sábado, 30 de outubro de 2010

Carta à verdadeira esquerda brasileira

Nota do Editor: A publicação do artigo é de responsabilidade do Editor do Bolg e não significa que este concorde inteiramente com o conteúdo da matéria, o importante é que o artigo remete à uma reflexão extraordinária sobre as vicissitudes decorrente à esquerda no Brasil e no mundo contemporâneo.

Por Gregório Grisa

Articulação e ideologia

Primeiramente, é importante destacar a que não se presta o presente documento, faz-se isso para que desde já não haja nenhum tipo de confusão sobre seu conteúdo reflexivo e propositivo. Não se quer aqui relativizar a importância e a necessidade primordial de condutas éticas e comprometidas com princípios fundamentais, absolutamente. Também não se está propondo que a radicalidade propositiva e organizativa da verdadeira esquerda seja abrandada e nem que se conceda menor valor às principais demandas históricas do socialismo.

A presente reflexão não trata desses aspectos, o tema central aqui é a maneira como a verdadeira esquerda brasileira tem confeccionado suas articulações políticas e, para se debater essa questão, é indispensável pensar sobre a ideologia, ou como o imaginário e as múltiplas visões de mundo se constituem e se relacionam. Esse texto não se pretende acadêmico e não é dotado de preocupações com normas ou qualquer tipo de formalismo.

A definição para se construir articulações políticas de esquerda tem de mudar no cenário atual brasileiro, é necessário, entre outras coisas, levar a cabo uma inversão pontual, qual seja: priorizar ou ter mais em conta a possibilidade do desenvolvimento de práticas que modifiquem, de alguma forma, o rumo histórico e o pensamento dos grupos articulados (que nunca terão identidade absoluta), do que pré-requisitos de posturas ideológicas e morais ou práticas já promovidas por esses grupos. Tendo em vista as diferentes e múltiplas condições concretas de cada grupo e de seus indivíduos ao desenvolverem suas atuais ideias e práticas, é urgente que se faça essa inversão.

A possibilidade de unificação na diferença deve estar na frente da necessidade absoluta de identidade ideológica e programática. Os efeitos de uma possível articulação política devem sobrepor os pré-requisitos ou causas carregadas de condicionantes para fazê-la.

O desenvolvimento de uma prática social iluminada pela teoria coerente, não pode ter, nessa teoria, seu ponto de impossibilidade, não deve tê-la como absoluta, pois incorre no erro de não desenvolver o seu critério de verdade, qual seja, a prática social, e assim o fazendo, desliza para um idealismo que prioriza o discurso e a teoria pré-estabelecida. A prática social com base teórica deve privilegiar a possibilidade, o devir, sem buscar a segurança de prever, adivinhar ou em outros termos, pré-teorizar o resultado ainda inexistente de uma articulação ou prática política. Os teóricos de esquerda devem se tornar também práticos sociais e os práticos sociais de esquerda devem se tornar também teóricos. Essas duplas transformações devem ser frequentes e dinâmicas, atravessadas por outro tipo de articulação política e desprendidas das redomas “acadêmicas”, do “voluntarismo pseudoneutro” e “da militância detentora da moralidade”.

A teoria que nos orienta não pode querer, isoladamente, estar certa sobre o futuro, pois se mistificaria em uma postura astrológica de “vidente”. Na práxis, a teoria é constantemente reformulada, filha da incerteza e da possibilidade do real, isto é, das relações concretas entre os sujeitos e grupos. Não são as configurações à priori das forças e grupos sociais que devem balizar as articulações, mas sim seus potenciais, suas possibilidades diferentes de amadurecimento e intervenção social e histórica. Ou seja, devemos transferir os critérios para iniciar e desenvolver as relações entre os grupos sociais das origens “genéticas” de classe para os efeitos ou resultados possíveis dessa articulação ou nova prática social coletiva.

É necessário superarmos a visão simplificadora de que as pessoas de determinadas classes têm um pensamento inscrito, como códigos sociológicos pré-definidos ou genética e culturalmente herdados. O modo de pensar e a visão de mundo das pessoas não são como “pacotes de costumes e valores” que se codificam nos cérebros, mas sim, construções dinâmicas, dialéticas, processuais que guardam em si a possibilidade de diferentes horizontes e de mudanças.

Há, sem dúvida, condicionantes ideológicos reais, advindos de processos históricos socioeconômicos e culturalmente dispostos, no entanto, há a possibilidade de práticas e articulações que apontem para outras direções, mas essas articulações hão de ser construídas, desenvolvidas, criadas, engendradas e é aí que reside o desafio contemporâneo. Como superar os preconceitos políticos e a eterna vontade de unanimidade ideológica que temos em um espaço concreto que “fisicamente” não permite tal unanimidade? As diferentes trajetórias dos sujeitos e dos coletivos impedem essa possibilidade. Como superar as avaliações superficiais e até preconceituosas que são feitas pela esquerda acerca de coletivos e grupos relativamente desconhecidos? Tais avaliações congelam a compreensão e sectarizam as práticas.

A luta de classes está viva e sendo feita pelos adversários (a direita que luta para manter privilégios) com muito mais poder de acesso às pessoas (mídia, entre outros mecanismos) e com mais poder de propor articulações. E a essa conjuntura se deve o fato de as pessoas e grupos sociais terem construído e estarem continuamente construindo suas ideologias, suas visões de mundo de modo compatível com a classe que os acessa com mais volume e frequência. Isso se dá hoje via as tecnologias multimídia, pelo Estado, pelas igrejas, pela mídia televisiva, pelas relações de trabalho, pela escola, pelo monopólio da informação. E nas relações familiares e institucionais, tal pensamento se multiplica em proporções infinitas. Todos esses segmentos reproduzem valores que os constituem e a visão de mundo que mais os acessa. Essa reprodução não é linear, determinista, mas existe e tem diferentes graus de eficácia e abrangência.

Porém esse processo é dinâmico e acreditar na rigidez das ideias dos sujeitos é uma armadilha, pois isso imobiliza para a luta ideológica e política. O modo como as pessoas interpretam o mundo é diferente e passível de mudança constante, essas transformações dependem muito das condições de vida e de articulações que as pessoas acessam. As coletividades contemporâneas, em geral, oferecem um contexto de promoção da alienação e da mistificação da realidade, ou então, reproduzem um conjunto de “verdades” que asseguram a passividade dos sujeitos que, ao perceberem suas relações com o mundo como algo “natural”, não vislumbram outro entendimento.

Pressupor que o sujeito forma seu pensamento e o detém com total noção desse processo seria uma ingenuidade, é a maleabilidade dessa formação que carrega a possibilidade de mudança do pensar. O movimento dialético de constituição de uma visão de mundo não se dá como uma inscrição ou um depósito de valores e ideias no sujeito, esse a desenvolve sem saber que o está fazendo por uma ótica ou perspectiva específica (no caso mais comum, a hegemônica), tanto que, quando atinge um grau minimamente elaborado, ele considera tal arcabouço de ideias constituído uma produção somente sua, puramente individual, o que até não deixa de ser, entretanto, é também fruto de um conjunto de experiências e ideias que o formaram. Seu pensamento agora instituído sofreu mais influências externas da sua conjuntura histórica, do seu meio e de quem mais o acessou do que da sua capacidade autônoma de discernir.

Pode-se dizer que os níveis de ideologia têm suas dosagens condicionadas pelo grau maior ou menor de acessibilidade e envolvimento concreto dos sujeitos às e nas relações sociais, políticas, culturais e econômicas específicas. As ideias são passíveis de mudança não no sentido de as trocarmos por outras absolutamente diferentes, como se faz com um chip de telefone, mas sim, através de um processo incessante de descobertas, de acesso a outros bens e relações culturais e, principalmente, pela mudança concreta das condições materiais de vida. Como Gramsci nos lembra com freqüência, as múltiplas visões de mundo ou ideologias só se tornam historicamente efetivas se constantemente vencerem a disputa pelo senso-comum e, inclusive, parcialmente forem se transformando nele. Entendendo a esquerda como corrente histórica, veja o que esse autor afirma:

Cada corrente histórica deixa para trás um sedimento de senso-comum; este é o documento de sua eficácia histórica. O senso-comum não é rígido ou imóvel, mas se transforma continuamente, se enriquece com ideias científicas e opiniões filosóficas que se infiltram na vida comum. O senso-comum cria o folclore do futuro, que é uma fase relativamente rígida do conhecimento popular num dado local e tempo. (passagem de Gramsci, citado in HALL, Stuart, Da diáspora identidades e mediações culturais, pg. 303).

Para se direcionar a sensibilidade a outro rumo ou a um horizonte mais complexo e maduro, é necessário sentir e interagir com essa possibilidade. Com o perdão da dupla tautologia, mas sensibilidade nenhuma irá ser aflorada ou redimensionada sem sentir outras sensações, e o que pode oferecer isso são articulações diferentes, amplas e desenraizadas do jeito hegemônico de fazer política e enraizadas nas possibilidades orientadas pela eterna busca pela emancipação humana em seu sentido ontológico.

É claro que a noção repetidamente aqui proposta de inversão das causas pelos efeitos, da troca dos pré-requisitos carregados pelas possibilidades do devir para se construir outras articulações políticas não se refere a algo mecânico, isto é, algo como uma lógica ou receita, isso seria uma inversão de predeterminações. Trata-se de uma autocrítica pessoal e coletiva que a esquerda como um todo deve fazer, caso isso não ocorra, essa mesma esquerda, nos moldes atuais de organização e representatividade, tende literalmente a sumir nas próximas gerações ou a ficar limitada a micro células sociais que serão tratadas como grupos caricatos e exóticos mais do que já as tratam.

Há um mito tácito dentro da verdadeira esquerda brasileira de que estabelecer um diálogo com setores da sociedade sem uma explícita identidade ideológica é um fato político que a rebaixaria ética e moralmente. Ninguém se diminui por se relacionar criticamente com diferentes grupos políticos, assim como ninguém é mais “puro” ou coerente por fazer a luta política isoladamente como vanguarda. Essa é uma visão de fazer política ultrapassada, a articulação que propomos aqui não se pauta na busca comunicativa por consensos entre as classes e grupos de diferentes orientações programáticas, mas sim, tem como pauta a construção de alternativas concretas e factíveis através do confronto.

É ingênuo ter o consenso como centralidade, o que define a identidade e a práxis da esquerda é o confronto, seja ele político, social ou ideológico. Sendo assim, para que haja o confronto, é necessária a relação, isto é, a articulação. Se o modelo de articulação política que a esquerda vem produzindo não dá conta de desenvolver renovação e ampliação dos seus debates e muito menos de construir um confronto, este “constituidor” da prática social de esquerda, que responda a essas demandas.

A esquerda política hoje, salvo alguns movimentos sociais populares, está engolida pelo aparato legal e eleitoral do Estado. As últimas eleições servem de exemplo claro de que, ou a esquerda se recicla enquanto práticas e articulações, ou ficará cada vez mais refém do formato eleitoral excludente que privilegia o capital e a fama e irá realmente rumar para um ostracismo no que se refere, principalmente, à capacidade de acesso às novas gerações, cada vez menor.

Portanto, é urgente que, ao mesmo tempo em que a verdadeira esquerda se diferencie dos “pseudo-comunistas” (apoiados e aparelhados nos grêmios escolares, no movimento estudantil e no discurso da governabilidade do Estado) e da nova direita com roupagem “ecológico-democrática”, ela também vislumbre possibilidades de diálogo, articulações e confronto. Que se repense e deixe de se ver somente como guardiã da coerência, da ética, da moralidade e da verdade, mas transcenda esse olhar catedrático para melhor entender, interagir e intervir na realidade que se apresenta, cada vez mais, dinâmica e complexa. Que se perca a vergonha de fazer um tipo de política contemporânea que contrasta com a tradicional, pois isso não desqualifica a ação nem a torna menos original e honesta, ao contrário, é um ato de contextualização e de reinterpretação do atual bloco histórico brasileiro.

Eleições 2010: antes, a tragédia; agora, a farsa


Revista Espaço Acadêmico in colaborador(a), política

por FRANCISCO JOSÉ SOARES TEIXEIRA*

Karl Marx, em 18 de Brumário, 1852, livro escrito para explicar o golpe de Estado dado por Luis Napoleão, sobrinho do velho Napoleão, cita Hegel quando este afirma que todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E acrescenta a sua famosa frase: “a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. Herbert Marcuse arremata para concluir que a repetição de um evento como farsa pode ser ainda mais terrível do que a tragédia original. É o que aconteceria, caso Serra vencesse as eleições de 2010.

A tragédia aconteceu com FHC, quando este institui o Real. Com esse plano, criou as condições sem as quais o capital não poderia se desenvolver livremente. Privatizou as empresas estatais; abriu as portas para a corrida e implantação de faculdades particulares; fez uso de vários expedientes legislativos (Projetos de Leis em regime de urgência de votação, portarias e normas do Ministério do Trabalho) para flexibilizar a legislação trabalhista; desindexou a política de reajuste salarial e, para coroar suas mediadas liberalizantes, criou a Lei de Responsabilidade Fiscal, um verdadeiro garrote, utilizado para extrair recursos do Tesouro para o pagamento da dívida pública.

Agora, vem Serra, figura insossa e pálida, conjurar ansiosamente em seu auxílio o espectro do governo FHC. Tempera a tragédia que foi aquele governo vestindo trajes lulista, para afirmar que, se eleito, vai aprofundar o programa social do presidente operário e fortalecer o patrimônio do povo brasileiro. Fortalecer! Que diabo isso quer dizer? Que não vai privatizar o que sobrou de estatais do governo FHC? Ou será que fortalecer significa deixar que instituições como o BNDES, BNB, Petrobras encontrem no mercado as condições de crescimento como assim fizera o presidente intelectual? Por que Serra não mostra sua cara e diz em alto e bom som que fortalecer é fazer o que seu “herói” do passado fez, ou seja: privatizar?

Figura caricatural, Serra é obrigado a fazer uso de expressões ambíguas e vazias de conteúdo. E não poderia ser diferente. Ele sabe que não pode mais repetir o governo do seu consorte de Partido. Afinal, tudo que o mercado exigiu, FHC já o fez. Por isso, se ganhasse as eleições, seu governo seria uma farsa ainda mais terrível do que a tragédia que fora aquele governo. É bom lembrar que gato escaldado tem medo de água fria. O povo brasileiro não vai pagar, nas urnas, para viver novamente a desgraça do Real. E já ri das bazófias desse fanfarrão “psdbista”. O eleitor bem que lhe poderia recitar uma frase de uma das fábulas de Esopo: Hic Rhodos, hic salta! Tal como o atleta alardeador de Esopo, que vivia a invocar testemunhas de que havia realizado, em Rodes, um salto prodigioso que sua constituição física por si já o desmentia, Serra também não pode provar o que diz que fez e vai fazer. E se pudesse, dessa incumbência está desobrigado. Seu governo, em São Paulo, é a prova mais eloqüente do que é capaz de promoter e não cumprir.


* FRANCISCO JOSÉ SOARES TEIXEIRA é Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará; é professor adjunto da Universidade Estadual do Ceará, permanente da Universidade Federal do Ceará e titular da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Email: acopyara@uol.com.br

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

VENEZUELA: O PÓLO PATRIÓTICO E O APROFUNDAMENTO DA REVOLUÇÃO

Caracas, 15 de out. 2010, Tribuna Popular TP/Editorial Tribuna Popular Nº 180.- É certo que já passou o 26 de setembro. Já passaram as eleições parlamentares. Passou a campanha eleitoral. Passaram os tambores e os pratos. Porém, é certo também que a batalha política, ideológica e de massas continua.

A etapa do processo revolucionário venezuelano, que começou em 1998, está fortemente marcada – com avanços e retrocessos, gostemos ou não – pelos processos eleitorais.

Esta característica não é produto da vontade de ninguém em particular. É produto das condições específicas da Venezuela.

A atual fragilidade da revolução bolivariana está vinculada, justamente, ao marco da democracia liberal burguesa, na qual se desenvolve.

Esta experiência revolucionária em que avança nosso povo, pode perder-se. Não somente por conta de tropas estrangeiras, mas numa eleição regional, parlamentar ou presidencial.

O grave não é a possibilidade de perder uma eleição como essa, porque significaria que a perda se deu a favor da vontade popular. No entanto, esta vontade popular conta com importantes níveis de influência das forças reacionárias e de seus meios de manipulação de massas.

É grave, inclusive, que muito desta vontade popular se perdeu por erros próprios das chamadas forças do processo e por deficientes, burocratas e corruptas gestões governamentais.

É grave, inclusive, que a prostituição dos termos Socialismo e Socialista – mediante seu uso indiscriminado para se referir a um momento político e a ações de governo, que não cabem em tais conceitos – pode levar à decepção, à frustração desta vontade popular, fazendo com que a mesma passe a apoiar caminhos anti-populares.

O problema maior não são as eleições – inclusive, as de tipo liberal burguesa, que continuam acontecendo na Venezuela –, mas sim a estrutura do Estado, que segue sendo burguês.

Capa Tribuna Popular nº 180

Na mesma medida em que muda o Estado venezuelano – que é muito mais que o governo –, mudará o sistema eleitoral.

Nesta discussão, é necessário ter clareza de que o sistema eleitoral não é mais ou menos automatizado, não é o mais ou menos passível a uma auditoria, não é mais ou menos fidedigno da vontade popular.

O sistema eleitoral será realmente democrático na mesma medida em que esteja liberto das diversas formas de influência da burguesia, das forças internacionais reacionárias e de seus valores capitalistas.

Por isso, a batalha pelo aprofundamento da revolução deve continuar. Deve avançar organizada, coordenada e coesa nas ações para a liquidação do Estado burguês e pela construção do Estado democrático e popular. Deve substituir a estrutura e as formas de gestão da democracia liberal pelo Poder Popular.

Por isso, é de maior relevância a necessidade da reiterada cobrança expressa pelo PCV – e que o Presidente Chávez interpretou mediante sua proposta do Pólo Patriótico – de avançar na articulação das forças democráticas, progressistas e revolucionárias para constituir um espaço permanente de coordenação de políticas, uma estrutura orgânica não conjuntural nem restrita ao âmbito eleitoral, «com visão estratégica caracterizada por uma dinâmica interna, que estimule a discussão política e ideológica de fundo, e que favoreça a participação equitativa e democrática das forças revolucionárias em seu nível respectivo, respondendo ao princípio da “unidade na diversidade”».

Uma grande frente anti-imperialista e pela construção do novo Estado, estruturado em todos os níveis e frentes sociais.

Em definitivo, a expressão político-organizativa do germe da direção coletiva da Revolução venezuelana.

Ainda dá tempo. Façamos todos os esforços necessários para cumprir o que é uma necessidade histórica e um pedido popular.

Para esta e todas as tarefas por vir, o povo venezuelano e a revolução bolivariana poderão seguir contando com o Partido Comunista.

Fonte: Tribuna Popular Impressa Nº 180

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Verdades desagradables de las recientes elecciones brasileñas

A continuación, un lúcido análisis a cargo de Osvaldo Coggiola, que dice lo que pocos analistas se atreven a decir acerca de las últimas elecciones brasileñas y lo que se puede esperar del nuevo gobierno ... ¿de Dilma o de Serra?



BRASIL: ENTRE PAYASOS Y EVANGÉLICOS
Osvaldo Coggiola

El dato principal de las elecciones brasileñas del 3 de octubre fue el elevado número de votos anulados, en blanco y abstenciones, totalizando casi 27% (más de 33 millones y medio). Los 46,9% (47,65 millones) de Dilma Roussef, candidata oficialista, se transforman así en aproximadamente 35% del padrón electoral total (136 millones). En las semanas ...(clic abajo para continuar)
previas, sin embargo, se le adjudicaban más de 50% de los votos válidos emitidos (más exactamente 52%, o 47% del padrón total, según Datafolha, un porcentaje del que Dilma se alejó nada menos que el 12%, o sea, más de 16 millones de electores…). Por el mismo procedimiento, los 33,1 millones de votos del "opositor" José Serra (32,6% de los votos válidos emitidos), quedan reducidos a poco más del 20% del padrón electoral total, lo que no impidió al ex intelectual paulistano "agradecer a Dios", éste el gran protagonista de las elecciones (a través de sus concesionarios autorizados en Brasil, la jerarquía católica y los "obispos" de las empresas evangélicas). El Secretario de Comunicación del PT, André Vargas, acusó a Serra de ser "anticristiano" porque, cuando era Ministro de Salud (bajo el gobierno de Fernando Henrique Cardoso), introdujo la "píldora del día siguiente" en las farmacias.

Dilma, supuesta depositaria del "80% de popularidad" de Lula y su gobierno, llegó a los mencionados 35% (45% distantes del bendito 80%) con los votos del PMDB, una verdadera cueva de corruptos, que empató en número de votos al PT. "La izquierda registró el mejor resultado electoral de su historia" dijo, sin embargo, otro seudo intelectual, contabilizando las victorias de la coalición del Frente Popular en ocho estados, así como el crecimiento de la bancada del PT de 79 a 88 diputados (de un total de 513), y de 8 a 15 senadores. No habría que desesperar, entonces, por la "frustración de la expectativa creada por las encuestas de una eventual victoria en la primera vuelta para presidente", que se debería a "los efectos de las campañas de difamación - sobre el aborto, lucha contra la dictadura, etc. - así como el efecto que el caso de Erenice tuvo efectivamente para disminuir el resultado final de Dilma". Para este sujeto, Emir Sader se llama, acusar a Dilma de defender el derecho democrático y humano al aborto (que evitaría miles de muertes anuales) sería una "difamación". En Brasil, hasta los ateos oficiales reciben órdenes del Vaticano. El tal "caso de Erenice", piadosamente evocado, fue la revelación de que la ignota Erenice Guerra, amiga y sucesora de Dilma en la Casa Civil - coordinación ministerial - montó, en el escaso período en que ocupó el cargo, un vasto "propinoducto", no escarmentada (el dinero siempre habla más fuerte o, como dicen los norteamericanos, money talks) por los sucesivos escándalos de corrupción que sacudieron los ocho años del gobierno de Lula. Exame, órgano del gran capital, propuso por eso "reglamentar el lobby", o sea, institucionalizar la corrupción, o sea, no hacer de esa práctica, obviamente favorable al gran capital, un argumento contra el PT.

La derecha histórica (el DEM, ex PFL) continuó barranca abajo, con 42 diputados (tenía 105 en 1999…). El otro factor de la caída electoral de Dilma Roussef fue, entonces, la votación de la candidata "verde", la declaradamente evangélica Marina Silva, ex ministra del Medio Ambiente del gobierno Lula y ex integrante del PT, con 19,6 millones de votos, o 19,3% de los votos válidos emitidos. Se habló de "onda ecológica" (la votación del PV, en elecciones presidenciales precedentes, fue relativamente insignificante, y el partido no aumentó su número de diputados, 14) y hasta, según el cineasta Arnaldo Jabor, de que "en medio a una programación mecánica de marketing, apareció un ser vivo: Marina", sincera y desafiantemente "cristiana, anti-aborto y anticomunista" (como si hubiera que desafiar a alguien para ser todas esas cosas). Marina fue la candidata de la mafia evangélica, que tiene en Brasil un predicamento enorme, al punto que designó al vicepresidente de Lula (José Alencar). Obtuvo un voto popular de inspiración reaccionaria. Ahora, para conseguir los votos evangélicos que le faltan en el segundo turno, la candidata de Lula se pronunció contra el derecho al aborto, contrariando declaraciones precedentes. Afirmó, en reunión con líderes religiosos, que era contraria al aborto y que no enviaría al Congreso Nacional, siendo electa, la propuesta de flexibilización de la legislación sobre el tema. Una encuesta del Instituto Ibope, divulgada el 2 de octubre, mostró que Dilma había perdido, en dos semanas, el 7% de las intenciones de voto entre los evangélicos, que supuestamente representan 20% del total del electorado brasileño. El futuro gobierno deberá curvarse a los dictámenes de la casta reaccionaria de los Edir Macedo y Cia.: a esta bajada de calzones la jerarquía petista la llama de ¡"promover o encontro entre o Vermelho e o Verde"! Dilma Roussef es la representante de banqueros y contratistas de la obra pública (incluido Elke Batista, cuarto hombre más rico del mundo), y de las Fuerzas Armadas. Sus principales "proyectos" tienen que ver con la industria armamentista y, aun así, osan defenderla ¡"contra el golpismo"!

El gran ganador de la elección fue, por todo lo dicho, el payaso Tiririca - el más votado para diputados, con más un millón trescientos mil votos. Los consiguió con dos consignas demoledoras: "Vote Tiririca que pior não fica"; "No tengo idea de lo que hace un diputado federal, pero vote por mi y se lo cuento". Que "las cosas no pueden ser peores", desmiente la pretensión acerca de la gran mejora social de las masas brasileñas; es cierto, sí, que los bancos y los especuladores internacionales han ganado como nunca en la historia bajo el gobierno de Lula. La segunda afirmación denuncia a un régimen político de espaldas al pueblo - lo contrario de lo que se supone que ha hecho Lula. ¿No es precisamente la función de los payasos exponer la realidad tal como es?

No habrá "polarización política" en la segunda vuelta, no existe una polarización entre "izquierda" (PT) y "derecha" (PSDB): Serra y Dilma-Lula son dos expresiones de la pequeña burguesía "progresista" de Brasil: tienen el mismo origen político y han seguido una evolución similar. Dilma Roussef seguramente vencerá el segundo turno, es la candidata de las fracciones mayoritarias del gran capital. El gobierno de una camarilla bonapartista, sin embargo, amenaza transformar al PT y a la coalición lulista en un campo de batalla por el control de un presupuesto estatal en retroceso debido a la crisis mundial. La derecha opositora (PSDB y aliados) no tiene programa alternativo, pues el programa de la burguesía y el capital financiero fue ejecutado por Lula en sus ocho años de gobierno, el gobierno con más representantes directos del gran capital de toda la historia republicana del Brasil. Aunque mejoró su representación en el Congreso, el PT deberá contar con aliados para llegar a una bancada que le permita gobernar; para ello deberá seguir pagando peajes a la politiquería corrupta. Hay que subrayar, sin embargo, que la derecha histórica ha casi desaparecido del panorama político del país (su principal figura, el senador Marco Maciel, ni siquiera fue reelegido); el perdedor PSDB, agente de la gran burguesía, pero no de derecha histórica, quedó con 56 diputados (tenía 59). La derecha pesada se concentra en el PMDB, con 80 diputados y la vicepresidencia (y, seguramente, una fracción decisiva del futuro gabinete).

La izquierda "clasista" hizo una elección espantosamente baja: el PSOL obtuvo 0,9% (poco menos de 900 mil votos); el PSTU, el 0,08%, poco más de 84 mil votos (90% menos que en las elecciones de 2006); el PCB, 0,04% (39 mil votos); el PCO, 0,01% (12 mil votos), esto pese a haber defendido (el PCO) hasta el "Bolsa Familia" (un subsidio a la pobreza, que no consume más que 0,4% del PBI, usado como instrumento político de manipulación de las masas por los punteros gubernamentales). En el periodo pre-electoral volvieron a intentar concretar un frente de izquierda, a pesar de sus orientaciones contradictorias, lo que dejó a la vista del electorado un escenario de mezquindades políticas, que se cobraron un precio. La unidad sin principios estaba acompañada por un feroz faccionalismo. Esta izquierda no tiene ascendencia política en el país, a pesar de su actividad en el movimiento sindical. En el largo período de ascenso del PT, la izquierda operó a su sombra; la ruptura de 2004, por parte de lo que luego sería el PSOL, fue circunstancial, no programática, y estuvo piloteada para preservar las posiciones de un grupo de parlamentarios. De conjunto, en el marco de condiciones favorables del mercado mundial para el Brasil, el Frente Popular que comanda el PT ha demostrado toda su capacidad para contener y regimentar al movimiento obrero, dividir a las masas y aislar políticamente a la izquierda que se presenta como revolucionaria pero no deja de ser sólo democratizante, cuando no simplemente bombera.

El PSTU ha llamado al "voto nulo" en el segundo turno; Plinio de Arruda Sampaio, veterano y venerado candidato presidencial del PSOL, llamó inclusive a un frente de izquierda por el voto nulo, que probablemente se concretará. Esta "unidad de la izquierda" es aparente e ilusoria, no basada en un programa. En el PSOL, su principal componente electoral (llegó en primer lugar en las elecciones para el gobierno del estado de Amapá), se avecina una crisis enorme, no por haber caído del 7% al 1% en la elección presidencial, sino porque su "candidata presidencial natural", Heloísa Helena (¡también cristiana y anti-aborto!) renunció a defender el capital político de sus 7% - apoyando solapadamente a Marina Silva - para candidatearse al senado en su estado de Alagoas, fracasando (llegó en tercer lugar, con dos cargos en disputa). El "fenómeno Heloísa Helena", que tuvo repercusión internacional, se ha esfumado, política y hasta electoralmente: o la izquierda se replantea su política de substituir el programa por "candidaturas viables", o caerá más abajo de lo que ya está.

Dilma Roussef ya advirtió que su eventual gestión será marcada por el "ajuste". Es que Brasil, dentro de la crisis capitalista mundial, puede ser el próximo eslabón. Brasil ha sido el teatro de una intensa especulación financiera, que ha inflado su capacidad de consumo y, hasta cierto punto, de inversión. La valorización del real es la expresión de la intensa actividad especulativa que ha generado el ingreso de capitales, que se financia con las bajas tasas de interés que rigen en los países "desarrollados" (y que especula con las altas tasas del Brasil). El Ministro de Economía ("Fazenda"), Guido Mantega, ha denunciado la "guerra monetaria", pero todos los intentos para frenar la corriente especulativa han fracasado (como los impuestos al ingreso de capital volátil). Esto ha provocado un déficit creciente en las cuentas internacionales del país, a pesar de los altos precios de las materias primas que exporta Brasil. El ingreso de capitales ha provocado también un crecimiento enorme del endeudamiento interno, situado ya en el billón de dólares (el simbólico "trillion" inglés). El déficit en cuenta corriente del país tendrá un récord histórico este año, la deuda externa ha crecido casi 14% en el primer semestre, durante el cual la fuga (oficial) de capitales ha superado los 15 mil millones de dólares. Lo único que le falta a Brasil es que se encienda la mecha. Para que la izquierda juegue su papel político debería librarse de los parásitos del presupuesto estatal, y basarse en un programa transitorio apoyado en la organización independiente de la clase obrera, el campesinado y la juventud explotada.

domingo, 17 de outubro de 2010

Nova capa da Veja é destruída 1 minuto após divulgação!

Que a revista Veja não passa de um panfleto da extrema direita tupiniquim, atualmente a serviço da campanha de José Serra, ninguém tem mais dúvida. Por isso não vou chover no molhado. Com o advento da internet e o surgimento da blogosfera progressista, as mentiras, os factóides e a hipocrisia de Veja passaram a ser desmascaradas em questão de dias, depois horas e agora... minutos!

A galera do twitter estava de olho esperando o que o pasquim dos Civita ia aprontar contra Dilma e... bingo: aborto! O objetivo é claro, mostrar que Dilma é "do mal", a favor de "matar criancinhas", além de mentirosa e incoerente.



Mas é mais um tiro no pé. Bastou Veja divulgar a capa "bombástica" que alguém pesquisou e achou outra capa da mesma revista, de setembro de 1997, que trazia uma matéria séria sobre o tema, amplamente favorável à liberação do aborto, com confissões abertas inclusive feitas por celebridades! Confira:



"NÓS FIZEMOS ABORTO"

Mulheres de três gerações enfrentam a lei, o medo
e o preconceito e revelam suas experiências


- Andréa Barros, Angélica Santa Cruz e Neuza Sanches

ELAS RESOLVERAM FALAR. Quebrando o muro de silêncio que sempre cercou o aborto, oito dezenas de mulheres procuradas por VEJA decidiram contar como aconteceu, quando, por quê. Falaram atrizes, cantoras, intelectuais mas também operárias, domésticas, donas de casa. Falaram de angústia, de culpa, de dor e de solidão. Também falaram de clínicas mal equipadas, de médicos sem escrúpulos, de enfermeiras sem preparo, de maridos e namorados ausentes. A apresentadora Hebe Camargo contou que, quando era uma jovem de 18 anos, ficou grávida do primeiro namorado e foi parar nas mãos de uma curiosa que fez a cirurgia sem anestesia nem cuidado. A atriz Aracy Balabanian, a Cassandra do Sai de Baixo, ficou grávida quando estava chegando aos 40 anos e dando fim a um longo relacionamento. Resolveu fazer o aborto, convencida de que a criança não teria um bom pai nem ela seria capaz de criá-la sozinha. Metalúrgica da Força Sindical, a mineira Nair Goulart, 45 anos, fez dois abortos nos anos 70 por motivos econômicos. Ela e o marido, também operário, ganhavam pouco, viviam num quarto de despejo e não teriam meios de educar nenhum filho.

Quando o Congresso brasileiro debate a regulamentação de uma legislação que autoriza a realização de aborto apenas em caso de estupro e de risco de vida para a mãe como está previsto no Código Penal desde 1940 , a disposição das mulheres que falaram a VEJA não é apenas oportuna, mas também corajosa. Embora o 1º Tribunal do Júri de São Paulo, o maior do país, já tenha completado mais de uma década sem condenar nenhuma mulher em função do aborto, a legislação estabelece para esses casos penas que vão de um a três anos de prisão. E a maioria delas não fez aborto pelos motivos previstos em lei, mas porque, cada uma em seu momento, cada uma com sua história pessoal, considerou as circunstâncias e concluiu que interromper a gravidez era uma saída menos dolorosa do que ter um filho que não poderia criar. (a reportagem continua neste link).



Ah, outra coisa importante: a blogosfera também desencavou uma reportagem da revista TRIP de nº 41, na qual Soninha Francine declarou que já tinha feito aborto e que era favorável à descriminalização. (link aqui).



Detalhe: Soninha, ex-esquerdista e atual neocon renascida, é uma das coordenadoras de campanha de José Serra (PSDB). Ela é cotada para ser Ministra de Serra, se ele vencesse, e atua na campanha sobretudo na internet. E é pela internet, através de emails em massa, que partidários de Serra espalham a campanha de ódio e difamação contra Dilma.

E agora, José Serra? Será que sua esposinha vai sair por aí gritando aos quatro ventos que a Hebe Camargo e Soninha gostam de "matar criancinhas"?




sábado, 16 de outubro de 2010

O Brasil e a URSS na Guerra Fria - Convite Sessão de Autógrafos

Prezados amigos e amigas!

É com grande alegria que envio o convite abaixo.

O livro já está disponível na Ladeira Livros, Livraria Cameron Bourbon Ipiranga, Livraria Cultura e Estante Virtual.

Durante a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, "O Brasil e a URSS na Guerra Fria" estará com exclusividade na Ladeira Livros - Banca 10.


Conto com a presença de vocês!

Um abraço,

Charles


terça-feira, 12 de outubro de 2010

PEDAGOGIA 2011 - Convocatoria de la Ministra de Educación de Cuba Dr.C. Ena Elsa Velázquez Cobiella

Estimados colegas:

El Ministerio de Educación de la República de Cuba, con el auspicio de organizaciones regionales e internacionales vinculadas con la educación, se complace en anunciar la celebración de la próxima edición del Congreso Pedagogía, que tendrá lugar en el Palacio de Convenciones de la Habana, del 24 al 28 de enero del 2011.

En esta ocasión, la celebración del evento coincide con el 50 aniversario de que Cuba proclamara ante el mundo la eliminación del analfabetismo, tras haber realizado una colosal campaña en un año, fecha de gran significación para el pueblo cubano, en especial para los educadores, pues marcó el inicio de las grandes transformaciones que darían lugar a una revolución educacional sin precedentes.

El nuevo encuentro, que convoca como siempre a la unidad de los educadores, se propone continuar promoviendo la integración entre nuestros países para intercambiar experiencias, aunar fuerzas y esfuerzos en aras de hacer realidad las metas acordadas en las conferencias regionales, como ejemplo de cooperación solidaria en nuestra lucha por un mundo mejor.

El desarrollo acelerado de la ciencia y la tecnología y la existencia paradójica de crecientes desigualdades sociales, la lucha por lograr la erradicación del analfabetismo, por el acceso universal a una educación de calidad y sin exclusiones, constituye premisas indispensables para alcanzar un desarrollo sustentable. Ello exige la búsqueda de estrategias y enfoques realmente integradores y humanistas, como útiles instrumentos para comprender mejor lo que está cambiando y lo que debe ser transformado, ante los desafíos que enfrentan las sociedades latinoamericanas y caribeñas en el presente siglo.

Bajo estas premisas convocamos a maestros, profesores, educadores, investigadores y dirigentes de la región, a participar en el Congreso Pedagogía 2011. Su objetivo será, por tanto, intercambiar propuestas y experiencias que propicien el logro de una educación de calidad para todos durante toda la vida, mediante la cooperación solidaria en la formación ciudadana, en el respeto a la diversidad cultural y la identidad nacional y en la formación de generaciones portadoras de valores humanos universalmente aceptados.

Esperamos contar con su presencia.

Cordialmente,

Dr. C. Ena Elsa Velázquez Cobiella
Ministra de Educación
Presidenta del Comité Organizador
http://www.pedagogia2011.rimed.cu/index.php?option=com_poll&id=15:como-evalua-los-congresos-de-pedagogia

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

La lucha popular no es golpismo, es un derecho constitucional



Frente a los graves acontecimientos sucedidos en el país el pasado 30 de septiembre, en los que según el Presidente Rafael Correa fue secuestrado y se produjo un intento de golpe de Estado y de magnicidio, el MPD expresa a la opinión pública sus puntos de vista al respecto.

1.- El jueves 30 de septiembre de 2010 el país fue testigo de una rebelión protagonizada por la tropa de la Policía Nacional y de ninguna manera de un intento de golpe de Estado. Sus protagonistas actuaron de esa forma porque se sintieron afectados por el veto presidencial a la Ley de Servicio Público, de ahí que su plataforma reivindicativa se circunscribía a pedir “la derogatoria del veto que afecta al sistema de condecoraciones, ascensos, remuneraciones salariales por tiempo de servicio y que la cúpula policial sea designada a través del voto del elemento policial”. Nunca pidieron la renuncia del Presidente, ni hablaron de sucesión presidencial o de proclamación de un nuevo gobierno, peor de un mecanismo de desconocimiento al gobierno y al régimen constitucional.

2.- El rumbo de los hechos tomó un giro distinto por la irresponsable presencia del Presidente en el Regimiento Quito N° 1, en donde provocó y desafió a la tropa policial al punto de conminarla que lo maten, comportamiento tipificado por el Código Penal en el artículo 386 como instigación para delinquir. Hasta ese momento ni los funcionarios de gobierno y menos aún los sublevados hablaban de golpe de Estado; es más, el régimen calificó a la acción policial como la expresión de un grupo reducido y focalizado de policías levantados. La idea del golpe y del secuestro surge en las altas esferas del gobierno como un mecanismo para desprestigiar la protesta policial y de esa forma neutralizar cualquier tipo de respaldo popular y, por otro lado, para alcanzar la solidaridad internacional.

3.- El establecimiento del Estado de Excepción y la imposición de una cadena de radio y televisión formaron parte de las medidas para crear un ambiente de intranquilidad, necesarias para los propósitos políticos del gobierno. Expresan a su vez la naturaleza autoritaria del mismo, violatoria de los derechos consagrados en la Constitución aprobada por el pueblo.

4.- Es evidente que el Presidente Correa fue al Regimiento Quito porque sabía que detrás de la protesta no había ningún intento de golpe de Estado. ¿Acaso los aparatos de inteligencia que trabajan con él le ocultaron que estaba en curso una acción de esa índole? ¿A qué jefe de Estado en el mundo se le puede ocurrir ir donde los golpistas para que lo retengan? ¿Cómo entender un secuestro en el que el plagiado recibe visitas, se comunica con el exterior y ordena medidas de gobierno?

5.- Esos acontecimientos podían haberse evitado si el presidente Correa no vetaba la Ley de Servicio público aprobada por la Asamblea, si dialogaba con los sectores inconformes con su política, si permitía el funcionamiento de la Asamblea Nacional durante los sucesos del día 30 y si no asumía una actitud provocadora con los huelguistas.

6.- El interés del gobierno por involucrar al MPD en la participación de un supuesto golpe de Estado es parte del permanente ataque gubernamental en contra de nuestra organización, tiene el propósito de silenciar a la izquierda revolucionaria y de criminalizar la lucha social. Esto no lo van a lograr porque vamos a seguir luchando por la Patria Nueva y el Socialismo, vamos a continuar junto a los pueblos del Ecuador por los cambios que el país necesita, continuaremos luchando en contra de las oligarquías explotadoras y del imperialismo responsables del atrasado y pobreza en la que viven los pueblos del Ecuador.

7.- Responsabilizamos al gobierno por el trágico desenlace de los sucesos del 30 de septiembre; demandamos la conformación de una Comisión de Investigación Especial de dichos sucesos; exigimos que se realice la autopsia legal de todos los fallecidos para precisar las causas y responsables de los decesos.

8.- El Movimiento Popular Democrático luchó por la convocatoria a la Asamblea Constituyente, en ella fuimos una de las fuerzas más entusiastas para la elaboración de la Constitución aprobada por el pueblo. Ratificamos nuestra decisión de continuar luchando para que esos principios constitucionales sean respetados y aplicados, seguiremos denunciando al gobierno en su constante violación a la Constitución de Montecristi; no abandonaremos nuestra crítica y combate a las políticas antipopulares, antidemocráticas y autoritarias del régimen que expresan su derechización y abandono del proyecto de cambio.

9.- Llamamos a los trabajadores, campesinos, pueblos indígenas, maestros, a la juventud y al pueblo en general fortalecer la unidad para avanzar en la lucha por profundizar los cambios que el país requiere, para defender la soberanía nacional, los derechos de los trabajadores y los pueblos, e impulsar acciones para que la Asamblea Nacional reforme las leyes que atentan a los derechos y conquistas de los trabajadores y pueblos.

Atentamente.

Abg. Luis Villacos Maldonado Dr. Marco Cadena
Director Nacional del MPD Secretario

Movimiento Popular Democratico

Carta de Lourdes Tiban: Respondiendo a su Presidente de la República

Señor Presidente, reconozca que hubo mediocridad en el manejo de un incidente interno del País, y no busque culpables a sus estupideces y errores


Señor Presidente, frente a la Cadena Nacional de la noche de ayer, aquí algunas aclaraciones:

1. Me ratifico en mi apoyo y respaldo frontal a las luchas sociales reivindicativas de todos los sectores sociales del país, particularmente con los servidores públicos del país, donde se incluye la institución policial.


2. Rechazo y jamás apoyaré un Golpe de Estado ni un secuestro. En este caso no hubo ni Golpe de Estado ni secuestro, porque los policías no pidieron asumir el poder político, sino tan solo, la revisión de dos artículos de la ley de servicio público, donde se respete su derecho de condecoración y su bono de ascenso. En que parte del mundo, a parte de Ecuador, se ha visto que un secuestrado esté rodeado de amigos, de escoltas de seguridad, emitiendo decretos, hablando con la prensa del mundo? ¡Qué raro este tipo de secuestro!


3. Los resultados bochornosos y vergonzosos para el Ecuador y el Mundo de los hechos del 30 de septiembre, es responsabilidad exclusiva de Usted Señor Presidente Correa, y no de la oposición legislativa, que lo que hemos hecho es opinar frente a un hecho porque somos sujetos políticos. O no tengo derecho a expresar mi libre pensamiento? Aunque usted para contrarrestar su error de actuación y pensando salir del apuro decidió dar un Golpe de Estado a la Libertad de Expresión, y el mundo conoció solo la versión Correa, y no la versión de los ecuatorianos.


4. Quién llevó a que esta movilización policial pacífica se vuelva incontrolable para el mismo gobierno, USTED SR. PRESIDENTE CORREA CON SU ACTUACIÓN PROVOCADORA E INCITADORA. USTED SE PUSO AL FRENTE COMO WAMBRA KARKA Y PIDIO QUE LA POLICIA LE MATE, Y COMO LA POLICIA ES FIEL A LA DISCIPLINA JERARQUICA CASI, CASI CUMPLIERON CON EL PEDIDO QUE USTED DE FORMA IRRESPONSABLE LO PIDIO. Acto que lo rechazo porque esto no era deseable para nadie por mas opositor al régimen que seamos. Su actuación fue provocador porque si no estaba mal de salud, de seguro solo nos falto ver a un Rafael Correa también tirando bombas y piedras tras los policías.


5. Usted Sr. Presidente se ha vuelto muy mañoso para calificar a la lucha social como le da la gana, para muestra basta un botón:


* Salen los indígenas a las calles y son enjuiciados por sabotaje y terrorismo.
* Salen los policías a reclamar sus derechos, lo califica como Golpe de Estado.
* Se va con sus propios pies hacerse atender de la inflamación de la rodilla en el Hospital Policial y se autocalifica que está secuestrado.
* La gente le fue a sacar del hospital y dice No quiero que me rescaten.
* Usted mismo en el Regimiento Quito, le reta a los policías que le maten y ahora dice que le quisieron asesinar ¡Dios guarde si los policías le tomaban en serio para otra vez no ara ese chiste! Es como que se fuera a la Cocha y dice artíguenme.


6. Qué bajeza Sr. Presidente que en 3 años de gobierno Usted no haya aprendido a controlar sus emociones. Pensó que estaba en una sabatina y quería que le reciban con aplausos, pero como los policías en vez de aplaudir se revelaron, Usted, producto de su propia personalidad pierde el control, enciende la bronca y ahora de manera sínica busca culpables en las figuras visibles de la oposición, y dice que la culpable es la Lourdes Tibán. Por suerte la CONAIE se pronunció a favor de la “Democracia” porque sino también estuviera en la lista sínica de los conspiradores (ojala no se confunda apoyo a la democracia con apoyo a Correa).


7. Yo qué culpa tengo, que su equipo de gobierno como son los Ministros de Seguridad Interna, de Gobierno, de Defensa, de Política, NO hayan estado en la capacidad de manejar un pinche incidente domestico, y pongan al Presidente al frente para que ahí se desahogue. Claro ellos como Ministros fácil funcionan en casos como de Marlon Santi, Delfín Tenesaca, Carles Pérez, Guadalupe LLori, Bosco Wisuma, Marcelo Rivera, Dirigentes de la Cocha, etc., pero resulta que frente a la tropa policial NO sabían qué hacer ¡qué vergüenza!.


8. A la irresponsabilidad suya Sr. Presidente se suma la imprudente actuación de su Canciller Patiño. Él y la Ministra Solís, deben compartir con Usted la responsabilidad directa de los murtos en el “rescate”. Públicamente los dos alarmaron al país y llamaron a la ciudadanía a dirigirse al Hospital para RESCATAR al Presidente. Quién debía rescatar ¿la ciudadanía o las fuerzas armadas?. Pónganse de acuerdo y no hagan que se maten o se mueran en esta disputa por el rescate gente inocente. Sobre esto nada dijo su cadena nacional.


9. Sr. Presidente Correa, yo creo que usted necesita ya una ayuda médica psicológica o una limpiadita o purificación como la de la Cocha. Pues, se ha acostumbrado a gobernar desde su condición de víctima – del pobrecito. Qué terrible imagen deja a nivel internacional por su falsa alarma de Golpe de Estado, en Argentina dicen que no sabemos distinguir que es Golpe de Estado y que es un MOTIN; en Cuba dice que los errores en los hechos del 30 de septiembre deja un Ecuador DESQUEBRAJADO, y peor, Lula Da Silva en Brasil dice que lo que pasa en Ecuador es una BURRADA. Es decir, nadie de los serios creen que en Ecuador hubo intento de Golpe de Estado, a excepción de Hugo Chaves.


10. Sr. Presidente, conociendo como le conocemos, estoy segura que los castigados serán los pequeños (los policías), mientras que usted es un SANTO, y como legisladora EXIJO LA CONFORMACION DE UN EQUIPO DE INVESTGACION DEL MAS ALTO NIVEL CON EXPERTOS INTERNACIONALES IMPARCIAL que determine el grado de su responsabilidad y las respectivas sanciones a la gente de su gobierno, incluido a los que dieron el golpe de Estado a la Libertad de Expresión.
Finalmente, para que se repase un poquito y se refiera a algunos términos con propiedad, ahí le alcanzo dos pequeños conceptos:


Secuestro es apoderar de una persona utilizando la violencia, seducción, amenaza o engaño, sea para venderla o poner contra su voluntad al servicio de otro, para obligar a pagar rescate.. Quién le sedujo o le engaño para que entre al hospital? ¿a quién iban a vender o mejor quien “hubiera querido comprarle a Usted”?


Golpe de Estado: es la toma del poder político de un modo repentino y violento, por parte de un grupo de poder. La tropa solo pedía que se respete sus derechos adquiridos mas nunca intentaron tomar el poder político. Además, qué poder iba tener la tropa si el Alto Mando ratificó reiteradamente el respaldo a su gobierno?


Casi me olvido, y que paso pues Presidente con la muerte cruzada que esa misma mañana del día jueves iba decretar , o ya se olvido, o era solo para asustar a sus Asambleístas y le obedezcan en los vetos. No olvidará de este tema, que yo miedo no tengo. Además se podría pensar que todo lo que pasó el 30 de septiembre fue orquestado por usted para ver que tal estaba su popularidad y según eso mandar la muerte cruzada.


Por hoy, hasta ahí, porque esto recién empieza!!!!!!!!


Lourdes Tibán Guala
ASAMBLEISTA DEL ESTADO PLURINACIONAL DEL ECUADOR
SEGUNDA VOCAL DEL CONSEJO DE ADMINISTRACION LEGISLATIVA

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira