quinta-feira, 2 de abril de 2009

II Encontro Latino Americano de Empresas Recuperadas pelos Trabalhadores

clique na imagem para ampliá-la

25, 26 e 27 de Junho – Caracas – Venezuela

CONVOCATÓRIA
As ocupações de fábricas voltam ao cenário mundial. Na Argentina são centenas de novas ocupações, multina­cionais como a Mitsubishi são ocupa­das na Venezuela. Na Europa, nos EUA, no México, na Tailândia e em outros países da Ásia, mobiliza­ções ocorrem e os trabalhadores para defender seus postos de trabalho, seus direitos e sua dignidade, decidem ocu­par as fábricas.
O Movimento das Fábricas Ocu­padas e inúmeros sindicatos estão organizando delegações ao II Encon­tro Latino Americano de Fábricas Recuperadas por Trabalhadores, na Venezuela revolucionária. Abaixo a convocatória.
Encontro Pan Americano na fábrica ocupada CIPLA
Na América Latina a resistên­cia contra a destruição da indústria e a defesa dos empregos assumiu diferentes formas. A crítica e seus questionamentos formam parte da discussão do movimento operário e foram os objetos do debate do Pri­meiro Encontro Latino Americano de Empresas Recuperadas, realiza­do na Venezuela no dia 29 de outu­bro de 2005. Dizíamos: “Eles fecham, nós abrimos as fábricas. Eles roubam as terras e nós ocupamos. Eles fazem guerras e destroem nações, nós defendemos a paz e a integração soberana dos povos. Eles di­videm e nós unimos. Porque somos a classe trabalhadora. Porque somos o presente e o futuro da humanidade”.
Hoje, mais ainda do que em 2005, a situação dos povos da América Latina nos impõe com mais força a necessidade de seguir construindo e aprofundando essa unidade. Não é nenhum presente a conjuntura polí­tica atual em nosso continente. São anos de levantes, resistências, pro­jetos e de muito trabalho por par­te dos trabalhadores para construir esta oportunidade histórica.
Nosso movimento é anti-impe­rialista, anticapitalista. É um grito e um movimento organizado da clas­se trabalhadora contra o regime de propriedade privada dos grandes meios de produção, que somente pode sobreviver fazendo guerras, explorando e oprimindo os povos.
Sabemos que sempre existiram matizes na nossa América, e muitos governos atuais não são represen­tantes de nossos interesses, mas se apresenta uma conjuntura favorável para construir propostas, debater e colocar a marca dos trabalhadores nos assuntos que nos dizem respei­to.
Claro que não será fácil. Vimos, na Bolívia, como reagiram as classes dominantes ante a nacionalização dos recursos, ante o exercício da so­berania. Na Venezuela, que com seu avanço revolucionário na educação, na saúde, no campo, não deixa de incomodar a quem sempre viveu a custa do povo e de seus recursos. E assim, seguem produzindo mentiras através de seus meios, medo, fome. Mas apesar disso nem o povo ve­nezuelano nem o povo boliviano se enganaram, e re-elegeram Chávez e Evo. Assim como Correa no Equa­dor, e, recentemente, no Paraguai, com a eleição de Lugo pelo povo.
Convocamos todas as empresas recuperadas por seus trabalhadores e as organizações sociais em luta para o “II Encontro Latino Ame­ricano de Empresas Recuperadas pelos Trabalhadores”, unindo as lutas de nosso setor com o restante da classe trabalhadora e em apoio à luta pelo socialismo que vem sen­do realizada pelo povo boliviano e venezuelano apoiados pelos traba­lhadores de toda América Latina. Convocamos todos a se somarem aos nossos esforços e nos reunir­mos nos dias 25, 26 e 27 de junho de 2009, em Caracas, Venezuela.
Viva a luta dos trabalhadores das empresas recuperadas!
Viva a luta da classe trabalhadora!
Viva a revolução venezuelana!
Viva a revolução boliviana!
Venceremos!
Convocam:
Comissão Organizadora do I Encontro Latino Americano de Fábricas Recuperadas por Trabalhadores – Caracas/2005 (Serge Goulart – Brasil; Eduardo Murua- Argentina; Liliana Pertuy – Uruguai)
Frente Revolucionario de Trabajadores de Empresas en Cogestión y Ocupadas (FRETECO) – Venezuela
Central Obrera Boliviana – COB
Federação Sindical dos Trabalhadores Mineiros da Bolívia – FSTMB
Movimento Nacional de Empresas Recuperadas – MNER – Argentina
Associação Nacional de Trabalhadores Autogestionados – ANTA\CTA- Argentina
Central Unitária dos Trabalhadores (CUT– Autêntica) –Paraguai
Coordenação de Empresas Recuperadas por Trabalhadores – Paraguai
Movimento de Fábricas Ocupadas – Brasil

Faça parte da Delegação dos Trabalhadores da Fábrica Ocupada Flaskô
Contato: (11) 9233 6383 - (19) 8164 1971
mobilizacaoflasko@yahoo.com.br

Fernando Gomes Martins
Conselho da Fábrica Ocupada Flaskô

terça-feira, 31 de março de 2009

31 de Março 1964 - Da vergonha da ditadura ao vexame do Partido dos Trabalhadores

, por Runildo Pinto

"..Num tempo página infeliz da nossa história,
passagem desbotada na memória
Das nossas novas gerações
Dormia a nossa pátria mãe tão distraída
sem perceber que era subtraída
Em tenebrosas transações
Seus filhos erravam cegos pelo continente,
levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia que se chamava carnaval,
o carnaval, o carnaval.." (Chico Buarque)

O povo não lembra que dia é hoje, o tempo passou e a maquiagem "democrática" da burguesa tergiversa, escondendo a ditadura que a oligarquia brasileira gerou. Ato contínuo-o neoliberalismo, caiu como uma luva para os propósitos da ditadura militar, conseguiu destruir uma perspectiva de mudança no Brasil e desenvolveu uma nova hegemonia.

A partir da década de 80, a burguesia brasileira estruturou-se novamente, encerrou um ciclo de conflitos estruturais, modernizou o capitalismo, fortaleceu sua dependência ao capital internacional e sua submissão aos interesses norte-americano, os Estados Unidos da América - EUA.

O esquecimento da história pelo povo brasileiro demonstra a falta de identidade e da sua identidade cultural. O "cidadão globalizado", o "cidadão do mundo", o "cidadão pós-moderno", não tem a noção dos ideais, das características inerentes a formação de um povo. Perdeu o sentido temporal e espacial da vida, a nação não é lugar algum, passou a ser simplesmente vala comum do fetiche das mercadorias e da dinâmica do mercado. As pessoas perderam a sua condição de cidadão viraram peças que se vendem nas prateleiras. A razão de viver, o sentido dessas vidas estão no que vestem, no que compram e aqueles que não podem comprar vivem no subterrâneo ,escravos de sua vontade e da inspiração violenta e dos marginais para participar desse mercado. A corrupção, a corrida pelo dinheiro, ganha o ponto mais alto da concepção individualista balizando por baixo, a humanidade flexiona o conjunto de suas faculdades anímicas ao aviltamento da sua dignidade. O crime é organizado por empresários, políticos e, em todas as classes sociais. Essa dinâmica paralela e mantida pela estrutura produtiva do capitalismo, com sua alta tecnologia, mas perversa e sofisticada na sua construção hegemonica e ideológica, da objetividade e cria as condições necessárias para que os meios justifiquem os fins. Há uma depravação consentida nesse Status Quo, um liberalismo caricato que tornou-se conduta vigente e que nivela todas as classes sociais.

31 de março foi prenúncio, à véspera do dia dos bobos-1º de abril, daquilo que as custas do sangue do povo, veio a dar o fôlego necessário para uma nova era de exploração requintada, de amnésia e submissão histórica da classe trabalhadora brasileira para com a burguesia entreguista. E para que isto se realiza completamente, o PT- Partido dos Trabalhadores encarregou-se enodoar a luta de classes e, até então, não temos registro de maior traição de classe na história do Brasil. Mantemos as esperanças na dinâmica de luta concentrada hoje na América espanhola desta, traga um novo alento e perspectiva de combate à classe trabalhadora do Brasil.

Viva os trabalhadores brasileiros!
Viva os trabalhadores Bolivianos!
Viva os trabalhadores Venezuelanos!
Que viva a revolução cubana!
Que viva o legado bolivariano!

(artigo sem correção ortográfica)

segunda-feira, 30 de março de 2009

"45 anos de Ditadura"

clube de cultura
O Clube de Cultura promove ciclo de palestras "45 anos de Ditadura" de hoje, 30/03, até a sexta, 03/04, na R.Ramiro Barcellos 1853. Sempre às 19h. As inscrições são feitas no local com o valor de R$10 cada dia ou R$50 para todo o ciclo. Mais informações pelo 51-33316920.






30/3 - Cinema de Jango a Figueiredo
(Nilo Piana de Castro, professor do Colégio Aplicação UFRGS)


31/3 - O Golpe de 64 e seu significado
(Charles Sidarta Machado, doutorando em História UFRGS)
Coração de Estudante no Golpe Militar
(Fabio Catani, professor de História do curso pré-vestibular Mottola)


1/4 - Ditabranda e ditamidiática
(Wladimyr Ungaretti, professor de Jornalismo UFRGS)


2/4 - Do Golpe de 64 ao AI-5
(Carla Rodeghero, professora História UFRGS )
e Anistia política 30 anos depois

(Caroline Bauer, doutoranda em História, UFRGS)


3/4 - A ditadura brasileira e conexões repressivas com o Mercosul (1964-73)
(Ananda Simões Fernandes, mestranda em História UFRGS )
A Operação Condor no Brasil (Enrique Padrós, professor História UFRGS)


Sempre às 19h
Inscrições - Clube de Cultura (de segunda à sexta, das 14 às 18h)
Investimento R$ 50 todo o ciclo; R$ 10 cada dia
Estudante paga meia-entrada
Certificados a partir de 75% de presença

quinta-feira, 26 de março de 2009

Vamos falar do quê?


, por Gregório Grisa*

Sou um privilegiado, tenho boas condições de moradia, me alimento e me visto bem, frequento lugares legais e convivo com pessoas com essas mesmas condições. Estou saindo da juventude. Com quase 25 anos, algumas preocupações começam a nos atormentar, mas não são todos que passam por esse processo. Esses dias, me fiz uma pergunta que me inquietou: sobre o que os jovens/adultos como eu conversam? Quais os temas dos papos dos bem de vida?

Tenho algumas hipóteses advindas das minhas experiências, do meu convívio e algumas suposições. Se fizermos uma banca de apostas, futebol e mulher seriam os assuntos escolhidos pela maioria para dar seus lances, no entanto, esse chavão vem enfraquecendo em minha opinião. No passado, essa aposta seria certeira, hoje, nem tanto. Drogas! Esse é o principal tema, ou melhor, é o tema desencadeador das conversas, das risadas, das histórias.

Vários dos meus contemporâneos vão pensar; "tá e daí? Que caretice". Pode ser, mas vou tentar me explicar. Meu problema não é somente com as drogas (seus males à saúde e os perigos do seu excesso), mas com a cultura rasteira que ela produz. Sabe quem mais se destaca na sua turma hoje na burguesia? Sabe quem mais tem a palavra? Quem é o mais engraçado e serve de modelo? É aquele que mais coisas absurdas faz, aquele que extrapola o limite do nexo, da educação, é aquele que sob o efeito químico tem a história mais arriscada, mais violenta, mais escatológica, enfim, aquele que não é diferente pelo que é como pessoa ou pelo que produz como ser humano, e sim, pelas bizarrices capaz de cometer no momento mais distante de si mesmo, ou seja, alterado.

Portanto, o que existe é uma disputa para ser o sujeito descrito acima e como se chega a esse objetivo? Distanciando-se, significativamente, de tudo que pode ser "normal" ou "certo", já que ser comum é não ser visto. A juventude abastada que pouco se interessa (salvo exceções) por problemas de outros grupos sociais, que pouco lê, que não se deixa levar por outras curiosidades a não ser a de "experimentar", achou uma maneira de fuga muito prazerosa e nela fica girando em si mesma.

Todas essas características não são passíveis de generalizações, mas são evidências da cultura da droga cara a qual me referi. Futebol e mulher continuam sendo assunto, conversas regadas a inúmeros produtos que, por sua vez, produzirão efeitos e esses serão responsáveis pelas peripécias, e essas se tornaram histórias que serão contadas, e as risadas serão dadas, e os exemplos de pessoa constituídos. Como se a virtude de tais histórias fosse fruto do seu ser, quando, na verdade, é fruto do que essa cultura da fuga e da droga o tornou. Refinaram-se, também, os valores e, infelizmente, para pior.

Não quero esse mundo para o meu mundo e não são as "qualidades" já referidas que irão melhorar ou mudar alguma coisa, o vício orgânico, a dependência mesmo não é cabível de julgamento, entretanto, os efeitos históricos de toda essa cultura nos grupos e nas personalidades das pessoas são passíveis de análise crítica sim.


*Mestrando em Educação - UFRGS

quarta-feira, 18 de março de 2009

ESTA VEZ FUE DIFERENTE. MAURICIO ES EL NUEVO PRESIDENTE

Mauricio Funes es el nuevo presidente de El Salvador. Él venció a Rodrigo Ávila. El FMLN venció a Arena. Y la esperanza venció al miedo. “Hoy es el día más feliz de mi vida”, dijo Mauricio al empezar su pronunciamiento de la victoria, poco después de las 21 horas en el Hotel Sheraton. A esta altura, con más de 90 por ciento de las urnas escrutadas, la ventaja del candidato del FMLN era superior a 2,5 puntos y ya no podía ser superada por Arena. Fue así que El Salvador empezó a vivir una nueva fase de su vida, después de 20 años de gobierno de Arena. Una victoria histórica por un cambio seguro. Una victoria histórica del pueblo salvadoreño. Lea más abajo el mensaje integro de Mauricio Funes a la nación salvadoreña.

martes 17 de marzo de 2009 - 09:22

Mauricio Funes y Salvador Sánchez Cerén
FMLN

AMIGAS Y AMIGOS,
ESTA ES LA NOCHE MÁS FELIZ DE MI VIDA.
Y QUIERO QUE SEA, TAMBIÉN, LA NOCHE DE LA MÁS GRANDE ESPERANZA DE EL SALVADOR.
QUIERO ABRIR ESTA NOCHE PIDIENDO, DE FORMA HUMILDE Y EMOCIONADA, MUCHAS GRACIAS A TODOS LOS QUE VOTARON POR MI.
A TODOS LOS QUE ESCOGIERON EL CAMINO DEL CAMBIO Y DE LA ESPERANZA.
A TODOS LOS QUE VENCIERON EL MIEDO Y SE ENTREGARON CON EL PECHO ABIERTO A LA LUCHA DEMOCRÁTICA POR UN NUEVO EL SALVADOR.
QUIERO QUE ESTA NOCHE TENGA EL MISMO SENTIMIENTO DE ESPERANZA Y RECONCILIACIÓN, QUE EL DÍA EN QUE SE FIRMARON LOS TRATADOS DE PAZ DE NUESTRO PAÍS.
SÍ, PORQUE, EN ESTA NOCHE TAMBIÉN SE FIRMA UN NUEVO TRATADO DE PAZ.
UN TRATADO DE RECONCILIACIÓN DEL PAÍS CONSIGO MISMO.
DE HERMANOS CON HERMANOS.
DE HERMANAS CON HERMANAS.
ESTA ES LA GRAN NOCHE DE LA NUEVA FAMILIA SALVADOREÑA.
Y, PARA SER PARTE DE ESTA FIESTA, PARA SER PARTE DE LA GRAN TAREA DE CONSTRUCCIÓN DEL FUTURO, YO INVITO A TODOS MIS COMPATRIOTAS, SIN DISTINCIÓN DE PARTIDOS, DE GENERO, DE RAZA, CREDO O CLASE SOCIAL
QUIERO SER EL LÍDER DE LA PAZ, DE LA UNIÓN Y DEL PROGRESO.
QUIERO SER EL LÍDER DE LA JUSTICIA SOCIAL.
QUIERO SER EL LÍDER DE LA VERDADERA RECONSTRUCCIÓN DEL PAÍS, QUE COMIENZA CON LA RECONSTRUCCIÓN DA VIDA DE LAS PERSONAS.

AMIGAS Y AMIGOS,
SÉ QUE TENDREMOS UN LARGO Y TRABAJOSO CAMINO POR DELANTE.
PERO SI EL CAMINO FUESE FÁCIL NOSOTROS NO HABRÍAMOS SIDO LLAMADOS.
NOSOTROS FUIMOS LLAMADOS PORQUE AQUELLOS QUE ESTUVIERON TODOS ESTOS AÑOS EN EL PODER YA NO TENÍAN MÁS RESPUESTAS PARA NUESTROS PROBLEMAS.
SU MODELO ESTABA AGOTADO.
ESTA ES LA RIQUEZA Y LA BELLEZA DE LA DEMOCRACIA: CUANDO UN PARTIDO O GRUPO SOCIAL SE AGOTA EN EL PODER, LA SOCIEDAD CONVOCA OTRO PARA SUSTITUIRLO.
PARA TRABAJAR EN FAVOR DE LOS INTERESES DE LA MAYORÍA.
NOSOTROS TENEMOS QUE LLEGAR CON LA HUMILDAD DE QUE NO SOMOS LOS MEJORES DEL MUNDO.
DE QUE NO SOMOS LOS ÚNICOS BUENOS.
DE QUE NO SOMOS LOS DUEÑOS DE LA VERDAD.
DE QUE NO SOMOS LOS SALVADORES DE LA PATRIA.
NI QUE TENEMOS EL MONOPOLIO DEL SABER.
NO PODEMOS CAER EN EL GRAN ERROR DE ARENA, QUE SIEMPRE SE CERRÓ A LA CONTRIBUCIÓN DE OTROS SEGMENTOS SOCIALES.
QUE SIEMPRE SE MOSTRÓ INSENSIBLE AL DOLOR DE LOS GRANDES SECTORES DESPROTEGIDOS.
Y QUE SIEMPRE QUISO PERPETUARSE EN EL PODER COMO SI SOLAMENTE ELLOS SUPIESEN O PUDIESEN GOBERNAR.
¿CÓMO, ENTONCES, DEBEMOS LLEGAR AL PODER?
DEBEMOS LLEGAR CON LA MÁS FUERTE VOLUNTAD, LA MÁS INTENSA ENERGÍA Y EL MÁS INQUEBRANTABLE CORAJE, QUE YA EXISTEN EN ESTA TIERRA.
CON EL MAYOR SENTIMIENTO DE AMOR QUE YA INUNDÓ NUESTRA PATRIA.
Y CON EL MAYOR DESEO DE CAMBIO QUE YA ENVOLVIÓ NUESTROS CORAZONES.


AMIGAS Y AMIGOS,

QUIERO HACER UN GOBIERNO DE UNION NACIONAL, PERO UNA UNIÓN BASADA EN EL CAMBIO.
LOS SALVADOREÑOS VOTAMOS POR EL CAMBIO, Y EL CAMBIO VENDRÁ.
UN CAMBIO SEGURO, CON ESTABILIDAD, SIN RUPTURA DEL SISTEMA ECONÓMICO Y JURÍDICO DEL PAIS.
PERO CON CAMBIOS PROFUNDOS EN EL MODELO DE LA GESTION PÚBLICA, DE LA TRANSPARENCIA, DE LA PARTICIPACION Y DE LA JUSTICIA SOCIAL.

AMIGAS Y AMIGOS,

ESTA ES LA HORA DEL PERDÓN Y DE LA RECONCILICACIÓN.
PERDONO A TODOS LOS QUE NOS AGREDIERON Y CALUMNIARON.
Y PIDO, TAMBIÉN, QUE ME PERDONEN AQUELLOS QUE EN EL CALOR DEL EMBATE, PUDIESEN HABERSE SENTIDO OFENDIDOS POR ALGUNA ACTITUD MÍA.
ESTA ES LA HORA DE LA RECONCILIACIÓN PORQUE SOLAMENTE CON PAZ Y UNIÓN PODEMOS VENCER, MÁS RÁPIDO, LOS GRAVES PROBLEMAS QUE NUESTRO PAÍS ENFRENTA.
ES HORA DE ACCIÓN Y NO DE AGRESIONES.
ES HORA DE AVANZAR HACIA EL FUTURO Y NO DE VENGANZAS DEL PASADO.
ES HORA DE DISFRUTAR DE UN AMPLIO ESFUERZO DE REALIZACIONES POR LA PATRIA.
QUIERO OFRECER AL PRESIDENTE SACA TODO MI APOYO PARA QUE ÉL CONCLUYA BIEN LOS ÚLTIMOS MESES DE SU GOBIERNO.
Y TENGO LA CERTEZA DE QUE ÉL VA A FACILITAR EL TRABAJO DE LOS EQUIPOS DE TRANSICIÓN.
ESO SERÁ FUNDAMENTAL PARA QUE EL PAÍS NO SUFRA NINGÚN PERJUICIO, NI SE AGRAVE LA CRISIS ECONÓMICA QUE ENFRENTAMOS.
PROMETO RESPETAR, HASTA EL ÚLTIMO DÍA, LA AUTORIDAD DE NUESTRO PRESIDENTE Y DE SU EQUIPO DE GOBIERNO, PUES ESO ES FUNDAMENTAL PARA EL EQUILIBRIO DEMOCRÁTICO Y EL BUEN FUNCIONAMIENTO DE LAS INSTITUCIONES.
QUIERO HACER UN LLAMADO ESPECIAL A LOS PODERES LEGISLATIVOS Y JUDICIALES QUE SE INTEGREN, DE MANERA SOBERANA E INDEPENDIENTE, EN ESTE ESFUERZO DE CONSTRUCCIÓN DEL FUTURO DE NUESTRA PATRIA.
TENGO LA ABSOLUTA CERTEZA DE QUE ELLOS TENDRÁN UN PAPEL FIRME Y POSITIVO EN ESTE MOMENTO ESPECIAL DE NUESTRAS VIDAS.
EL DÍA PRIMERO DE JUNIO, TODOS LOS SALVADOREÑOS, JUNTOS, VAMOS A DAR VUELTA UNA PÁGINA DE NUESTRA HISTORIA E INAUGURAR UN NUEVO CAPÍTULO DE ESPERANZA.
CONVOCO A TODOS LOS SALVADOREÑOS Y SALVADOREÑAS, QUE NOS UNAMOS PARA RECONSTRUIR NUESTRO PAÍS Y HACER DE EL SALVADOR, DE VERDAD, UN PAÍS PARA TODOS.

MUCHAS GRACIAS, QUE DIOS NOS BENDIGA Y BUENAS NOCHES.

quarta-feira, 11 de março de 2009

AMICUS PRESENTADOS ANTE LA CORTE SUPREMA MUESTRAN FUERTE RESPALDO A LOS 5




antiterroristas.cu / 2009-03-06

Hoy, 6 de marzo 2009 fueron presentados ante la Corte Suprema de los Estados Unidos un total de 12 documentos de amigos de la Corte (amicus curiae brief), en apoyo a la petición presentada por la defensa de los 5 el pasado 30 de enero para que la Corte reexamine el caso.

Esta cantidad de amicus constituye un hecho sin precedentes ya que representa el mayor número de amicus que se haya presentado ante la Corte Suprema de Estados Unidos para la revisión de un proceso penal.

10 Premios Nobel entre los que figuran el Presidente de Timor Leste, José Ramos Horta, Adolfo Pérez Esquivel, Rigoberta Menchu, José Saramago, Wole Soyinka, Zhores Alferov, Nadine Gordimer, Günter Grass, Darío Fo y Mairead Maguire; el Senado de México en pleno; la Asamblea Nacional de Panamá; Mary Robinson, presidenta de Irlanda (1992-97) y Alta Comisionada de Derechos Humanos de Naciones Unidas (1997-2002) suscribieron los amicus.

A ellos se sumaron cientos de legisladores de todo el mundo entre los que se encuentran:
• 75 miembros del Parlamento Europeo, incluyendo dos ex Presidentes y tres actuales vicepresidentes de ese órgano legislativo;
• 85 miembros de la Cámara de Diputados de los Estados Unidos Mexicanos;
• 87 miembros de la Cámara de los Comunes del Parlamento del Reino Unido;
• 9 Senadores y 33 Diputados de la Cámara de Representantes del Parlamento de Irlanda;
• 11 Miembros del Parlamento de Escocia;
• 17 Senadores y 138 Diputados del Congreso Nacional de Brasil;
• 4 Senadores y 8 Diputados del Congreso nacional de Chile;
• 4 Representantes, un Senador y un ex Senador del Parlamento Federal Belga;
• 7 Miembros del Parlamento alemán (Bundestag);
• 2 Miembros y 2 ex Miembros de la Cámara de Consejales y 5 miembros y un ex miembro de la Cámara de Representantes de la Dieta Nacional de Japón.

Otros Amicus fueron presentados a nombre de numerosas asociaciones de abogados y de derechos humanos de diferentes países, personalidades internacionales y organizaciones legales y académicas de Estados Unidos, entre los que se encuentran:

• La Asociación Internacional de Abogados Demócratas y la Asociación Americana de Juristas.
• La Federación Iberoamericana del Ombudsman
• La Federación Internacional de Derechos Humanos
• La Orden de Abogados de Brasil
• El Centro para la Política Internacional; el Consejo de Asuntos Hemisféricos, la Clínica de Derechos Civiles de la Facultad de Derecho de la Universidad Howard, Académicos cubano-americanos; la Asociación Nacional de Abogados Criminalistas; la Asociación de Abogados Criminalistas de la Florida; el Proyecto Nacional de Jurados; el Gremio Nacional de Abogados y la Conferencia Nacional de Abogados Negros; el Instituto William C. Velásquez y la Asociación Política Mexicano-americana de Estados Unidos.
• 14 profesores de derecho y 18 abogados de Gran Bretaña
• El ex Director General de la UNESCO y ex Ministro Federico Mayor Zaragoza; 6 organizaciones legales y de derechos humanos; 6 profesores de derecho; el Colegio de Abogados de Santa Cruz de la Palma; 94 abogados de 14 asociaciones diferentes de abogados de España.
• La Asociación de Abogados Flamencos y la Asociación de Abogados Francófonos y Germanófonos de Bélgica
• La Asociación de Abogados de Berlín; la Liga de Derechos Humanos y la Asociación de Abogados Defensores de Berlín; la Asociación de Abogados Republicanos y el Grupo de Trabajo de estudiantes de derecho de la Universidad Humboldt de Alemania.
• El Programa de Derechos Humanos, Universidad Autónoma de la Ciudad de México
• La Liga Argentina por los Derechos del Hombre; la Liga Argentina por los Derechos del Hombre de la Provincia de Rosario; el Centro de Estudio e Investigación en Derechos Humanos de la Facultad de Derecho de la Universidad Nacional de Rosario; la Asamblea Permanente por los Derechos Humanos de Rosario y la organización de Familiares de Desaparecidos y Detenidos por Razones Políticas de Rosario.
• La Comisión de Derechos Humanos de la Orden de Abogados de Portugal
• La Fundación de Derechos Humanos de Asia; el Centro de Abogados por la Social-Democracia, 46 abogados y 3 profesores de derecho de Japón
• Juez Juan Guzmán Tapia – Director del Centro de Estudios de Derechos Humanos de la Universidad Central de Chile y primer magistrado en procesar al dictador Augusto Pinochet
• La Agrupación de Familiares de Ejecutados Políticos de Chile y la Agrupación Nacional de Ex Presos Políticos de Chile
• La Asamblea Permanente de Derechos Humanos (APDH) del Ecuador
• La Corporación Colectivo de Abogados José Alvear Restrepo; el Profesor Renán Vega Cantor, Doctor en Estudios Políticos y Profesor de la Universidad Pedagógica Nacional de Colombia

• Comité Ecuménico de Panamá, la Unión Nacional de Abogados Indígenas, la Coordinadora Popular de Derechos Humanos, el Servicio de Paz y Justicia, Frente de Abogados Independiente, la Asociación de Abogados Litigantes, Academia Istmeña de Derecho Internacional, Dr. Hernando Franco Muñoz, ex asesor legal del Presidente de la Asamblea Nacional y actual Director del Departamento de Derecho Público, Departamento de Derecho y Ciencias Políticas de la Universidad de Panamá; Lic. Ramiro Guerra Morales, miembro de la Junta de Directores del Colegio Nacional de Abogados; Lic. Carlos Ayala Montero, asesor de la Comisión de Trabajo y Seguridad Social de la Asamblea nacional y Director Ejecutivo de la Academia panameña de Derecho Laboral de Panamá, entre otros.

La Comisión de Derechos Humanos de Naciones Unidas ha condenado el juicio de Miami de los agentes cubanos, siendo esta la primera vez que lo hace en relación a un procedimiento judicial de Estados Unidos. Citando el “clima de parcialidad y prejuicio” en Miami, el Grupo de Detenciones Arbitrarias de la Comisión concluyó que el “juicio no tuvo lugar en el clima de objetividad e imparcialidad que se requiere para cumplir con las normas de un juicio justo.”

Los amicus presentados en el día de hoy por parte de organizaciones norteamericanas también piden a la Corte Suprema que revise la eliminación de afro-norteamericanos del jurado. El fiscal utilizó siete de las nueve veces que tenía derecho a pedir el cambio de algún miembro del jurado sin dar razones para ello para eliminar a los jurados negros. La Corte de Apelaciones decidió que no era necesario hacer ninguna investigación sobre los motivos del fiscal porque tres de los jurados eran negros, una minoría dentro de un jurado de 12 personas. Los amici sostienen que esto les permite a los fiscales enmascarar sus manipulaciones de la composición racial del jurado.

El gobierno de Estados Unidos debe hacer su presentación de oposición antes del 6 de abril. La Corte Suprema debe decidir si revisa o no el caso antes de su receso de verano en junio.

Los amicus briefs, así como una lista completa de los amigos de la corte será colocada en el csitio SCOTUSblog (www.scotusblog.com ) cuando estén disponibles en el día de hoy las versiones digitales.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

OUTRO PRÍNCIPE CHEGOU


, por José Ernesto Alves Grisa*

A Sociologia é uma ciência, portanto, não é uma bola de cristal. Sua função não é prever o futuro, porém, possui categorias de análise e de pesquisa que permitem fazer prognósticos, elaborar perspectivas, criar cenários, hipóteses, etc. No campo da política, mais especificamente da governança, após passados os períodos eleitorais e empossados os novos mandatários e legislativos ( em Alegrete não é difrente), podemos fazer um exercício sociológico, utilizando algumas categorias de análise.

A mais importante, dentre tantas que podemos utilizar, é o conceito marxista de classe social, que além de ser uma identidade que se estabelece, localizada na estrutura social entre a burguesia x proletariado, é insuficiente quando não está qualificada pela consciência de classe que estipula a identidade proclamada pelo sujeito. Utilizando esta categoria, poderíamos fazer a primeira questão: a que classe social pertence o governante?

Outra categoria de análise não menos importante é a de trajetória, utilizada pelo sociólogo Pierre Bourdieu “como uma série de posições ocupadas por um mesmo agente” ao longo de um determinado tempo, portanto, a trajetória política de um governante pode se somar à categoria de ideologia (Altusser) como um conjunto de valores ou conceitos com considerações aos fatos sociais relevantes. Qual o conceito do governante, por exemplo, sobre o Movimento dos Sem Terra, sobre os Sem Teto? Qual a denominação que dá à ocupação do território: Invasão ou Ocupação? Aqui há uma valoração do discurso já profetizado, a utilização de conceitos ou preconceitos.

Talvez seja da trajetória profissional, já que mesmo individual, também é pública, que traga objetos de observação conceitual da fronteira entre o público e o privado.

As relações sociais e o pertencimento a um grupo social trazem, também, um referencial analítico, pois o ditado: “diga -me com quem anda, que te direi quem é” é uma grande contribuição do senso comum, baseada na observação empírica.

A categoria biografia e/ou autobiografia já é mais problemática, pois geralmente está contaminada pela vaidade e o gosto de falar de si, portanto, não é o retrato objetivo (fiel) da realidade, não é de todo inválida, apenas mais elástica, assim como a subjetividade. Poderemos utilizar outras categorias, como análise de discursos, anais etc que ficam mais para o campo da historiografia.

Maquiavel denominou de Príncipe o Governante, para nominar o político no poder e não precisar dar-lhe sua identidade, no caso, o nome próprio. Como funcionário público demitido, escreveu o Príncipe na tentativa de que o governante o lesse, entendesse seu espírito de colaboração, alertando sobre os perigos do poder, como dominar o povo, e este - O Príncipe – governante - revisse sua situação e o chamasse novamente aos cargos. Escrito em meados do século XVI, é impressionante a atualidade de sua obra, pois tem muito governante pensando que realmente é um Príncipe, tem muito funcionário público trocando de lado para ficar onde está, os que perderam pensando em voltar ou fazendo com que a agenda perdedora seja aplicada já que o Príncipe tem amigos de todos os lados. Das lições de Maquiavel, os políticos deturparam e aproveitaram na integra que “os fins justificam os meios”.

A inclusão da obra de Maquiavel neste texto, dá-se por também servir de categoria analítica sobre como se construiu o principado, no caso a governança local. Segundo ele: “digo que alguém chega a esse tipo de principado, seja pela vontade do povo, seja pela vontade dos grandes (.....) com efeito, encontram-se duas disposições de espírito diferentes: por um lado, o povo não quer ser nem comandado, nem oprimido pelos grandes; por outro, os grandes querem comandar e oprimir o povo”. É uma ou outra, mas não vão custar a aparecer os oportunistas pós-modernos para propor uma conciliação entre ambos. Como afirmou o filósofo Rosseau: “Maquiavel, fingindo dar lições aos príncipes, deu grandes lições ao povo”.

A Sociologia é uma ciência humana e não exata, suas aproximações são processuais e mutáveis, assim como é a vida, existem várias variáveis.


* Prof. de Sociologia e Extensão Rural
da Escola Agrotécnica de Alegerete /RS
Mestre em Sociologia pela UFRGS

UMA VITÓRIA IMENSA


UNA VICTORIA INMENSA

Querido Hugo:

Felicidades para tí y para tu pueblo por una victoria que por su magnitud es imposible medirla

Fidel Castro.


"Esta victoria es tuya también Fidel, y del pueblo cubano y de los pueblos de América Latina"

Hugo Chávez

----------------------------------------------------------------------------------------------

Faço minhas as palavras do Companheiro Presidente Hugo Chávez. O reconhecimento por parte de lideranças como ele, Evo e Correa demosntram claramente o momento que passa a América Latina, que se levanta contra a globalização e o imperialismo norte-americano. Nova época inaugurou-se na América Latina e Caribe com a Revolução Cubana, um marco de virada que inspirou na sua época grandes evoluções e mudanças. Os tempos mudaram Cuba comemora 50 anos da ousadia e dignidade de seu povo. Uma população simples que não se curva diante dos poderosos, a luta anterior era contra a oligarquia nacional, hoje é pelo mundo, pelo povo do planeta, ameaçado por diversidade de ações dos capitalistas, desde ao meio ambiente passando pelo terrorismo de estado das nações mais poderosas até a fria guerra de rapina.

Somente poderia ser na América Latina a começar a resistência contra o neoliberalismo e o império, somente poderia ser os índios e camponeses a levantarem-se contra o império. Essa é uma lição que deve ser apreendida por todos e principalmente pela esquerda que "vive num marasmo pequeno burguês e por isto é dogmática, arrogante e vaidosa", a ponto de desprezar a unidade de classe e ignorar onde começa a luta verdadeira. Zapatistas, Indios Bolivianos, Mestiços na Venezuela e Equador, clarificam a realidade dos povos que aqueles que ligados a terra e que primeiro foram sacrificados e massacrados por gerações pelos brancos, hoje dão um basta e uma viva demostração que a realidade não deve ser substimada, que as classe sociais, ão os oprimidos pelos capitalismo e seu asseclas e nada é mais simples de entender.

O Cme. Fidel Castro, tornou inteligível a Revolução, diante de 16 companheiros quando afirmou que levariam adiante a revolução Cubana "...Se Salimos llegamos, se llegamos, entramos y si entramos, triunfamos", as condições estavam dadas. Suas palavras devem ser entendidas, pela avaliação quase sempre correta da realidade, dos processos desencadeados pelo povo devem tomar seriedade e corpo, alimentados pelo proprio povo que sabe como criar lideranças e sabe as tirar caso não seja traída, por isto estes os processos devem ser desalienantes despido do culto as personalidades. Tornar inteligíveis os processos desencadeados na América Latina depende em primeiro lugar não subestimar a reação dos povos.
....continua (ainda sem revisão)


Por que Zurdo?

O nome do blog foi inspirado no filme Zurdo de Carlos Salcés, uma película mexicana extraordinária.


Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda.
E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.

Vos abraço com todo o fervor revolucionário

Raoul José Pinto



ZZ - ESTUDAR SEMPRE

  • A Condição Pós-Moderna - DAVID HARVEY
  • A Condição Pós-Moderna - Jean-François Lyotard
  • A era do capital - HOBSBAWM, E. J
  • Antonio Gramsci – vida e obra de um comunista revolucionário
  • Apuntes Criticos A La Economia Politica - Ernesto Che Guevara
  • As armas de ontem, por Max Marambio,
  • BOLÍVIA jakaskiwa - Mariléia M. Leal Caruso e Raimundo C. Caruso
  • Cultura de Consumo e Pós-Modernismo - Mike Featherstone
  • Dissidentes ou mercenários? Objetivo: liquidar a Revolução Cubana - Hernando Calvo Ospina e Katlijn Declercq
  • Ensaios sobre consciência e emancipação - Mauro Iasi
  • Esquerdas e Esquerdismo - Da Primeira Internacional a Porto Alegre - Octavio Rodríguez Araujo
  • Fenomenologia do Espírito. Autor:. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
  • Fidel Castro: biografia a duas vozes - Ignacio Ramonet
  • Haciendo posible lo imposible — La Izquierda en el umbral del siglo XXI - Marta Harnecker
  • Hegemonias e Emancipações no século XXI - Emir Sader Ana Esther Ceceña Jaime Caycedo Jaime Estay Berenice Ramírez Armando Bartra Raúl Ornelas José María Gómez Edgardo Lande
  • HISTÓRIA COMO HISTÓRIA DA LIBERDADE - Benedetto Croce
  • Individualismo e Cultura - Gilberto Velho
  • Lênin e a Revolução, por Jean Salem
  • O Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia Gilles Deleuze Félix Guattari
  • O Demônio da Teoria: Literatura e Senso Comum - Antoine Compagnon
  • O Marxismo de Che e o Socialismo no Século XXI - Carlos Tablada
  • O MST e a Constituição. Um sujeito histórico na luta pela reforma agrária no Brasil - Delze dos Santos Laureano
  • Os 10 Dias Que Abalaram o Mundo - JOHN REED
  • Para Ler O Pato Donald - Ariel Dorfman - Armand Mattelart.
  • Pós-Modernismo - A Lógica Cultural do Capitalismo Tardio - Frederic Jameson
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira
  • Simulacro e Poder - uma análise da mídia, de Marilena Chauí (Editora Perseu Abramo, 142 páginas)
  • Soberania e autodeterminação – a luta na ONU. Discursos históricos - Che, Allende, Arafat e Chávez
  • Um homem, um povo - Marta Harnecker

zz - Estudar Sempre/CLÁSSICOS DA HISTÓRIA, FILOSOFIA E ECONOMIA POLÍTICA

  • A Doença Infantil do Esquerdismo no Comunismo - Lênin
  • A História me absolverá - Fidel Castro Ruz
  • A ideologia alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
  • A República 'Comunista' Cristã dos Guaranis (1610-1768) - Clóvis Lugon
  • A Revolução antes da Revolução. As guerras camponesas na Alemanha. Revolução e contra-revolução na Alemanha - Friedrich Engels
  • A Revolução antes da Revolução. As lutas de classes na França - de 1848 a 1850. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. A Guerra Civil na França - Karl Marx
  • A Revolução Burguesa no Brasil - Florestan Fernandes
  • A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky - Lênin
  • A sagrada família - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Antígona, de Sófocles
  • As tarefas revolucionárias da juventude - Lenin, Fidel e Frei Betto
  • As três fontes - V. I. Lenin
  • CASA-GRANDE & senzala - Gilberto Freyre
  • Crítica Eurocomunismo - Ernest Mandel
  • Dialética do Concreto - KOSIK, Karel
  • Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Friedrich Engels
  • Do sonho às coisas - José Carlos Mariátegui
  • Ensaios Sobre a Revolução Chilena - Manuel Castells, Ruy Mauro Marini e/ou Carlos altamiro
  • Estratégia Operária e Neocapitalismo - André Gorz
  • Eurocomunismo e Estado - Santiago Carrillo
  • Fenomenologia da Percepção - MERLEAU-PONTY, Maurice
  • História do socialismo e das lutas sociais - Max Beer
  • Manifesto do Partido Comunista - Karl Marx e Friedrich Engels
  • MANUAL DE ESTRATÉGIA SUBVERSIVA - Vo Nguyen Giap
  • MANUAL DE MARXISMO-LENINISMO - OTTO KUUSINEN
  • Manuscritos econômico filosóficos - MARX, Karl
  • Mensagem do Comitê Central à Liga dosComunistas - Karl Marx e Friedrich Engels
  • Minima Moralia - Theodor Wiesengrund Adorno
  • O Ano I da Revolução Russa - Victor Serge
  • O Caminho do Poder - Karl Kautsky
  • O Marxismo e o Estado - Norberto Bobbio e outros
  • O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre a Repressão - Victo Serge
  • Orestéia, de Ésquilo
  • Os irredutíveis - Daniel Bensaïd
  • Que Fazer? - Lênin
  • Raízes do Brasil - Sérgio Buarque de Holanda
  • Reforma ou Revolução - Rosa Luxemburgo
  • Revolução Mexicana - antecedentes, desenvolvimento, conseqüências - Rodolfo Bórquez Bustos, Rafael Alarcón Medina, Marco Antonio Basilio Loza
  • Revolução Russa - L. Trotsky
  • Sete ensaios de interpretação da realidade peruana - José Carlos Mariátegui/ Editora Expressão Popular
  • Sobre a Ditadura do Proletariado - Étienne Balibar
  • Sobre a evolução do conceito de campesinato - Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA

  • 1984 - George Orwell
  • A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  • A Espera dos Bárbaros - J.M. Coetzee
  • A hora da estrela - Clarice Lispector
  • A Leste do Éden - John Steinbeck,
  • A Mãe, MÁXIMO GORKI
  • A Peste - Albert Camus
  • A Revolução do Bichos - George Orwell
  • Admirável Mundo Novo - ALDOUS HUXLEY
  • Ainda é Tempo de Viver - Roger Garaud
  • Aleph - Jorge Luis Borges
  • As cartas do Pe. Antônio Veira
  • As Minhas Universidades, MÁXIMO GORKI
  • Assim foi temperado o aço - Nikolai Ostrovski
  • Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez
  • Contos - Jack London
  • Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski
  • Desonra, de John Maxwell Coetzee
  • Desça Moisés ( WILLIAM FAULKNER)
  • Don Quixote de la Mancha - Miguel de Cervantes
  • Dona flor e seus dois maridos, de Jorge Amado
  • Ensaio sobre a Cegueira - José Saramago
  • Ensaio sobre a lucidez, de José Saramago
  • Fausto - JOHANN WOLFGANG GOETHE
  • Ficções - Jorge Luis Borges
  • Guerra e Paz - LEON TOLSTOI
  • Incidente em Antares, de Érico Veríssimo
  • Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  • O Alienista - Machado de Assis
  • O amor nos tempos do cólera - Gabriel García Márquez
  • O Contrato de Casamento, de Honoré de Balzac
  • O Estrangeiro - Albert Camus
  • O homem revoltado - Albert Camus
  • O jogo da Amarelinha – Júlio Cortazar
  • O livro de Areia – Jorge Luis Borges
  • O mercador de Veneza, de William Shakespeare
  • O mito de Sísifo, de Albert Camus
  • O Nome da Rosa - Umberto Eco
  • O Processo - Franz Kafka
  • O Príncipe de Nicolau Maquiavel
  • O Senhor das Moscas, WILLIAM GOLDING
  • O Som e a Fúria (WILLIAM FAULKNER)
  • O ULTIMO LEITOR - PIGLIA, RICARDO
  • Oliver Twist, de Charles Dickens
  • Os Invencidos, WILLIAM FAULKNER
  • Os Miseravéis - Victor Hugo
  • Os Prêmios – Júlio Cortazar
  • OS TRABALHADORES DO MAR - Vitor Hugo
  • Por Quem os Sinos Dobram - ERNEST HEMINGWAY
  • São Bernardo - Graciliano Ramos
  • Vidas secas - Graciliano Ramos
  • VINHAS DA IRA, (JOHN STEINBECK)

ZZ - Estudar Sempre/LITERATURA GUERRILHEIRA

  • A Guerra de Guerrilhas - Comandante Che Guevara
  • A montanha é algo mais que uma imensa estepe verde - Omar Cabezas
  • Da guerrilha ao socialismo – a Revolução Cubana - Florestan Fernandes
  • EZLN – Passos de uma rebeldia - Emilio Gennari
  • Imagens da revolução – documentos políticos das organizações clandestinas de esquerda dos anos 1961-1971; Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá
  • O Diário do Che na Bolívia
  • PODER E CONTRAPODER NA AMÉRICA LATINA Autor: FLORESTAN FERNANDES
  • Rebelde – testemunho de um combatente - Fernando Vecino Alegret

ZZ- Estudar Sempre /GEOGRAFIA EM MOVIMENTO

  • Abordagens e concepções de território - Marcos Aurélio Saquet
  • Campesinato e territórios em disputa - Eliane Tomiasi Paulino, João Edmilson Fabrini (organizadores)
  • Cidade e Campo - relações e contradições entre urbano e rural - Maria Encarnação Beltrão Sposito e Arthur Magon Whitacker (orgs)
  • Cidades Médias - produção do espaço urbano e regional - Eliseu Savério Sposito, M. Encarnação Beltrão Sposito, Oscar Sobarzo (orgs)
  • Cidades Médias: espaços em transição - Maria Encarnação Beltrão Spósito (org.)
  • Geografia Agrária - teoria e poder - Bernardo Mançano Fernandes, Marta Inez Medeiros Marques, Júlio César Suzuki (orgs.)
  • Geomorfologia - aplicações e metodologias - João Osvaldo Rodrigues Nunes e Paulo César Rocha
  • Indústria, ordenamento do território e transportes - a contribuição de André Fischer. Organizadores: Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkowski e Eliseu Savério Spósito
  • Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira