quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
A punhalada miserável de Uribe
entrevistado pela ABP
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Pensamento crítico precisa ser reconstruído na América Latina
XXV Congresso da Associação Latino-americana de Sociologia
Pensamento crítico precisa ser reconstruído na América Latina
por Marco Aurélio Weissheimer*
Atílio Borón
Uma conferência sobre a situação das ciências sociais na América Latina. Essa era a tarefa do sociólogo argentino Atílio Borón, do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (Clacso), no início da noite de quarta-feira (24), no salão de atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Um tema que freqüentou outras atividades do XXV Congresso da Associação Latino-americana de Sociologia (Alas), na capital gaúcha. Mas a intervenção de Borón acabou traçando um panorama geral acerca da situação do pensamento crítico na América Latina. No ambiente acadêmico, há quem torça o nariz para a expressão “pensamento crítico”, associando-a a uma espécie de bugiganga ideológica da esquerda, sem grande utilidade científica. E a fala do sociólogo argentino acabou tratando, entre outras coisas, justamente de uma tensão existente dentro do próprio ambiente universitário sobre o papel e a responsabilidade de acadêmicos e intelectuais.
“Estamos diante de uma situação extremamente crítica, uma situação que nos coloca diante de uma série de desafios, não só na América Latina”, diagnosticou Borón. Entre esses desafios ele destacou um, em especial: “precisamos repensar as ciências sociais praticamente partindo do zero”.
Esse diagnóstico está longe de ser uma unanimidade entre quem trabalha com a disciplina. Após a conferência de Borón, alguns sociólogos comentaram que estão ouvindo essa conversa há anos, demonstrando um certo desconforto com ela. Mas o desconforto parece fazer parte do problema apontado pelo sociólogo argentino. A academia, muitas vezes, é refratária a críticas deste tipo, que partem de um de seus integrantes. Para refletir, com mais profundidade, sobre a natureza desse desconforto, é preciso levar em consideração as razões apontadas por Borón para justificar a necessidade de repensar as ciências sociais partindo praticamente do zero.
Neoliberalismo e pós-modernismo
Ele identificou dois fatores centrais, que seriam responsáveis pelo declínio do pensamento crítico na América Latina: o neoliberalismo e o pós-modernismo. O neoliberalismo, observou, é uma corrente de pensamento de caráter filosófico e não apenas um programa econômico.
“Se fosse apenas isso, seria mais fácil de derrotar. Assim como Marx disse que a economia política clássica era a ciência da sociedade, hoje podemos dizer que o neoliberalismo é a ciência para entender o atual estágio de acumulação do capitalismo. E isso tem influência também nas investigações das ciências sociais”, assinalou Borón. O segundo fator, o pós-modernismo, foi caracterizado como ele como sendo “o pensamento da derrota e da frustração”. “Essa corrente de pensamento reflete o fracasso das tentativas de superação do capitalismo no período pós-guerra (a Segunda Guerra Mundial)”, apontou, identificando o fracasso da revolta popular de maio de 68 como um exemplo disso.
O impacto do neoliberalismo no tipo de investigação realizado pelas disciplinas das ciências sociais, segundo Borón, manifestou-se em diferentes frentes: a barbárie economicista, caracterizada pela exaltação dos fatores econômicos no estudo da sociedade; o individualismo metodológico, com o fim dos atores coletivos e das pesquisas feitas coletivamente; o formalismo e a matematização pseudo-científica, entre outras. “Já não há mais sociedade, que passou a ser considerada como uma somatória de indivíduos.
E essa mudança teve importantes repercussões teóricas e políticas”, apontou o sociólogo. Ele lembrou, a título de exemplo, uma famosa frase da ex-primeira-ministra inglesa, Margareth Tatcher, quando, na década de 80, ao ser perguntada sobre o impacto da repressão à greve dos mineiros na sociedade inglesa, respondeu que não havia tal coisa como sociedade, apenas o John, o Peter, a Mary, etc., ou seja, apenas indivíduos.
A cultura da resignação política
Entre as repercussões teóricas e políticas causadas pelo predomínio dessa corrente de pensamento, sociólogo destacou ainda a indiferença radical a questões relacionadas à estrutura da sociedade e aos seus aspectos históricos. O social, segundo ele, passou a ser considerado como um somatório de contingências. Além disso, verdade e falsidade passaram a ser questões terminológicas, submetidas a um intenso processo de relativização.
A partir do influxo dessas duas correntes de pensamento (neoliberalismo e pós-modernismo), acrescentou Borón, o primeiro impacto mais evidente foi a anulação do pensamento crítico que, gradualmente, foi sendo substituído pela cultura da resignação política. A teoria sobre o triunfo definitivo da capitalismo, explícita na obra de autores como Francis Fukuyama, passou a contaminar também, de modo implícito, outras formulações teóricas. Tudo isso em meio a uma ordem social marcada por uma injustiça poucas vezes vista.
Borón citou um dado da FAO, órgão da ONU para a agricultura, para justificar a afirmação. Segundo números da entidade, essa é uma ordem social tal que, a cada noite, cobra o preço de 100 mil vidas. Ou seja, reforçou o sociólogo, a cada ano desaparece um país do tamanho da Colômbia ou da Argentina.
Pior ainda. Dada a hegemonia ideológica do pensamento neoliberal, não há lugar para projetos políticos de emancipação social, considerados hoje como anacrônicos. Neste contexto, assinalou ainda, os investigadores da área das ciências sociais tornaram-se, em sua grande maioria, “sociômetras”, trabalhadores sociais. “Houve um abandono do modelo clássico de investigação, onde grupos de pesquisadores trabalhavam juntos, tinham uma formação simultânea, um modelo que produziu ótimos resultados nas décadas de 50 e 60. Tudo isso baseado numa estrutura de universidades e instituições públicas, o que foi varrido pelas políticas do Consenso de Washington”.
O pensamento via consultoria
Essa estrutura foi sendo substituída pelo modelo das consultorias. “Não existe mais espaço hoje para a investigação coletiva de longo prazo. O que é dominante agora é a investigação breve, pret-a-porter, realizada na base de diferentes estruturas institucionais, especialmente através de consultorias, muitas das quais, antigos centros de investigação de caráter público”, registrou ainda Borón. Segundo ele, essa transformação se deu mesmo dentro das universidades públicas que foram levadas a recorrer a fontes externas de financiamento para sustentar o trabalho de pesquisa.
Oficinas e agências ligadas a governos, que sempre lutaram contra a falta de recursos, também tiveram que se curvar a este cenário, passando a sobreviver com verbas de organismos internacionais como o Banco Mundial. Tudo isso com um preço, obviamente. Esses organismos acabaram definindo parte importante da agenda de investigações na América Latina.
Esse novo modelo de financiamento fez com que, por exemplo, temas como a distribuição de renda e a estrutura tributária na América Latina (uma das mais desiguais do mundo, onde 10% dos mais ricos pagam menos impostos do que os 10% mais pobres) deixassem de ter prioridades nas pesquisas. “Os organismos financiadores passaram a definir o que, como, quando e onde investigar”, resumiu Borón. Na América Latina, acrescentou, a maioria dos estudos sobre a pobreza usa modelos teóricos do Banco Mundial, que consideram que ela deve ser atacada de um modo focalizado, descartando abordagens universalistas sobre o problema.
“O enfoque do Banco Mundial poderia ser bom para atacar o problema da pobreza na Dinamarca ou na Suíça, mas não na América Latina, onde a pobreza afeta mais da metade da população. Esse enfoque também exclui qualquer investigação sobre as causas da pobreza, o que limita muito o âmbito da investigação”, concluiu.
Marco Aurélio Weissheimer
Periodista brasileño. Jornalista brasileiro.
Os artigos deste autor
VENEZUELA: LISURA E CORRECÇÃO
publicado no http://resistir.info/
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Derrota de Chávez em referendo é 'alerta', diz Gilberto Maringon
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Dialética de uma derrota

Como explicar a derrota do Sim, e até que ponto foi somente uma derrota?
Artigo do sociólogo Atilio A. Boron, publicado hoje no jornal argentino Página/12.
Cala a boca Galvão Bueno - A imprensa comeu bola e os cartolas continuam insaciáveis!
Salve o Corinthians!
Independente das paixões futebolísticas, é bom lembrar e como é bom lembrar, o papel da imprensa paulista quando a picaretagem da MSI campeava no Parque São Jorge... esbravejavam... diziam que é assim que deve ser administrado um clube - clube-empresa, que traz grandes estrelas para o maior campeonato do mundo. O futebol brasileiro está fazendo jus a estas ações empreendedoras. Aqueles que ameaçavam a lógica da arrogância eram duramente criticados e rotulados de retrógrados. Até parece que os meios justificam os fins. Essa mídia canta conforme o tilintar das moedas, gerando cifrões; promove a picaretagem, promove pois o povão dá IBOPE. Agora, promove até mesmo o ônus da segundona, e continua promovendo. Empilha reportagens sobre a tristeza da nação corinthiana. A mídia é responsável por promover também a pobreza de espírito à torcida do Corinthians. É uma utopia na qual a vida fica resumida à tristeza ou a alegria no futebol.
Salve Corinthians!
Agora a massa corinthiana vai espernear exigindo que dirigentes iluminados e ricos venham recuperar o clube. Essa disposição passional, dependente e resultante da baixa auto-estima do povo extravasa nas arquibancadas a sua impotência pela falta de perspectiva e de sentido para a vida. Entregam-se à vontade súbita, ao hedonismo doente, amplamente estimulado pela mídia, razão pela qual o gol, triunfo de uma agremiação futebolística, pode realizar, levando o ser humano ao paraíso. Os comportamentos exacerbados de torcidas têm levado indivíduos da fidelidade ao ódio ou ao entusiasmo religioso. Há um certo niilismo à existência, na busca de uma felicidade tão fugaz e a uma adesão cega. O torcedor é um ser desprovido de autonomia, seu poder de participação e decisão é limitadíssimo. Suas ações, restritas da alegria à revolta, restando-lhe muito pouco além disso. Por isso é que que há tanta violência nos estádios. A vida foi substituída pela bola na rede. Em verdade, quem se diverte mesmo e ganha muito dinheiro com isso são a imprensa e os dirigentes dos clubes.
Salve o Corinthians!
A idiossincrasia da mídia faz as torcidas de massa de manobra. No final das contas, todos os problemas recaem sobre estas. Os dirigentes gozam sua impunidade. Recomeça aí todo o ciclo da imprensa: nova temporada , o assunto de contratações; o passado recente fica no esquecimento.O fenômeno, o fascínio dos milhões de dólares e euros enche os ânimos dos torcedores. O cenário é novamente o da vaidade e da arrogância da imprensa, dos dirigentes e dos poucos jogadores milionários. O povo, na sua humilde condição, delicia-se em discussões acaloradas sem fim e sem chegar a lugar algum.
Salve o Corinthians!
O clube mais brasileiro:
É bola na rede.
É bola na cueca.
É bola no planalto.
É bola da vez.
É bola na cabeça.
É bola namorada.
É bola na veia.
É bola para cima.
É bola para baixo.
É bola para o lado.
É bola que não acaba mais....
É bola sem encanto
É bola ideológica.
É bola alienada.
É bola ordinária
É bola dividida.
Hino do Corinthians
"Salve o Corinthians,
O campeão dos campeões,
Eternamente
Dentro dos nossos corações.
Salve o Corinthians
De tradição e glórias mil;
Tu és o orgulho
Dos esportistas do Brasil.
Teu passado é uma bandeira,
Teu presente, uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão.
Corinthians grande,
Sempre Altaneiro
És do Brasil
O clube mais brasileiro."
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Existem os que não se dobram!

As demissões dos cartunistas Santiago, Moa e Kayser do Jornaleco do Comércio, demonstra o que a ditadura militar construiu está dando resultados. Tudo que a burguesia nacional queria era estancar os ânimos dos de baixo, da cultura de qualidade e da crítica, além de deter as reformas de base e asfaltar a estrada para a economia de mercado e definitivamente enterrar um projeto de nação, estabelecendo o conceito de democracia de classe que arraiga as necessidades do povo ao que tem de pior na concepção liberal, ou seja, plantar a ignorância no conteúdo das notícias a pretexto de entretenimento. Os mídias não vendem informações aos cidadãos, mas sim cidadãos a anunciantes, como bem avaliou Ignácio Ramonet. O verniz democrático virou o tapete onde a burguesia esconde toda a riqueza das informações, com um agravante, apresentando apenas aquelas que lhes interessam, ignorando tantas outras importantes.
É uma democracia hipócrita: o que não é de qualidade é o melhor, o que é de qualidade não serve. O mercado exige a música medíocre, com rimas miseráveis. A indústria cultural aposta tudo no conhecimento banal, repetindo receitas. A propósito, os profissionais, os quais que não se submetem à pilantragem para dar "vida" aos produtos, são efetivamente excluídos das redações.
Santiago, Moa e Kayser não são vítimas de sua conduta, por suas personalidades contestatórias. Qualquer esquerdista pode fazê-lo, e depois realizar o jogo oportunista da conciliação. Santiago, Moa e Kayser, são homens que não estão por ai para dançar conforme a música, estão na vida para serem atores do seu tempo, homens com vontade própria e senso crítico, que não deixam a inteligência ser subestimada pela quantidade de cifrões oferecidos as suas consciências. Não ficam cantando a alegria estéril, para passar o tempo ou agradar a gregos e troianos. São homens que elaboram com competência a vida pois sabem que "ver o mundo através do umbigo é ser conivente com a injustiça, a vaidade, a arrogância e com a miséria humana". São homens que não compactuam com a mentira. Crescem para viver humanamente, não para serem vermes de marca. São homens genuinamente de esquerda, coerentes à ética em suas ações de ilibada moral.
Quando o Lasier exprimiu sua fúria, toda a "democracia" midiática se calou. Ele protegia os margianis do DETRAN, de terno e gravata, no momento de sua presão, algemados aos olhos de todos. Tratou isso como sendo um ato de injustiça, um absurdo. Ato de imoralidae é a arrogância de defender essa "gente de bem”, essa elite ordinária da província. "Os intocáveis. Esse mesmo Lasier, que se delicia nas telas da RBS, em criminalizar a pobreza, esse lacaio dos burgueses do Rio Grande do Sul, que condecora as ações dos facínoras do DETRAN, com a “Ordem da Impunidade”.
Vídeo: Lasier Martins levando choque.
“CHÁVEZ ES UM HOMBRE QUE OBRÓ COM INTELIGENCIA Y GRANDEZA Y VENIMOS A AGRADECER".
Laerte Braga
A declaração foi feita ontem, sábado, pela filha da ex-senadora Ingrid Betancourt, refém das FARCs, por sua filha Astrid Betancourt que está em Caracas onde exige que o governo de seu país, a Colômbia, volte a aceitar as negociações que Chávez estava conduzindo para libertar reféns colombianos, franceses e a ex-senadora e candidata a presidente da Colômbia.
Queremos todos agradecer al presidente Hugo Chávez todo el interés y solidaridad, que demostró" y que su gestión iba por buen camino, como "está confirmado con las pruebas" que vamos a entregarle.
A GLOBO no Brasil, as redes norte-americanas, sobretudo FOX e CNN e as principais redes privadas de todo o mundo divulgaram notícias falsas e inverídicas com o propósito de impedir as negociações do presidente Chávez que além de demonstrar que os reféns estão vivos, caminhavam para a libertação dos mesmos.
La madre de Betancourt insistió a Caracol que había manifestado el viernes en la Fiscalía en Bogotá que no quería que se divulgara la carta.
"Dije yo no quiero que nadie vea esa carta (...) no queremos que saquen más copias. Las copias que nos dieron son muy mal tomadas, me toca leer con una lupa. Ellos ( la Fiscalía ) se quedaron con el original (...) la filtraron al periódico El Tiempo", añadió Pulecio.
Astrid, hermana de Ingrid, por su parte, señaló que "la transcripción está llena de errores y tergiversada, frases sacadas de contexto (...) Es una porquería lo que han sacado".
La madre de la dirigente política, que hace parte de la lista de 43 secuestrados que las FARC pretende canjear por 500 guerrilleros presos, indicó que siente "una sensación muy dolorosa" por todo lo que ha pasado en las últimas semanas.
"Ojalá el presidente (Álvaro) Uribe se baje de la nube y los familiares no tengamos que venir a otros países a buscar solidaridad, comprensión", señaló.
A adulteração da carta da ex-senadora atende aos objetivos políticos do terrorismo de estado do governo Bush e da submissão de governos títeres como o da França e da Colômbia.
Há anos negociadores tentam contato com as FARCs e condições para a libertação dos reféns. Nunca conseguiram. Chávez não só demonstrou que os reféns estão vivos como caminhava para conseguir a libertação de todos eles.
Isso não interessa nem a Washington, nem a Bogotá e nem a Paris. Vidas humanas, seres humanos não contam para esse gente.
A mãe de Ingrid Betancourt denuncia que a carta foi adulterada e para ser lida havia necessidade de uma lupa, exatamente para dificultar a percepção da fraude montada pelo governo colombiano.
Cilada no melhor estilo de quadrilhas mafiosas e quadrilhas de menor porte é a palavra exata para definir a ação dos governos da Colômbia, da França e dos Estados Unidos no episódio.
A avó e a filha de Betancourt estão em Caracas onde hoje está sendo realizada a votação do referendo proposto por Chávez ao povo de seu país para aprofundar reformas políticas, econômicas e sociais que não interessam aos terroristas que implantaram o atual modelo globalizado e na prática terceirizam o seu poder, mantendo sob rígido controle países de todo o mundo, enquanto estendem suas garras sem o menor respeito pelas pessoas, só pelos negócios.
Bush manifestou e isso ficou público na semana passada a intenção de forjar denúncias contra o Irã para usar armas nucleares contra aquele país. Tal e qual quando inventou as “armas de destruição em massa” que Saddam Hussein nunca teve.
Ao contrário de Bush, Saddam morreu com dignidade, mesmo tendo sido um ditador. Bush urinou na roupa quando recebeu a notícia que as torres gêmeas em ação de guerra, haviam sido destruídas. E lia um livro de cabeça para baixo.
É a diferença entre covardes e homens fiéis a seus princípios ainda que Saddam, repito, tenha sido um ditador.
Chávez foi eleito pelo voto direto, reeleito, confirmado em referendo e venceu todas as disputas pela vontade do povo venezuelano. Bush é produto de fraude nas eleições e Uribe foi reeleito num regime de terror e violência com dinheiro do narcotráfico, do qual faz parte.
A atitude da mãe da senadora seqüestrada e de sua filha mostram e não deixam dúvidas quanto ao caráter mentiroso e cruel, perverso e cínico desses governos, como a podridão da chamada grande mídia. Mentirosa e podre. Venal.
A “verdade” é a de quem paga e quem paga são os donos do mundo.
Está recente o episódio em que o diretor de artes da revista ÉPOCA manda que se procure um ângulo em várias fatos de Chávez onde ele possa lembrar algo como o demônio.
Há um golpe em marcha na Venezuela. O referendo hoje não esgota a luta, qualquer que seja o resultado. É luta de sobrevivência da própria espécie como humana, como capaz de pensar, sentir, amar, lutar, viver, perceber que a vida vai muito além de pastas, listas de freqüência, personal trainers, quinto andares e mesas de sinuca.
A decisão de Yolanda Pulecio, mãe da Ingrid e de sua filha Astrid desmascaram o governo colombiano, a ação golpista dos EUA e o cinismo repugnante do presidente da França.
O original da carta está em poder do governo norcotraficante da Colômbia,lógico, não querem que seja vista ou lida como de fato está escrita.
Por que Zurdo?
Zurdo em espanhol que dizer: esquerda, mão esquerda. E este blog significa uma postura alternativa as oficiais, as institucionais. Aqui postaremos diversos assuntos como política, cultura, história, filosofia, humor... relacionadas a realidades sem tergiversações como é costume na mídia tradicional.
Teremos uma postura radical diante dos fatos procurando estimular o pensamento crítico. Além da opinião, elabora-se a realidade desvendando os verdadeiros interesses que estão em disputa na sociedade.
Vos abraço com todo o fervor revolucionário
Raoul José Pinto
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- Questões territoriais na América Latina - Amalia Inés Geraiges de Lemos, Mónica Arroyo e María Laura Silveira