quarta-feira, 23 de abril de 2008

Que viva Paraguay! (una pequeña crónica guarany)







, por João Alfredo Telles Melo

Para Felix Sánches, João Luis Duboc Pinaud e João Pedro Stedile


Escrevo este relato ainda impactado pelos primeiros resultados que dão a vitória ao ex-bispo Fernando Lugo, da Aliança Patriótica pela Mudança (Câmbio, em espanhol, daí a sigla APC), que atenua o cansaço de um dia que começou às 4 da manhã deste domingo, 20 de abril, para trabalhar como observador internacional nas eleições gerais paraguaias, como um dos representantes indicados pela Via Campesina/MST.

Muitos sentimentos me povoaram nesta rápida passagem de um pouco mais de dois dias em Assunción. Ceticismo, um pouco de interesse e, principalmente, de curiosidade me acompanharam desde que saí à tardinha, da sexta, dia 18, de Fortaleza rumo ao Paraguay. Afinal, meu espírito crítico extremamente aguçado me fazia desconfiar de uma aliança de partidos e movimentos de esquerda com um partido autodenominado liberal (que indicou o vice da chapa), ainda que a candidatura de Lugo, um bispo comprometido com a causa dos pobres, militante da Teologia da Libertação, me inspirasse uma simpatia de quem já havia acompanhado com fervor, há quase trinta anos, a Revolução Sandinista da pequenina Nicarágua. Experiência, que, com a participação decisiva da igreja popular, embalou (e depois veio a frustrar) os sonhos de juventude de minha geração.

Dentro do avião, no trecho São Paulo/Assunción, ao ler um importante periódico paraguaio, recebo o primeiro choque de realidade: uma nota da associação representativa dos proprietários rurais desancando o programa agrário do movimento "Tekojoja", que dá suporte à candidatura da APC. Ali, os ruralistas, muitos deles certamente de origem brasileira, rechaçavam, virulentamente, as propostas de agroecologia, reforma agrária e agricultura familiar que orientam o programa de desenvolvimento rural de Lugo. A luta de classes irrompia através do lado mais "moderno", do ponto de vista do capital agropecuário, o do agronegócio, que segue, no entanto, extremamente arcaico em sua face socioambiental. O programa de câmbio, no campo, se mostrava para valer e isso já impactava meu olhar e meus sentimentos.

No entanto, foi o contato - em que pese o pouco tempo de permanência - com o povo paraguaio que me foi cativando e me desvendando uma realidade até então desconhecida para mim. Chegar ao aeroporto de madrugada, sem ninguém a me esperar, e ter a ajuda, de forma interessada e gentil, de um taxista para me levar a uma pousada, começou a me revelar uma característica tão próxima a meus conterrâneos cearenses, a hospitalidade. Mas, não só. Suas raízes indígenas, a língua guarany, da qual não abrem mão, o orgulho de sua história, o amor a seu país, a vontade de mudança política estiveram sempre presentes nas falas que colhi do povo mais simples de Assunção.

Um capítulo à parte, para mim, foi o contato com a língua guarany, que, à maneira dos ideogramas orientais, permite traduções não literais e têm uma riqueza muita larga de significados. Observe-se "Tekojoja", nome do movimento da candidatura de Lugo. Dos paraguaios, ouvi três diferentes traduções: "todos juntos", "estamos (ou vivendo) juntos" e "somos todos iguais", que me pareceu a mais apropriada (embora sem contradição com as demais), pois "joja" significa "paralelo", "no mesmo plano", a dizer que ninguém é maior do que o outro (como que recuperando o "ethos" da república comunista-cristã dos guaranys, de Sepé-Tiaraju). Nessa hora, não dá para esconder uma ponta de inveja por termos perdido quase que completamente, pelo decreto de Pombal, nossa língua geral brasileira, o "nheengatú" (que sobrevive em pouquíssimos recantos do Brasil), de raízes tupi, pela imposição do português como idioma único e oficial.

Ouvir deles que seu herói nacional é o "Mariscal (Marechal) López" - o Solano López, pintado como um ditador implacável em meus livros de história do primário - não deixa de nos trazer um certo sentimento de vergonha, pelo que o Brasil, a Argentina e o Uruguay, em sua Tríplice Aliança, fizeram covardemente com esse povo, ao matar centenas de milhares de homens, destruir a nascente infraestrutura do país, golpeando, significativa e fortemente, o desenvolvimento desse país.

Nessa hora, é que nosso sentimento de solidariedade emerge com muita força e se fortalece ainda mais pela companhia, multidiversa e multipartidária, dos observadores eleitorais convidados pela APC. Gente de todo o mundo, de partidos de esquerda e centroesquerda, que viemos a Assunção para presenciar o início do que esperamos venha a ser uma verdadeira Revolução Democrática, através da derrota - e agora os resultados se confirmam – de 61 anos de corrupção, violência e exploração do povo guarany pelas elites políticas e econômicas, representadas, principalmente, no Partido Colorado.

Agora, os noticiários televisivos confirmam a vitória de Lugo (com o reconhecimento da derrota pelos dois principais adversários, a oficialista Blanca Ovelar e sua dissidência, de corte militarista, o General Oviedo) e o povo já toma as ruas, marchando, com suas bandeiras tricolores e buzinaços, em direção à Praça do Panteón. Estranha – e explosiva – metamorfose! Durante todo o dia, o que vimos foi a presença ofensivamente ostensiva da estrutura do Partido Colorado: carros, camionetas, ônibus, a carregar os eleitores, sem nenhum pudor de portar, inclusive, às portas das seções eleitorais, cartazes, adesivos, bandeiras, demonstrando a prepotência de mais de 60 anos de dominação e corrupção. As aparências – que enganavam o observador mais leigo – escondiam a decisão - já tomada, mesmo que de forma discreta, porém resoluta, pela ampla maioria do povo – de derrotar o regime que lhe infelicitava há décadas.

Esse sentimento latente já se manifestara, ali e acolá, quando os fiscais dos partidos de oposição nos procuravam, aos observadores internacionais, para denunciar as mais variadas formas de corrupção eleitoral (tão conhecidas de nós, brasileiros), como as ameaças aos servidores e a compra de votos junto aos eleitores pobres. Na periferia, observamos o caso de mais de quatrocentas famílias que haviam sido pressionadas a votar nos colorados, sob pena de serem expulsas de uma ocupação recente. A preocupação maior, no entanto, era com a fraude, no momento da feitura das atas pelas mesas eleitorais, que funcionariam também como mesas apuradoras. Aliás, só o receio da fraude é quem pode explicar o fato de que, nas pesquisas de boca-de-urna, eleitores de Lugo desacreditarem de sua vitória. No entanto, a ampla maioria de quase dois votos a um, nas urnas da capital, para a candidatura do "Câmbio" ("palavra mágica", no dizer de Lugo, em sua primeira coletiva de imprensa após a eleição), e sua ampla e imediata divulgação, é que veio a impedir qualquer tentativa de corromper o resultado eleitoral.

O que vai se passar, em nosso vizinho, a partir de agosto, quando o candidato dessa ampla aliança de partidos e movimentos tomar posse, é a indagação que fazemos os socialistas de todo o mundo que para lá acorremos e nos tornamos testemunhas dessa virada histórica. Como vão se dar as negociações com o governo brasileiro, em torno do preço – atualmente injusto e defasado - da energia de Itaipu, diante do que o programa da APC designa de "soberania energética"? Será possível a construção de um novo modelo de desenvolvimento rural – social e ambientalmente justo e responsável - com a realização de uma reforma agrária ecológica, que golpeie o latifúndio, os transgênicos, os agroquímicos e a monocultura e devolva a terra para os seus legítimos donos? A governabilidade de Lugo vai se sustentar unicamente em sua contraditória frente partidária ou se apoiará na organização e mobilização dos movimentos sociais? O que seria essa "terceira via" entre Lula e Chávez a que o bispo, agora presidente, se referiu quando questionado sobre seu modelo de governo? O tempo – e a luta social – é quem nos dirão. Agora, o que fica em minha memória é a resposta do taxista que me levou ao aeroporto, quando lhe perguntei "Que tal?". Ele me disse tão somente: "Especial!".


João Alfredo Telles Melo, é advogado, professor e ex-deputado federal pelo PSOL/CE.

Paraguai vota contra a oligarquia dos partidos tradicionais






domingo de festa


"Há alguns meses, nenhum de nós sonhava que isso poderia ter acontecido. Um grupo de sonhadores políticos colocou o país em primeiro lugar"




multidão esperou Lugo em frente ao Panteão dos Heróis, centro de Assunção ficou instransitável



Com a totalidade dos votos para presidente apurados, Fernando Lugo se confirma como novo presidente. A vitória indica a consolidação democrática do país. Festa da Aliança Patriótica para a Mudança reuniu todas as forças políticas em frente ao Panteão dos Heróis, no centro de Assunção.

texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl


a festa começou cedo em frente ao Hotel Granado onde se hospedaram os observadores internacionais
e onde Lugo fez a primeira coletiva como virtual Presidente


festa popular nunca vista no Paraguai, depois de 61 anos de Partido Colorado

Carta Maior acompanhou Fernando Lugo a partir do fechamento das urnas, às quatro horas da tarde de ontem. A confirmação da vitória veio por volta das nove horas da noite, quando os dez pontos percentuais de diferença que separavam a Aliança Patriótica para a Mudança do Partido Colorado indicavam ser inviável uma reviravolta nos resultados. Neste momento, observadores internacionais presentes no Hotel Granado, centro de Assunção, onde Lugo concedeu a primeira coletiva de imprensa como virtual presidente, estavam atentos à contagem de votos transmitida pela televisão.


dentro do Hotel Granado, imprensa mundial esteve 'em peso'


os acenos de Lugo eram disputados a socos e pontapés pela horda de fotógrafos e câmeras

"O ato eleitoral foi para todos os paraguaios uma forma de expressar o sentimento de mudança. Apesar de termos visto em alguns locais de votação as dificuldades e a estrutura de controle que o Partido Colorado possui, acreditamos que tudo correu bem. É muito importante para o Paraguai a vitória de uma aliança progressista como esta. Para nós estar aqui hoje e fundamental, junto com o povo do Paraguai a quem tanto devemos; os uruguaios, os argentinos e os brasileiros; depois daquela triste guerra. Apoiamos esta aposta da democracia e essa aposta de seguir mudando a direção dos ventos na América Latina", assinalou a deputada pela Frente Ampla, do Uruguai, Eleonora Bianchi.


leia cobertura completa
na Agência Carta Maior


mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 04:04 pm
permita-nos saber o que pensa

20.4.08
paraguaios nas urnas
Fraudes em diversos
colégios eleitorais


Ainda assim, paraguaios protagonizam participação histórica. Possibilidade de fraudes e clima de medo, principais assuntos durante a semana que passou, não afastaram os eleitores do processo democrático.

texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl


Assunção – Segundo a Transparency, organização internacional que atua contra a corrupção, houve compra de cédulas em diversos locais de votação. Nos colégios eleitorais de Assunção San Martín e Iturbe, os presidentes de mesa obrigaram eleitores a introduzir cédulas nas urnas sem que tivessem sido assinadas. A Justiça Eleitoral afirmou que essas cédulas serão anuladas no momento da votação, as pessoas não terão outra chance de votar.


ao contrário do que se esperava, não houve atos violentos durante o pleito


Denúncias de postos de comando do Partido Colorado nas imediações de colégios eleitorais pipocam na imprensa e nas denúncias dos observadores internacionais. Nestes locais, militantes colorados estariam comprando votos e ameaçando opositores. Segundo relato de observadores internacionais, a polícia paraguaia demonstra-se intimidada pelos dirigentes colorados e exerce uma força tímida sobre esses acontecimentos.

mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 06:18 pm
permita-nos saber o que pensa

domingo de sol

Lugo vota e vai à missa





Os três principais candidatos à presidência do Paraguai votaram antes das nove da manhã neste domingo. Enquanto nos colégios eleitorais de Blanca Ovelar e Fernando Lugo houve tumulto pela presença de militantes e imprensa, Lino Oviedo votou acompanhado apenas por alguns assessores e pela filha, candidata a deputada.


Após o voto, Blanca foi ao encontro do atual presidente, de quem é afiliada política



Oviedo e Blanca seguiam disputando o segundo lugar das intenções de voto.
foto cedida pelo jornal ABC Color


texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl

Assunção – A tradição paraguaia de comparecer às urnas antes das dez da manhã reflete um temor. Desde a abertura democrática, os eleitores sabem que prorrogar o voto para depois do meio dia é correr o risco de chegar à mesa de votação e encontrar uma assinatura falsa e o voto de outra pessoa no lugar do seu. Os candidatos Fernando Lugo, da Aliança Patriótica para a Mudança; Blanca Ovelar, do Partido Colorado, e o ex-general Lino Oviedo, da União Nacional de Cidadãos Éticos (Unace) votaram assim que as urnas foram abertas, às sete da manhã.


No centro da foto, Frei Beto, Lugo e Federico Franco

Carta Maior acompanhou o início do dia do candidato Fernando Lugo, que soma mais de 40% das intenções de voto nas pesquisas de boca de urna anunciadas no início da tarde deste domingo. Lugo recebeu apoiadores, observadores internacionais e a imprensa em sua casa, na cidade de Lambaré, região metropolitana de Assunção. Um pouco antes das sete horas da manhã, o candidato percorreu a pé as sete quadras que separam sua residência da escola Luisa Tavalera Ritchert, no bairro Villa Ybate, local de votação do candidato. De braços dados com Lugo, estava o brasileiro Frei Betto. Além de dezenas de militantes, Hebe de Bonafini, das Madres da Plaza de Mayo, e Bernard Cassen, do Le Monde Diplomatique, formavam a comitiva que acompanhou a caminhada de Lugo até a mesa de votação. Cassen e Frei Betto são dois dos vários observadores internacionais de onze nacionalidades convocados para acompanhar as eleições paraguaias.


Federico Franco e Hebe de Bonafini acompanham Lugo até o colégio eleitoral




mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 06:03 pm
permita-nos saber o que pensa

domingo de decisão

"O Paraguai não pode
ser uma ilha
entre as outras nações"


Em Assunção, Carta Maior conversou com o principal candidato à presidência do Paraguai, Fernando Lugo. Para ele, é fundamental consolidar a identidade política e realizar um processo transformador dentro do país.

texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl

Em um país onde a filiação ao Partido Colorado parecia ser sinônimo exclusivo de participação política, a coligação criada em torno do candidato Fernando Lugo garantiu, pela primeira vez em 60 anos, a dúvida sobre quem ganhará as eleições presidenciais deste ano. A Aliança Patriótica para a Mudança reúne sobre uma mesma insígnia nove partidos políticos e diversos movimentos sociais, sindicais e indígenas. O Partido Liberal Radical Autêntico, a segunda força partidária paraguaia depois da tradição colorada, forma esta frente com Federico Franco, candidato a vice-presidente.


Lugo: "pela primeira vez o país vive
uma etapa importante da vida política,
com características quase atípicas".



mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 03:09 pm
permita-nos saber o que pensa

pleito paraguaio

Domingo de decisão no Paraguai


que se passa no coração paraguaio?

Quase três milhões de paraguaios comparecerão às urnas amanhã, dia 20, para escolher o novo presidente do país. O ex-bispo Fernando Lugo, da Aliança Patriótica para a Mudança, é favorito nas pesquisas de intenção de voto. Na disputa pelo segundo lugar, está a candidata governista Blanca Ovelar, do Partido Colorado, e o ex-general Lino Oviedo, da União Nacional de Cidadãos Éticos (Unace).

texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl

A eleição de amanhã está marcada por denúncias de fraudes. Calcula-se que, dos 2,8 milhões de cidadãos habilitados pelo Registro Nacional de Eleitores, cerca de 5% (140 mil) são "eleitores fantasmas". A soma envolve irregularidades na documentação e inexplicáveis situações como o voto de presos, emigrantes e mortos. Rafael Dendia e Juan Manuel Morales, presidente e vice-presidente do Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE), são afiliados ao Partido Colorado. A ex-professora Blanca Ovelar, que foi ministra da Educação dos presidentes Luis González Macchi e Nicanor Duarte, nega qualquer envolvimento do Partido Colorado com as fraudes eleitorais, comuns no Paraguai. A primeira mulher a disputar a chefia de Estado do Paraguai conquistou a candidatura depois de uma disputa apertada. O adversário, ex-vice-presidente Luis Castiglioni, a acusa de fraude no pleito interno.


Segundo Renato Simões, observador internacional brasileiro convidado pela Aliança,
"há uma aparete tranqüilidade, mas paira o medo por parte da população".
Nas fotos, Mercado Quatro, onde todos compram e vendem tudo em Assunção.




leia cobertura completa na Carta Maior

mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 01:08 am
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18.4.08
música latinoamericana

"A desalambrar"




Desalambrar, do espanhol, retirar os arames que cercam um território. Canção do músico uruguaio e militante tupamaro Daniel Viglietti, foi um dos hinos do comício da Aliança Patriótica para a Mudança, de Fernando Lugo, na noite da última quinta-feira. Carta Maior conversou com Viglietti sobre seu apoio à candidatura de Fernando Lugo.


texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl

"O conceito de pátria grande me acompanha desde que nasci. Sou muito uruguaio, mas pertenço a outra pátria, esta onde se pode ser uruguaio, argentino, brasileiro, paraguaio, mexicano. Somos todos parte disso que José Martí chamava de Nuestra America. É isso que me faz estar aqui, que cante no ato de fechamento de campanha de Fernando Lugo". O uruguaio segue em pé de guerra contra injustiças sociais e a mediocridade que impera na maioria das produções musicais recentes. Segundo Viglietti, "há muitos laços que unem o Paraguai e o Uruguai, não somente o som que rima, mas também laços históricos que vem de longe. As terras do Paraguai souberam dar refúgio a José Artigas, depois de toda a luta por independência que ele cumpriu".


Viglietti: "Um país que sofreu o que o Paraguai sofreu,
merece mudanças. Merece oportunidade a outras linhas políticas"



leia principais trechos da conversa
com Viglietti em Carta Maior




mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 07:45 pm
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Cierre de Campaña
"Somos todos iguais na
República Independente do Paraguai"



No último comício antes das eleições presidenciais, a Aliança Patriótica para a Mudança lotou a Praça das Armas, no centro de Assunção. Favorito nas pesquisas de intenção de voto, o candidato Fernando Lugo proclamou igualdade para todos e afirmou que o povo paraguaio tem de ser protagonista de sua própria história.

texto Clarissa Pont e fotos Eduardo Seidl

Em festa que começou às 4 horas da tarde de ontem, dia 17, e só terminou após a meia noite de hoje, Fernando Lugo e o candidato a vice-presidente Federico Franco receberam nomes importantes da música latino-americana, como o uruguaio Daniel Viglietti e a argentina Liliana Herrero. Do Brasil, Chico Batera, percursionista de Chico Buarque, esteve em Assunção para apoiar o candidato da Aliança. Mas foi o portenho Victor Heredia que garantiu os momentos de maior emoção. "Todavia Cantamos" foi entoada por todo o público presente.


Victor Heredia apóia Fernando Lugo

"Não queremos terminar com a propriedade privada, como dizem por aí, ao contrário, queremos que todos os paraguaios sejam proprietários de seu pedaço de terra", disse Franco. O candidato a vice-presidente convidou os trabalhadores do Paraguai a anteciparem as comemorações do 1º de Maio nas urnas, "vamos celebrar o Dia do Trabalhador neste domingo, 20 de abril". Fernando Lugo, que cantou com Heredia antes de discursar, falou da importância de ver tantas bandeiras e partidos diferentes na manifestação. As alianças que apóiam a candidatura do ex-bispo são tão múltiplas, e por vezes antagônicas, que sequer no QG de sua campanha é possível obter uma lista com todos os partidos e movimentos que estão sob a insígnia da Aliança Patriótica para a Mudança. Inclusive o Partido Colorado tem setores que estão com Lugo.


manifestantes do movimento popular Tekojoja foram maioria

Embora os números que indicam a quantidade de pessoas nestas manifestações nem sempre sejam precisos, a organização do evento afirmou que a Aliança reuniu 120 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional. Segundo o jornal Ultima Hora, foram 80 mil. O diário de Assunção obteve fotos aéreas do comício de Blanca Ovelar, na quarta-feira, e de Fernando Lugo, no dia seguinte. Comparando as imagens, o jornal afirmou que a Aliança conseguiu reunir o maior número de militantes, mesmo sem dispor da máquina pública para realizar o encontro. "Sobram apenas três dias aos que seqüestraram a ilusão e a esperança do povo paraguaio", afirmou Lugo. Às mulheres, às comunidades originárias e os jovens, ele disse: "Sou simplesmente um companheiro de caminhada com vocês. Sonhem e construam conosco esta nova pátria".

mandado publicar por aGÊNcia ceLEUma imAGEm as 07:14 pm
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terça-feira, 22 de abril de 2008

Florestan Fernandes (São Paulo-SP, 1920 – São Paulo-SP, 1995) A ciência aplicada e a educação como fatores de mudança cultural provocada





















I – Introdução

O tema da presente exposição correspondia a uma necessidade teórica definida, que deixou de existir com a alteração da estrutura, do espírito e dos fins do primitivo planejamento deste symposium. Nele, o que prevalecia era a intenção de examinar como se poderia explorar construtivamente, no Brasil, os recursos postos a serviço da educação pela ciência ou pela pedagogia baseada no conhecimento científico. O diagnóstico da situação educacional brasileira constituía um ponto de referência indispensável, tanto para a avaliação da viabilidade das soluções quanto para a apreciação do tipo de colaboração a ser prestada pelos cientistas sociais.

No plano definitivo, porém, o diagnóstico da situação educacional brasileira foi consagrado como eixo do symposium. Em conseqüência desse deslocamento de ênfase, o tema que nos havíamos proposto ficou um tanto fora de lugar e excessivo no contexto geral. Isso nos levou a encará-lo de outro modo, que permitisse redefini-lo em termos dos problemas que se tornaram substantivos.

Para ler o documento na integra clique aqui


I Ciclo de Debates - Associação dos Companheiros, Amigos e Ex-Alunos de Luís Roberto Lopez







Sábado, 26 de abril, 18:30 horas, Plenarinho da Reitoria da UFRGS
"A linguagem e a lingüística na história: dos sumérios ao Círculo de Bakhtin"
dra. Florence Carboni - Instituto de Letras UFRGS











Após a palestra será lançado o livro de Florence Carboni Introdução à lingüística. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 94 pp. 10 reais.





Desalambrar - Daniel Viglietti



Abertas inscrições para o I Fórum de Mídia Livre


fonte: http://dialogico.blogspot.com/


Abertas inscrições para o I Fórum de Mídia Livre

Estão abertas as inscrições para o I Fórum de Mídia Livre, que ocorrerá no Rio de Janeiro, dias 17 e 18 de maio, e reunirá participantes de todo o País. O evento é parte de uma ampla mobilização de jornalistas, acadêmicos, estudantes e ativistas pela democratização da comunicação em defesa da diversidade informativa e da garantia de amplo direito à comunicação.


A mobilização começou em uma reunião em São Paulo envolvendo 42 jornalistas, estudantes, professores ou pessoas atuantes na área das comunicações, de diferentes regiões do Brasil. Entre outras questões, os presentes discutiram o avanço do movimento de comunicação da mídia livre em todo o país, de modo a fazer frente aos grupos conservadores que concentram as atividades da comunicação social no Brasil.


O setor de comunicação, segundo o manifesto em construção disponível no site do Fórum de Mídia Livre, "não reflete os avanços que ao longo dos últimos trinta anos a sociedade brasileira garantiu em outras áreas. Isso impede que o país cresça democraticamente e se torne socialmente mais justo". E continua: "A democracia brasileira precisa de maior diversidade informativa e de amplo direito à comunicação. Para que isso se torne realidade, é necessário modificar a lógica que impera no setor e que privilegia os interesses dos grandes grupos econômicos (...)".


Um dos objetivos, ainda segundo o texto, é a democratização das verbas públicas, apoiando que "as verbas de publicidade e propaganda sejam distribuídas levando em consideração toda a ampla gama de veículos de informação e a diversidade de sua natureza; que os critérios de distribuição sejam mais amplos, públicos e justos, para além da lógica do mercado; e que ao mesmo tempo o poder público garanta espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, nas suas sinopses e meios semelhantes". O documento está disponível no site do evento (http://forumdemidialivre.blogspot.com/).


Antes mesmo do evento no Rio de Janeiro, o movimento social de comunicação já está se mobilizando em oito cidades: Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Fortaleza, Recife, Aracaju e Salvador. Os primeiros relatos já estão disponíveis no site. O próprio evento é um importante passo na discussão e deliberação sobre os rumos do movimento social de comunicação.


Programação - O I Fórum de Mídia Livre acontecerá dias 17 e 18 de maio de 2008 (sábado e domingo), das 9h às 17h (com pausas entre os debates e grupos de trabalho). Será realizado no campus da UFRJ da Praia Vermelha, no Auditório Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e salas anexas. Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Praia Vermelha. O Auditório Pedro Calmon fica no segundo andar do FCC. Confira em breve no site do evento a programação completa do evento.


Inscrições - A participação no I Fórum de Mídia Livre é aberta e a inscrição é obrigatória. Os participantes podem também se informar sobre os pré-encontros em suas respectivas cidades. O custo individual da inscrição é de R$15 (quinze reais) para o público em geral e R$5 (cinco reais) para estudantes, pagos no dia do evento, junto à secretaria executiva do evento. A secretaria executiva do evento emitirá um certificado de participação para os que compareceram nos dois dias de evento.


A inscrição no I Fórum de Mídia Livre não garante, por ora, o transporte, estadia e alimentação dos inscritos, que no entanto estão sendo negociados. Inscreva-se já e participe dos debates: http://forumdemidialivre.blogspot.com/

Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira