israelense não reza nas sinagogas, senão na Catedral de Wall Street: um detalhe a ter em conta, para não confundir a religião com o mito e com o negócio”.

21 – Finalmente, apesar de algumas divergências que, como marxistas, possamos ter com aspectos do texto objeto desta polêmica, assinamos embaixo as seguintes declarações textuais do autor:

“As campanhas de denúncia de anti-semitismo com as quais Israel e organizações judias buscam neutralizar as críticas contra o massacre, abordam a questão como se o sionismo judeu (sustentáculo do Estado de Israel) fosse uma questão "racial" ou religiosa, e não um sistema de domínio imperial que abarca interativamente o plano econômico, político, social e cultural, superando a questão da raça ou das crenças religiosas”.

“A esse poder (o lobby sionista internacional), e não ao Estado de Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam diariamente os genocídios de Israel no Oriente Médio, temerosos de ficarem sepultados em vida, sob a lápide do "anti-semitismo".

22 - A CONIB, com seu gesto de censura e de criminalização ao PCB, revela que é parte integrante deste lobby. Mas estejam certos que não calarão nem sepultarão o PCB em vida, tarefa que não foi possível nem para os traidores e nem pelas mais cruéis ditaduras de direita que marcaram a história do nosso Partido, que se confunde com a história do Brasil.

Observações:

1 - Segundo levantamento feito pela Federação Árabe-Palestina, apenas em 2011, a CIA destinou 120 milhões de dólares, para financiar o sistema de difamação da religião islâmica no Brasil. A entidade não dispõe de dados sobre os valores aplicados pelo lobby sionista em nosso país.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ALEGRETE\RS CIDADE DA GENTE - GOVERNO PARA POUCOS

Por PCB - Partido Comunista Brasileiro, Alegrete\RS

30 de maio de 2011


O GOVERNO LOCAL (PMDB/PT) SEGUE A MESMA LINHA DO GOVERNO LULA/DILMA, ou seja, exerce o controle social através de um poderoso investimento de propaganda, pois recursos gigantescos são destinados para a AUTOPROMOÇÃO de suas ações.

Agora Alegrete entra definitivamente na “MODERNIDADE”, a grande obra é o ASFALTO. Os governantes sabem que a formação da opinião pública, a reprodução do senso comum, dá-se pela medíocre classe média, espalha-se no tecido social e contamina o imaginário da maioria que são consideradas “classes subalternas”.

Essa classe média é movida por um valor simbólico que aqui chamamos de AUTOCENTRISMO, ou seja, o carro é o centro do seu mundo. Determina o status quo, o poder, a autoestima, sua “inclusão” junto à elite dirigente, mesmo que isso seja só no seu imaginário, ocupa boa parte de suas referências teóricas para fazer a discussão entre seus pares (principalmente, se for o “zero”).

Portanto, é para esta classe social que o governo neoliberal local estende suas ações com grande eloquência. O estimado bem de consumo, como um ente querido, agora vai deslizar pela faixa que corta a cidade. Os riscos de acidentes, os pedestres, os ciclistas (a bicicleta é o instrumento de trabalho da classe operária e de jovens estudantes das camadas populares, em substituição aos altos preços e péssimas condições do transporte coletivo), isso não merece nenhuma preocupação do executivo.

Vários países desenvolvidos estão resgatando o paralelepípedo feito com qualidade, não como os nossos, que só beneficiariam as empreiteiras. Matéria- prima e mão de obra é o que não falta. Os investimentos deveriam privilegiar um transporte coletivo de qualidade, de concessão e fiscalização municipal, para o qual tem se feito vistas grossas, pois as empresas privadas também são as financiadoras de campanhas eleitorais. Mas, se isso fosse feito, como explicar e fazer a classe média entender? Com certeza, ela não daria o contingente de votos “necessários”.

Essa MODERNIDADE CONSERVADORA, na realidade, vai contra a concepção de sociedade sustentável. Especialistas argumentam que o ASFALTO, contribui negativamente para o aumento do aquecimento global, não permite a lixiviação (penetração da água no solo) que funciona como um filtro para a água chegar menos poluída aos mananciais (rios e córregos), leva de forma direta um número maior de lixo urbano para o rio, é gerador de enxurradas (ver Regalado), sem falar no alto custo para todos os alegretenses pagadores de impostos, para beneficiar ricos e pseudoricos?

Com esse dinheiro, poder-se-ia melhorar o atendimento à saúde, já que as filas por fichas seguem nas madrugadas, enquanto “aqueles dormem tranquilamente”, quantos quilômetros de saneamento básico seriam construídos? Quantas casas populares? E pagar dignamente os professores municipais?

É uma obra que vem reforçar um trânsito caótico e um modelo esgotado.

Questões para pensar....

1. Por que o PT e o Governo Tarso não quiseram a CPI do DAER? Esse Partido que era tão defensor desse instrumento...Será que a Unidade do DAER de Alegrete não merecia uma investigação pública?

2. A construtora SOTRIN, histórico “caixa dois” da ARENA, PDS e hoje PP, fez convênio com o Sindicato dos Municipários para eles comprarem seus apartamentos, via empréstimo bancário e já estipulou o nome do Conjunto Residencial de José Rubens Pillar – histórico direitista, alcaguete da Ditadura Militar, um antioperário. Os servidores municipais estão pagando seus apartamentos e se o Sindicato permitir essa homenagem, não será uma traição à Memória do Movimento Sindical?

Nós e as relações no trabalho

Enquanto o capitalismo se alimenta, invadindo e ocupando territórios pelo mundo, a geografia se altera, tanto pela destruição direta, quanto pelas relações entre o homem e o mundo do trabalho, sujeitas sempre às regras e interesses do “novo mercado”.

Neste sistema (e contra ele), a mobilização dos trabalhadores pela defesa dos seus direitos precisa ser permanente, pois não há justiça social com concentração de renda. Tanto a onda de movimentos contestatórios como a inércia social são reflexos dos ataques que a classe trabalhadora sofre, seja pelas perdas reais, seja pelo domínio ideológico e repressivo a que está submetida.

Paira sobre os brasileiros a ameaça de 10 anos sem reajuste salarial, trabalhadores do PAC denunciam e reagem às condições miseráveis de trabalho. Ao magistério, resta a certeza de que só com muita luta e sem ilusão haverá a conquista de salário e condições dignas de trabalho. Afinal, não será com medidas midiáticas, como a criação de um Conselhão com empresários acostumados a desdenhar da educação pública que teremos esperança.

A realidade aponta para a necessidade de ações mais radicais, como a construção de uma frente anticapitalista, a criação de instrumentos que nos libertem das amarras de um sistema regido pela busca do lucro em detrimento da vida. E é a vida que nos interessa, a nossa e a do planeta.

Dia 1º de maio – à representação dos trabalhadores, ou seja, aos sindicatos, cabe aproveitar essa data para denunciar a exploração e as necessidades de cada categoria, para encaminhar a mobilização e as suas lutas, por que as burocracias sindicais se unem aos patrões para fazer festa em detrimento da luta?

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Exílio da Rebeldia

A juventude de hoje, em sua grande maioria, tem abandonado seu espírito de rebeldia. Aqui em Alegrete, temos muitas carências relacionadas à sua qualidade de vida, às necessidades básicas como acesso à educação de qualidade, tanto básica, quanto técnica e superior. Alegrete tem crescido de forma exponencial em vagas no ensino superior, mas será que garante o real acesso a todos?

Pergunto-me como uma família de operários, vivendo com a renda de um salário mínimo pode manter seu filho estudando, dado que não há a real acessibilidade a estes cursos aqui oferecidos. Para estudantes da Unipampa, chega-se a alugar um quarto com uma cama por 400 reais, um absurdo! O IFFarroupilha, antiga EAFA, tem oferecido vagas para o ensino superior e técnico, mas para se estudar lá, somente pagando a mensalidade às empresas de transporte, verdadeiro cartel no transporte escolar, que cobram preços altos para a baixa qualidade desse transporte privado, sendo assim: Ou pagas, ou não estudas. E eis o que chamam de ensino público!

Outro problema já recorrente em Alegrete e que acomete os jovens é o espectro do desemprego, este que já fez muitos jovens tomarem o rumo da BR 290 em direção a Porto Alegre, Caxias e tantas cidades com mais geração de empregos. Aqui, muitos jovens estão ocupados em subempregos, sem carteira assinada e ganhando um salário baixíssimo. Outros trabalham nas safras de arroz nos engenhos de beneficiamentos, muitas vezes, para empresas terceirizadas que lucram com o suor mal pago da juventude alegretense.

A UJC, União da Juventude Comunista, é um instrumento de luta para que todos que queiram se levantar contra a lástima que acomete nossa juventude, para que se organizem, que reivindiquem, pois aos jovens cabe não só o mundo futuro, mas também o presente.

Começa a se reerguer o Movimento Estudantil Universitário em Alegrete: UNIPAMPA-UERGS-IFF. Neste momento, a reivindicação é subsídio para o transporte. O rumo é a conquista de uma Universidade Popular? Boa Luta!

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira